21/12/2012

Começa o inverno

Lindsey Stirling, fabulosa no violino.


14/12/2012

Sapatada histórica

Nunca antes tinha acontecido: dar opinião à sapatada!

08/12/2012

Mudar de paróquia

 Ora um dia, estando o padre no confessionário, ouve do lado de fora:
- Eu sou o Abel!

- Ah... vens confessar os teus numerosos pecados?!!!

- Nãããão... - responde o tal Abel - venho dizer-lhe que se não me der 50% dos lucros vou para outra paróquia...


01/12/2012

Regresso ao Escudo

13/11/2012

A carta de Sofia

Observações da Sofia (8 anos de idade), depois de ter recebido da sua mãe a espinhosa missão de vigiar escondida sua irmã Susana (17anos), que teve permissão de sua severa mãe de poder namorar no sofá da sala.

Ela faz seu ingénuo e detalhado relatório de tudo que viu, ouviu e sentiu:

"Para a minha mãe:

Mãe, a Susana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se no sofá.

Ele chegou perto dela e começou a abraçá-la. A Susana deve ter começado a ficar doente, porque seu rosto começou a ficar vermelho.

O namorado dela deve ter percebido que ela começava a passar mal, porque ele colocou a mão dentro da blusa dela, acho que para entir seu coração.

Só que ele demorou muito para encontrá-lo!

Aí, foi ele quem começou a ficar doente, porque os dois começaram a ficar ofegantes, com pouca respiração. Acho que a mão dele estava fria, porque ele colocou-a por dentro da saia da Susana, que deitou no sofá dizendo que estava muito quente.

Depois de algum tempo consegui ver o que estava deixando os dois doentes: uma enguia enorme tinha saltado do bolso da calça dele, era muito grande mesmo, devia ter uns 20 cm de comprimento.

Foi então que Susana agarrou a enguia com as duas mãos, acho que para evitar que ela fugisse, e disse que era a maior que já tinha visto.

De repente a Susana deve ter ficado maluca, porque ela tentou comer a enguia. Colocou-a inteirinha na boca e ficou a tentar engolir.

Acho que enguia é uma coisa muito dura e ruim de comer, principalmente viva, porque depois de um tempão a enguia vomitou e saiu da boca da Susana ainda inteirinha!

O namorado da Susana então, enfiou a enguia num saco plástico, tentando sufocá-la, daí a Susana tentou ajudá-lo e deitou prendendo a enguia entre as pernas, enquanto o namorado deitava em cima dela. Eles ficaram a tentar esmagar a enguia entre eles.

Mãe, eu confesso que fiquei assustada porque a Susana gritava tanto e contorcia-se toda.

Depois de muito tempo os dois soltaram um suspiro de alívio. Acho que conseguiram matar a enguia, porque eu a vi pendurada abaixo da barriga do namorado da Susana.

A Suzana e o namorado sentaram-se no sofá e começaram a se beijar e, quero que um raio caia na minha cabeça, se a enguia morta não ressuscitou e eles começaram a batalha novamente.

Acho que o namorado estava cansado, pois foi a Susana que tentou esmagar a enguia sentando-se em cima dela. Imagino que a Susana é muito fraquinha, porque depois de algum tempo o namorado pediu para ela se deitar de bruços e voltou a tentar esmagar a enguia, mas dessa vez com muita força.

Fiquei preocupada, porque a Susana gritava muito, porém, a vontade de matar a enguia era tanta que ela gritava "Vai, vai, não para, não para".

Depois de uns 40 minutos enfim o alívio: a enguia morreu!

O namorado da Susana disse que tava todo esfolado e jogou a pele da enguia pela janela.

Mãe, eu estava a pensar, acho que as enguias são como gatos, tem sete vidas ou mais...

Ass.: Sofia"



12/11/2012

Bem-vinda a Portugal

A chanceler alemã Angela Merkel chega hoje a Lisboa numa breve vista oficial.

A importância desta visita não está a ser adequadamente expressada nos meios de comunicação social, em geral um couto do bloquismo e do socretinismo corrupto.

De forma anarquista e irresponsável a imprensa e televisões estão em carneira competição pelo cretinismo acéfalo, assancando aos outros o que são puras culpas nacionais.

Seria suficiente pergunrar quem elegeu a camarilha guterrista-socretina-maçónica durante 15 anos de destruição que conduziu ao desastre?

Mas os portugueses sabem que, sem a ajuda alemã e europeia, a bancarrota de 2011 teria lançado o país na miséria e desordem e que isso só não aconteceu porque Angela Merkel e outros dirigentes europeus aceitaram contrariar a tragédia, em nome de um projeto de Europa.

É por isso que, a visita de Angela Merkel a Lisboa tem de ser encarada como uma oportunidade para lançar investimento alemão e europeu no país. Tem de ser vista como oportunidade de relançar projetos europeus e reestruturar a economia portuguesa depois de anos de dopagem socretina e drogaram Portugal.


11/11/2012

Camisa vermelha

Napoleão Bonaparte, durante suas batalhas usava sempre uma camisa de cor vermelha.

Para ele era importante porque, se fosse ferido, na sua camisa vermelha não se notaria o sangue e os seus soldados não se preocupariam e também não deixariam de lutar.
Toda uma prova de honra e valor.

Centenas de anos mais tarde, José Sócrates usa sempre calças castanhas…

10/11/2012

Tese de doutoramento

Era um dia lindo e ensolarado quando o coelho saíu da toca com o notebook e pôs-se a trabalhar muito concentrado. Pouco depois passou por ali a raposa e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar.

No entanto, ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:
- Coelhinho, o que  estás a  fazer,  tão concentrado?
- Estou a redigir a minha tese de doutoramento - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
- Hummmm... e qual é o tema da tua tese?
- Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas.

A raposa ficou indignada:
- Ora!!! Isso é ridículo! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
- Nem pensar! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.

O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois  ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio.

Em seguida, o coelho volta, sozinho, e retoma os trabalhos da sua tese, como se nada tivesse acontecido.

Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido.

No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
- Olá, jovem coelhinho! O que te faz trabalhar tão arduamente?
- A minha tese de doutoramento,  sr. lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.

O lobo não se conteve e desatou a rir com a petulância do coelho.
- Ah, ah, ah, ah!!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa...
- Desculpe-me, mas se quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Gostaria de acompanhar-me à minha toca?

O lobo em queria acreditar na sua boa sorte.
Ambos desaparecem toca dentro. Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e ... silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação da sua tese como se nada tivesse acontecido.

Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos.

Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão, satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes.

MORAL DA HISTÓRIA:
1. Não importa quão absurdo é o tema de sua tese;
2. Não importa se não tem o mínimo fundamento científico;
3. Não importa se as experiências nunca cheguem a provar a  teoria;
4. Não importa mesmo se as idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos...
5. O que importa é quem é o teu padrinho! 

09/11/2012

O fim da História

07/11/2012

Desvio de direita

Aqui começou o fim da União Soviética com o olhar guloso de Leonid Brezhnev.

Poucos anos depois, a Revolução de Outubro - que aconteceu em Novembro - chegava ao fim, colapsando o Sol na Terra...

06/11/2012

Humor...negro



04/11/2012

Descoberta

Sócrates, é um exemplo a seguir: se todos os políticos o seguissem e fossem viver para o estrangeiro... vivia-se muito melhor em Portugal.

Sócrates, o filósofo parisiense

02/11/2012

O colapso da ponte


01/11/2012

Pato Manso

Um advogado todo benzoca, de Cascais, veio caçar patos aqui para o Alentejo.

Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de um lavrador.

Enquanto o advogado saltava a vedação o lavrador chega no seu trator e pergunta-lhe o que estava a fazer.

O advogado respondeu:
- Acabei de matar um pato, mas ele caiu na sua terra e agora ia buscá-lo. 


O velhote responde:
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar.


O advogado, indignado:
- Eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato, eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!


O lavrador sorriu e disse:- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas no Alentejo.

Nós aqui temos o Código Napoleónico! Nós resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés. Primeiro eu dou-lhe três pontapés; depois você dá-me três pontapés; e assim consecutivamente até um de nós desistir!

O advogado já se estava a sentir violento há um bocado, olhou para o velho e pensou que era fácil dar-lhe uma carga de porrada. Por isso, aceitou resolver as coisas segundo o costume local.

O velho, muito lentamente, saiu do trator e caminhou até perto do advogado. O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acertou diretamente nas bolas do advogado, que caiu de joelhos e vomitou. O segundo pontapé quase arrancou o nariz do advogado.

Quando o advogado caiu de cara, com as dores, o lavrador apontou o terceiro pontapé aos rins, o que fez com que o outro quase desistisse.

Contudo, o coração negro e vingativo do advogado falou mais forte.
Não desistiu, levantou-se, todo ensanguentado, e disse:
- Bora, velhote! Agora é a minha vez!


O lavrador sorriu e disse:
- Nah! Eu desisto. Leve lá o pato.


O pato

 

31/10/2012

Caranguejos portugueses

Um pescador de caranguejos nunca tapava o balde em que colocava os caranguejos que ia apanhando. Isso admirava toda a gente à sua volta.

Um dia alguém lhe perguntou: "Porque não tapas o balde em que tens os caranguejos ? Não tens medo que fujam?"

Ao que o pescador calmamente respondeu:
"Não é preciso... São caranguejos portugueses:  quando um tenta subir, os outros imediatamente o puxam para baixo!"

30/10/2012

Bill Cosby "I'm 74 and Tired"

Tenho 74 anos e estou cansado. Exceto um breve período na década de 50, quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde que eu tinha 17 anos. Trabalhava 50 horas por semana, e não caí doente em quase 40 anos. Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento. Eu trabalhei para chegar onde estou, e cheguei economizando muito, mas estou cansado, muito cansado.
 
Estou cansado de que me digam que eu tenho que "distribuir a riqueza" para as pessoas que não querem trabalhar e não têm a ética de trabalho. Estou cansado de ver que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força, se necessário, e o dá a vagabundos com preguiça para ganhá-lo.
 
Estou cansado de ler e ouvir que o Islamismo é uma "religião da paz", quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos a matar suas irmãs, esposas e filhas pela "honra" da sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infração; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são "crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes, vítimas de estupro, até a morte, por "adultério"; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Sharia diz para eles o fazerem.
 
Estou cansado de que me digam que por "tolerância para com outras culturas" devemos deixar que Arábia Saudita e outros países árabes usem o dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas madrassas islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor, tolerância e paz.
 
Estou cansado de que me digam para eu baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater.
 
Estou cansado de que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e eu tenho que ajudar no seu tratamento e pagar pelos danos que fazem. Eles procuraram sua desgraça. Nenhum germe gigante os agarrou e encheu de pó branco seus narizes nojentos, ou à força injetou porcaria em suas veias esquerosas.
 
Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todas os partidos falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam que seus únicos erros foi serem apanhados. Estou cansado de pessoas sem senso do direito, sejam elas ricas ou pobres.
 
Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade por suas vidas e ações. Estou cansado de ouvi-las culpar o governo e a sociedade de discriminação pelos "seus problemas."
 
Também estou cansado e farto de ver homens e mulheres serem repositório de pregos, pinos e tatuagens de mau gosto, tornando-se assim pessoas não-empregáveis e, por isso, reivindicando dinheiro do governo (Dos impostos pagos por quem trabalha e produz).
 
Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 74, porque não vou ter de ver o Mundo que essas pessoas estão CRIANDO.
 
Mas estou triste por minha neta e os seus filhos. Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho de entrada.
 
Não há maneira de isto ser amplamente divulgado... A menos que cada um de nós colabore, enviando e ganhando força para contrariar esse (mau) caminho que o Mundo, por força de (péssimos) governantes, nos está proporcionando.
 
 
" I'm 74 and I'm tired.
(Tenho 74 e estou cansado)
 

29/10/2012

Quando China mandar no Mundo

A aclamada obra de Martin Jacques foi agora editado em Portugal pelas mãos do «Círculo de Leitores/Bertrand». A obra original é de 2009

Trata-se de uma obra conhecedora e analítica do Oriente em que se antecipa a decadência do Ocidente e a ascenção da China.

"Em breve, a China mandará no mundo. Mas, ao fazê-lo, não se tornará mais «ocidental». Neste seu aclamado livro, já traduzido em 11 línguas, Martin Jacques rejeita o pensamento convencional acerca da ascensão da China, mostrando que o seu impacte não será apenas económico, mas também cultural. À medida que a poderosa civilização da China se for reafirmando, assinalará o fim do domínio global do estado-nação ocidental e um futuro de «modernidade contestada»."

Quem sabe, antecipa o futuros. Por isso, é absolutamente indispensável ler! 


28/10/2012

A propósito de respeitar a vontade popular...

Como é possível um vigarista dar uma entrevista para não dizer nada sobre a atualidade e continuar a roubar o seu país?

Guebuzices em direto:


26/10/2012

Laurentina faz 80 anos

Ora aí vai, a história da magnífica cerveja que tantas vezes nos matou a sede e animou convívios.

No início do século xx, um imigrante grego chamado Cretikos, que percorria os bairros ricos de Lourenço Marques a vender água fresca de porta em porta, apercebeu-se de que não existia gelo para conservar o peixe que todos os dias era descarregado nas docas da cidade.

Foi assim que, em 1916, Cretikos abriu a primeira fábrica de gelo e de água mineral de Moçambique, mesmo em frente ao porto de pesca. Chamava-se Victoria Ice and Water Factory e teve um êxito imediato.

Em poucos anos, começou também a produzir refrescos e a sonhar com a primeira marca de cerveja feita em Moçambique.
 
Isso aconteceu em 1932, quando o grego viajou até à Alemanha para contratar um mestre cervejeiro que desenvolveu uma receita de cerveja de estilo europeu a que Cretikos chamou Laurentina, em homenagem aos naturais de Lourenço Marques - laurentinos.
 

25/10/2012

Adeus à Xica Louca

Chiquinho Louçã demitiu-se do Parlamento português, onde fazia frequentes números de circo.

Sabendo-se qual é o programa político do BE - a ditadura marxista, as nacionalizações que levam à miséria - bem se pode saudar a saída deste anacleto.

A História em 2 minutos

24/10/2012

Maputo para visitantes

A administração frelimista da cidade de Maputo:
 

23/10/2012

A crise é culpa de funcionários públicos

Sim, a culpa da crise é do funcionário público Vítor Constâncio que não viu, ou não quis ver o buraco do BPN;

Sim, a culpa da crise é do funcionário público Teixeira dos Santos que não viu, ou não quis ver o buraco da Madeira;

Sim, a culpa da crise é do funcionário público Alberto João Jardim que criou "às escondidas para os do continente não cortarem nas tranches" um buraco de seis mil milhões de euros;

Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos da Assembleia da República que auferiram só em ajudas de custo no ano de 2010 a módica quantia de três milhões de euros, fora os salários e demais benefícios;

Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos que gerem, continuamente, em prejuízo as empresas públicas como a Metro do Porto, CP, ANACOM, REFER, REN, CARRIS, Estradas de Portugal, Águas de Portugal, a lista é interminável, mas não abdicam das viaturas topo de gama, telemóveis, talões de combustível... enfim a lista é interminável;

Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos das Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais que ganham por cada reunião assistida;

Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos da Assembleia da República, já reformados**, com as suas subvenções vitalícias por meros 6 anos de "serviço". Reformados alguns com apenas 40 anos de idade!!! Quantos são desde 1974? Enfim, a lista é interminável.

Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos que presidem fundações como a Guimarães 2012 com salários imorais, na ordem dos milhares de euros.

Quantas são? Enfim, a lista é interminável;

Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos que compram submarinos;

Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos que adjudicam pareceres jurídicos a empresas de advogados, quando podiam solicitar o mesmo serviço às Universidades, pagando dez vezes menos, ajudando dez vezes mais as finanças das mesmas;

Sim, a culpa da crise é dos funcionários públicos que adjudicaram obras permitindo as famosas "derrapagens financeiras". E quem paga? É o Estado!!!

Sim, a culpa da crise é desses funcionários públicos, e não dos funcionários publicos que trabalham arduamente para alimentar estes pulhas.

22/10/2012

Peter Economides - Rebranding Greece

Aprender com a Grécia!

21/10/2012

O novo Multibanco

A contraproposta socialista de Orçamento de Estado 2012 tem uma única proposta - o famoso choque tecnológico aplicado ao multibanco:
 

Generation "Y"

People born before 1946 were called - The Greatest Generation.

People born between 1946 and 1964 are called - The Baby Boomers.

People born between 1965 and 1979 are called - Generation X.

And people born between 1980 and 2010 are called - Generation Y.

Why do we call the last group - Generation Y ?

Y should I get a job?
Y should I leave home and find my own place?
Y should I get a car when I can borrow yours?
Y should I clean my room?
Y should I wash and iron my own clothes?
Y should I buy any food?

But perhaps a cartoonist explained it most eloquently below...

20/10/2012

The Economist | Sad South Africa: Cry, the beloved country

The Economist
Sad South Africa
South Africa is sliding downhill while much of the rest of the continent is clawing its way up
NOT so long ago, South Africa was by far the most serious and economically successful country in Africa. At the turn of the millennium it accounted for 40% of the total GDP of the 48 countries south of the Sahara, whereas Nigeria, three times more populous, lurched along in second place with around 14%. The remainder, in raw economic terms, barely seemed to count. Despite South Africa's loathsome apartheid heritage, solid institutions underpinned its transition to democracy in 1994: a proper Parliament and electoral system, a good new constitution, independent courts, a vibrant press and a first-world stockmarket. Nelson Mandela, whose extraordinary magnanimity helped avert a racial bloodbath, heralded a rainbow nation that would be a beacon for the rest of Africa.
A África do Sul está a decair enquanto que grande parte do resto do continente está fazendo o seu caminho para cima
Não há muito tempo atrás, a África do Sul era de longe o  mais sério país e economicamente mais bem sucedido na África. Na mudança do milénio, represenva 40% do total do PIB dos 48 países ao sul do Saara, enquanto que a Nigéria, três vezes mais populoso, balançava em segundo lugar com cerca de 14%. O restante, em termos económicos, pouco contava. Apesar da da repugnante herança  do apartheid na África do Sul, sólidas instituições acompanharam a transição para a democracia em 1994: um Parlamento e um sistema eleitoral dignos, uma boa nova constituição, tribunais independentes, uma vibrante imprensa e uma bolsa de primeiro mundo. Nelson Mandela, cuja extraordinária magnanimidade ajudou a evitar um banho de sangue racial, anunciava uma nação arco-íris que seria um farol para o resto da África.


Ali Babá e o Inatel


Há muito que o Inatel se transformou num instrumento rosa para arregimentação de simpatias, compra de consciências e propaganda dos soaristas de Setúbal.

Gasto sumptuosos, remunerações escandalosas, empregos para os camaradas, multiplicação de administradores e chefias, ajudas aos amigalhaços, luxos permanentes e muitas outras tropelias, que mais faltou a afundar o Inatel?

Abre-te Sésamo... é o verdadeiro socialismo das quotas dos trabalhadores!


Em que ficamos?

19/10/2012

O ano da loucura machelista

 Em 19 de outubro de 1986, os camaradas dissidentes, o regime do apartheid e os soviéticos, decidiram travar Samora Machel e a sua loucura de fuga para a frente.

Depois do ultimato ao Malawi e da persistente procura pela confrontação leste-oeste que chamasse soviéticos, americanos e sulafricanos para o Índico, os interesses conjugaram-se e .... o acidente aconteceu!


Rodas para o iPad

Uma excelente inovação:

18/10/2012

Adriana

Foi esta garota algarvia que se agarrou a um polícia
Foi na manifestação anti-TSU de 15 de setembro passado, lá para Lisboa.

Bom pedaço de tentação!
Há um mês, deixou o polícia encavacado, desarmado.
 



 



17/10/2012

Nós, os neandertais e os denisovanos

A ponta de um dedo veio evidenciar ainda mais que, se há coisa que não é simples, é a história da evolução humana. Descoberto em 2008 na gruta Denisova, nos montes Altai, Sibéria, o pequeno osso da falange era afinal de um grupo de humanos desconhecido - os denisovanos, que viveram até há 30 mil anos. E se as surpresas não chegassem, também eles, tal como os neandertais, se reproduziram com a nossa espécie. Uma equipa publica nesta sexta-feira, na revista Science, a análise do genoma completo dos denisovanos, a partir do fragmento de dedo: dentro de nós há um pouco de neandertal e de denisovano, é verdade, mas a genética revelou agora uma nova teia de migrações e relações complexas entre nós e estes dois humanos já extintos.
 
A equipa de Svante Pääbo, do Instituto Max Planck para a Antropologia Evolutiva, Alemanha, já tinha ficado surpreendida com o que representava a descoberta da falange e de dois dentes molares. Quando os cientistas sequenciaram o ADN das mitocôndrias (as baterias das células), herdado só da parte da mãe e que está fora do núcleo celular, perceberam que era um novo grupo de humanos. O osso é de uma menina de cinco a sete anos de idade, que viveu há 80 mil anos. Tinha a pele escura, cabelos e olhos castanhos.

Em Maio de 2010, a revelação da sua existência espantou o mundo e, em Dezembro desse ano, a equipa de Pääbo avançava com a publicação de um primeiro rascunho do ADN do núcleo. Dizia já que os denisovanos se tinham misturado connosco e que a herança desse passado "promíscuo" não era igual em toda a Terra. Os europeus têm ADN dos neandertais, mas não têm material genético dos denisovanos, que por sua vez deixaram a sua pegada genética para os lados das ilhas da Melanésia.

No meio desta viagem à história da evolução humana através do ADN, a equipa de Pääbo disponibilizou na Internet, no início deste ano, toda a sequenciação do genoma dos denisovanos, para quem a quisesse usar na investigação. A leitura deste ADN antigo já era bastante rigorosa, graças a um método desenvolvido por Matthias Meyer, também do Instituto Max Planck, que permite ler até 30 vezes as letras do genoma (pequenas moléculas que compõem a grande molécula de ADN). Agora, a equipa aprofunda na Science as reflexões sobre essa informação e faz mais revelações, comparando o genoma da nossa espécie (os humanos modernos), dos denisovanos e dos neandertais.

"Pudemos confirmar que parentes de um indivíduo da gruta Denisova contribuíram geneticamente para os antepassados das pessoas actuais na Nova Guiné, mas esse fluxo genético não afectou o resto das pessoas da Eurásia continental, incluindo o Sudeste da Ásia continental", disse um dos autores do artigo, o geneticista David Reich, da Faculdade de Medicina de Harvard, numa conferência organizada pela revista. "No entanto, é claro que os denisovanos contribuíram com 3% a 5% de material genético para os genomas das pessoas da Austrália, Nova Guiné, os nativos das Filipinas e de algumas ilhas das redondezas. A confirmação foi muito forte", acrescentou.

Como se explica que o material genético dos denisovanos não se encontre sequer na Ásia continental, onde viveram, como mostra a falange e os dentes? "Diria que a mistura entre os denisovanos e os antepassados dos habitantes da Melanésia, Papuásia-Nova Guiné e aborígenes australianos deu-se provavelmente no Sudeste da Ásia continental. Quando os antepassados dos humanos modernos chegaram a essa área, encontraram-se com os denisovanos, misturaram-se e depois partiram para colonizar a Melanésia", disse Pääbo.

E agora vem a última descoberta, aquela que complica tudo. Envolve os neandertais, extintos há cerca de 28 mil anos e que durante mais de 150 anos estiveram no centro da polémica sobre se eles e nós tínhamos feito sexo e deixado descendentes. Sim, tinham já concluído outros estudos de Pääbo.

"As pessoas das regiões Leste da Eurásia [Ásia] e os nativos americanos têm mais material genético dos neandertais do que as da Europa, apesar de os neandertais terem vivido sobretudo na Europa, o que é mesmo muito interessante", considerou David Reich. "Vemos que há uma contribuição dos neandertais ligeiramente superior na Ásia do que na Europa- em cerca de 20% -, o que é surpreendente, porque os neandertais viveram na Oeste da Ásia e na Europa", acrescentou Pääbo.

Como aconteceu isto? De início, pensava-se que tinha havido um único intercâmbio genético entre neandertais e humanos modernos, que saíram de África há cerca de 50 mil anos.


Talvez quando os dois tipos de humanos se encontraram no Médio Oriente. Depois a nossa espécie espalhou-se pelo mundo inteiro e teria levado consigo essa herança.
 
 

16/10/2012

Xico

Esta mulher - Luísa Sobral - desperta paixões!
Música fabulosa.

15/10/2012

Orçamento de Estado

Carrega Zé...

Um aumento colossal:



14/10/2012

Indiana, um anjo

Um final de semana feliz e intenso na nossa praia alentejana. Confesso que não consegui resistir aos teus olhos azuis sobre o sorriso maroto.

E que dizer dos teus seios brancos levemente cobertos pelos longos cabelos acobreados nesta tarde outunal em que te banhaste sob o sol que se afasta?

Pareço estar a sonhar!

Indiana

Apenas compreenda!

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele se vira para o chinês e pergunta:
 
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
 
E o chinês responde:
 
 - Sim, e geralmente na mesma hora quando o seu vem cheirar as flores!
 
Conclusão: Respeitar a visão do outro é uma das virtudes que um ser hmano pode ter. As pessoas são diferentes, agem e pensam diferente.
 

13/10/2012

O prédio dos Angolanos

Nos últimos anos, o novo-riquismo angolano tornou-se lendário em Portugal. Dirigentes angolanos, suas famílias e associados de negócios têm estado a adquirir, nesta parte da península ibérica, alguns dos principais símbolos da opulência local.

Caso paradigmático é o do complexo residencial de luxo Estoril Sol Residence, que comporta três edifícios de uma arquitetura singular e controversa, no Estoril, na orla marítima de Lisboa.
 
O complexo tem dos apartamentos mais caros de Portugal, que variam do milhão a cerca de cinco milhões de euros por unidade. O complexo é bem conhecido como o "prédio dos angolanos", por serem estes os principais clientes do referido projecto imobiliário, inaugurado há dois anos, com a titularidade de perto de 30 apartamentos.
 
Numa breve investigação, Maka Angola apurou quem são os ricos angolanos com propriedades no Estoril Sol Residence.

O atual ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, António Domingos Pitra Costa Neto, é dono de cinco apartamentos na Torre Baía, no 3º, 5º, 7º, 9º e 14º andares, estando os primeiros quatro em nome da sua filha Katila Pitra da Costa, estudante.

Pitra Neto deverá ser o próximo presidente da Assembleia Nacional, depois das eleições de 31 de Agosto próximo, conforme cogitações emanadas da presidência de José Eduardo dos Santos.

Tanto no 9º como no 14º andar, o ministro Pitra Neto tem como vizinhos o casal Kopelipa. Fátima Geovetty, a esposa do ministro de Estado e chefe da Casa Militar, general Manuel Hélder Vieira Dias "Kopelipa", adquiriu dois apartamentos. O fiel escudeiro do general Kopelipa nos seus negócios privados, Domingos Manuel Inglês, fica a meio, no 12º andar.

Na torre ao lado, Cascais, o principal gestor de negócios um tanto obscuros do general, o português Ismênio Coelho Macedo, desfruta da grande vista para o mar, com um apartamento no 4º andar.

Outro comprador extraordinário é o ex-ministro das Finanças, José Pedro de Morais, com quatro apartamentos, também na Torre Baía, no 1º, 2º, 4º e 5º pisos.

Por sua vez, o brasileiro Valdomiro Minoro Dondo, também portador de nacionalidade angolana, tem um apartamento no 11º andar da Torre Estoril. Valdomiro Minoro Dondo tem cruzado negócios com o general Kopelipa, José Pedro de Morais, Pitra Neto, a família presidencial e outros influentes membros do regime. A sua formidável capacidade para o tráfico de influências conferiu-lhe o interessante título de "estrangeiro mais rico de Angola".

Por sua vez, outro brasileiro, associado a Minoro Dondo e a dirigentes angolanos, Gerson António de Sousa Nascimento é dono de um duplex, na Torre Estoril, no 6º e 7º andares.

O sócio e representante legal de alguns negócios de Welwitchia "Tchizé" dos Santos, Walter Virgínio Rodrigues, demonstrou que os negócios lhe têm corrido de feição e comprou um apartamento no 8º andar da Torre Estoril. Como celebração do contrato multimilionário realizado entre o Ministério da Comunicação Social e a empresa Westside Investments para a gestão privada do Canal 2 da Televisão Pública de Angola (TPA), a sócia maioritária, "Tchizé" dos Santos, agraciou-o com um bónus de US $500 mil, enquanto a filha do presidente atribuiu-se, a si própria, com fundos do erário público, um prémio de um milhão e meio de dólares.

Outro angolano que faz parte do selecto grupo de proprietários do Estoril Sol Residence é o antigo director da Endiama, Noé Baltazar.

Apesar dos preços, os angolanos, regra geral, compram vários apartamentos, de forma ostensiva. Algumas das aquisições levantaram suspeitas junto das autoridades judiciais portuguesas que, para o efeito, abriram inquéritos.

Um dos inquiridos, por suspeita de branqueamento de capitais, foi o presidente do Banco Espírito Santo Angola (BESA), Álvaro Sobrinho. A 2 de Setembro de 2010, Álvaro Sobrinho adquiriu seis apartamentos no referido complexo tendo inicialmente pago o valor de 9.5 milhões de euros, segundo investigações do Diário de Notícias. Os seus irmãos Sílvio e Emanuel Madaleno também são detentores de mais três apartamentos no Estoril Sol.

Há ainda os angolanos que optaram por usar testas de ferro mais discretos na aquisição de propriedades.

Entre o investimento legítimo e o branqueamento de capitais, Portugal continua a ser o destino preferido dos ricos angolanos e a sua melhor lavandaria financeira.

in http://makaangola.org/2012/07/26/o-predio-dos-angolanos-no-estoril-sol/
 



12/10/2012

Pelo menos há esperança

Pela primeira vez, uma procuradora!

11/10/2012

Primeiro dia de aulas

No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
 
A aula começa e a professora diz:
Vamos ver quem conhece a história americana.

Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?'

Silêncio total na sala.

Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick Henry em 1775, em Filadélfia'.

Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?'

Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'.

A professora olha os alunos e diz:

- 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do que vocês!'

Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: - 'Japonês filho da puta!'

- 'Quem foi?' - grita a professora

Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
- 'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'.

A turma fica super silenciosa... apenas se ouve do fundo da sala:
- 'Acho que vou vomitar'.

A professora grita: - 'Quem foi?'. E Suzuki: - 'George Bush Pai, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991'.

Um dos alunos diz: - 'Chupa o meu!'
E a professora, irritada: -'Acabou-se! Quem foi agora?'
E Suzuki, sem hesitações: - 'Bill Clinton a Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997'.


E outro aluno diz ao fundo: - 'Suzuki de merda!'
E Suzuki responde: - 'Valentino Rossi, no Grande Prémio do Brasil de Moto GP, no Rio de Janeiro, em 2002'.

A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o diretor, que diz: -'Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!

E Suzuki, bem alto: -'Nuno Crato para Miguel Relvas, em 2012, após ter recebido o relatório da inspeção feita à Universidade Lusófona ...

10/10/2012

Velhice

Um homem de 80 anos está sentado num banco de jardim, chorando copiosamente.

Um rapaz, que passava pelo local, fica comovido com a cena e senta-se ao seu lado, resolvendo meter conversa:

- O que o aflige, senhor?

- Sabe, eu estou apaixonado por uma moça de 22 anos...

- E o que há de mal nisso? O senhor não é correspondido?

- Claro que sou. Não é o que você está pensando. Nós moramos juntos, eu e ela, que é lindíssima. Toda manhã, antes de ela ir ao trabalho, nós transamos. À hora do almoço, ela volta para casa, nós transamos de novo e ela me prepara um dos meus pratos preferidos. De tarde, se ela tem tempo, ela volta para casa me faz muitos carinhos para me manter aceso e olhe que ela entende do assunto! E, finalmente, quando chega a noite, voltamos para o nosso ninho de amor ... a noite toda...

- Ora, então não entendo! Parece-me que vocês vivem uma relação perfeita. Porque é que o senhor está a chorar?

- Olhe, esqueci-me onde moro...


09/10/2012

"Mil Vietnames" acabaram mal

08/10/2012

Campos de reeducação, com eles!

Que os porcos serão sempre porcos, aqui está entrevista feita a um porco para o demonstrar.

E o porco, em tempos, disse ser católico!

DW África:
Agora à distância, como avalia a existência de campos de reeducação?

Joaquim Chissano:
Campos de reeducação, para nós, significavam exatamente isso: reeducação, reabilitação das pessoas. Foi pena que nós não [continuássemos] a ter campos de reeducação. Porque não eram campos de tortura, eram realmente de reeducação. A pessoa regenerava-se. Nós criámos campos para pessoas criminosas, pessoas que tinham roubado ou até tinham assassinado. E eram reabilitadas. Era um lugar onde as pessoas faziam a sua agricultura, tinham o seu rendimento, refaziam a sua vida, tinham alfabetização, aprendiam ofícios. E então viu-se que ali estávamos a criar um modelo de reeducação de pessoas que haveriam de ser inúteis na vida e poucos países fazem isto. Mas houve uma campanha muito forte contra isto. Mas o pior é que em 1980, a guerra alastrou-se a esses sítios e tiveram de ser descontinuados.

Toda a entrevista disponível aqui:
http://www.dw.de/dw/article/0,1564,16258686,00.html?maca=bra-newsletter_pt_africa_em_destaques-6779-html-newsletter

Para mais detalhes dos crimes frelimescos ver aqui e aqui.
Campo de reeducação com estes criminosos.

07/10/2012

Capitalismo lavado

Nos últimas semanas entraram malas de dinheiro em Portugal.

Dinheiro que havia saído ilegalmente, passou por cá, foi amnistiado, pagou imposto e voltou, quase todo, a sair. Sem cheiro nem mácula, uma limpeza. Limpando consciências. Limpando até culpas de casos como o Monte Branco, de Michel Canals. O cofre do Fisco é um lavatório.

É conhecido por uma sigla-palavrão, RERT III, e é basicamente uma amnistia fiscal.
Terminou ontem, não foi a primeira, foi a mais rentável de todas.

Estamos a falar de dinheiro, muito dinheiro, que ao longo de anos saiu ilegalmente de Portugal. Desde património que saiu depois do 25 de Abril até rendimentos escondidos incluindo, suspeita-se, rendimentos ilícitos. Estamos a falar de dinheiro não declarado ao Fisco, de capitais que saíram pelas enormes nesgas dos sistemas financeiros e dos seus intermediários.

Com esta amnistia fiscal, mais de 2,7 mil milhões de capitais que tinham fugido ilegalmente de Portugal vieram, nas últimas semanas, absolver-se de culpa. 2,7 mil milhões. É mais do que o Estado corta este ano em pensões e salários dos funcionários públicos.

Os Estados fazem estes programas por pragmatismo. O dinheiro não voltará doutro modo, mais vale abrir as carteiras e fechar os olhos.
Assim é em Portugal, como em Espanha. Quase sempre com grande incidência na Suíça, o país da lucrativa neutralidade. E fazem-no para ter receita fiscal na legalização e para ver capital entrar no país, melhorando a balança de pagamentos e injetando liquidez nos bancos.

Desta vez não foi assim. O Estado abdicou da entrada dos capitais, bastou-lhe cobrar um imposto, 7,5% sobre o capital legalizado. A receita ultrapassou os 200 milhões. O Governo fará disto um sucesso. É o imposto do branqueamento legal.

É pragmatismo limpo.
É capitalismo  sujo.

A Europa está tão ocupada com o risco sistémico que não lhe interessa o risco moral. Está tão sequiosa de capital que não lhe olha à proveniência. Os evasores, se pagarem, são capitalistas bem-vindos.
Não somos mais um Estado de bem, tornámo-nos um Estado de bens. Quem os tem, vem.

Há a moral, há a lei e depois há a justiça. E aqui há uma suspeita que se torna legítima, e que é grave.

Uma das razões para esta amnistia ter sido tão lucrativa foi o facto de o dinheiro não ter de ficar em Portugal, viajou num vaivém, aninhando-se de novo nas almofadas de uma conta estrangeira onde não se fazem perguntas. Mas há outra razão. A operação Monte Branco. Ou um enorme calafrio.

Como o Negócios hoje revela, nas últimas semanas houve uma corrida à amnistia. Na base dessa corrida terá estado a mediatização do caso Monte Branco, de Michel Canals, e o profuso noticiário sobre gente suspeita, buscada e escutada, que encheu a quota nacional de escândalos de colarinho branco. O próprio secretário de Estado Paulo Núncio admitiu já a correlação.

A pergunta é: é para isso que a Justiça se faz notícia, para causar medo e levar os endinheirados a pagar impostos?

Quando alguém adere ao RERT, assina um papel em que assume ter tirado ilegalmente dinheiro de Portugal. É uma confissão de culpa, arquivada no esquecimento do sistema. Em troca, paga 7,5% para ser amnistiado. É uma fatura comprada de inocência.

Isto não é justiça, é cobrança de impostos. Já vimos disto na Operação Furacão e está criada a expetativa de arquivamento de casos de evasão fiscal da Operação Monte Branco se os suspeitos pagarem as dívidas que lhes puserem à frente. É difícil ser mais eficaz e, ao mesmo tempo, assustador.

Será por isso que os "famosos" que são arguidos, escutados, denunciados nunca são sequer julgados? Porque pagam para não o serem? E, pior, será para levá-los a isso que o circo é montado, manipulando a Justiça? Não, não pode ser verdade. Deve ser o ar de agosto, sol a mais, as férias, o sal do mar pelas narinas. Ou então…
Não, não pode ser.

Pedro Santos Guerreiro
in «Jornal de Negócios», 06.08.2012