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24/04/2013

Alá farta-se um dia destes

No reino da estupidez, a Síria de hoje, ditador de um lado, opositores tresloucados, não respeitam templos, hospitais, escolas e população civil.

Na cidade mártir de Aleppo, o minarete da mesquita é derrubado à bomba na troca de tiros entre inimigos. Enquanto berram como porcos, mostram como se faz de uma mesquita um quartel...

Alá é grande mas, um dia destes, farta-se de tanta estupidez!
حلب تدمير مئذنة الجامع الاموي الكبير

11/03/2013

Madrid 2004

Terroristas atacaram em Atocha, Madrid:

09/10/2012

"Mil Vietnames" acabaram mal

04/09/2012

A derrota dos amigos do PCP

CNN Breaking News

Data: 4 de Setembro de 2012 18:59:03 WEST

Colombian government and FARC guerrillas to begin peace talks in October in Oslo, Norway, says Colombian president.

*Get more from CNN International*


24/07/2012

A Verdade...

O "camarada" Armando Guebuza diz que a história da Frelimo está a ser atacada. Ora, ninguém (moçambicano) tem atacado a história da Frelimo.


Que o senhor Guebuza se lembre com que emoção recebemos a Frelimo em 1974 depois dos Acordos de Lusaka. O que se tem atacado são os falsos depoimentos e não menos à falta de honestidade para se falar do que realmente aconteceu durante os 10 anos da Luta para a independência do país.


Descobrimos ao longo dos 37 anos que parte do que nos fizeram cantar É FALSO.


Começou-se a partir disso a questionar-se. Se não se questionasse, ainda ficaríamos com a história de que Eduardo Mondlane morreu no seu escritório. Estaríamos ainda a acreditar que quem matou Eduardo Mondlane foi Uria Simango. Se não se questionasse, não teríamos sabido aquilo que Fanuel Mahluza nos deixou e que por sinal nenhum desses fundadores da Frelimo, ainda vivos, ousou confrontá-lo.

Quem nunca se preocupou em saber a verdadeira história ainda acredita que Filipe Magaia foi morto por um tiro do exército colonial. Quem nunca questionou a história nunca saberá das circunstâncias da morte de Silvério Nungo. E aí muita coisa que nestes falsos depoimentos não se diz senão pôr uns a falarem como se estivessem com
jovens da minha geração, em 1974/75.


Guebuza e outros dirigentes da Frelimo devem saber que é o que ainda não foi contado que nos preocupa em saber e NUNCA MAIS aceitaremos cantar Joana, Verónica, Simango, Gumane, Murupa de reacionários.


Joaquim Chissano, Marcelino dos Santos, Armando Guebuza, Mariano Matsinhe, etc. deviam ter tido coragem e talvez aproveitar este momento para se reconciliar com os outros fundadores da Frelimo e falarem dessa fundada em 1962, essa que faz 50 anos. Ao invés de procurarem desconhecidos para proclamá-los heróis, deviam convidar António Palange, Vicente Ululu, Paulo Murupa (diz-se que está vivo), João Craveirinha, Francisco Moisés Nota, António Disse Zengazenga, entre outros compatriotas para num debate franco e honesto, de reconciliação em volta da FRELIMO, Frente de Libertação de Moçambique, deixarem a verdadeira história do movimento sem se confundir com o partido Frelimo.


Como não tiveram essa coragem, continuaremos a procurar por via informal a versão da verdadeira história por ou- tros que a conhecem e isso não significa atacar a história da Frelimo, mas sim reconstruí-la.


António Kawaria 

31/10/2011

Dia dos bruxos

Hoje é dia de Halloween.

20/10/2011

Finalmente... despachado

O ditador Kadafi acaba de ser capturado e morto.
Anos e anos de sofrimento para líbios.

Acabou a palhaçada!

11/09/2011

Uma catástrofe que não mudou o mundo

O 11 de Setembro foi um acontecimento trágico e impressionante que levou os contemporâneos a pensar que o mundo entrara numa nova era. Não foram apenas os neoconservadores americanos a pensá-lo. "Depois do 11 de Setembro de 2001, entrámos numa espécie de terceira guerra mundial, de novo tipo, que se caracteriza por conflitos permanentes em que se imbricam guerras regionais, crises que ameaçam as grandes potências e um terrorismo de massa" - declarava o francês Pierre Lellouche em Março de 2003, no momento da invasão do Iraque.

O atentado criou a imagem de um mundo imprevisível e incontrolável. O "mundo muda porque a América mudou", corrigiu o historiador britânico Timothy Garton-Ash: o ataque traumatizou uma América até então segura e invulnerável dentro das suas fronteiras. Os americanos passaram do optimismo dos anos 90 - resultado da vitória na Guerra Fria e da globalização económica - para uma era de medo, fúria e desmesura. O 11 de Setembro teve enorme impacto político a curto prazo. Fez mudar as prioridades da Administração Bush, então focadas no plano interno. A sua política externa centrava-se na Rússia e na China e o terrorismo não era uma preocupação excessiva. Bush respondeu ao desastre com a "guerra global ao terror", visando não apenas a Al-Qaeda mas o "terrorismo global".

O trauma deu lugar a uma vertigem de sucesso. Mudaram as relações dos EUA com o mundo. Fraturou-se a velha aliança ocidental da Guerra Fria, dividiu-se a Europa. Os EUA invadiram o Iraque para a seguir lançarem o programa de "mudança de regime" no "Grande Médio Oriente". Se o ataque ao Afeganistão foi uma resposta à Al-Qaeda, já o Iraque é uma "guerra de opção".

Dez anos depois, há a noção clara de que 2001 é um grande momento trágico, mas não fundador de uma nova ordem (ou desordem) mundial como o foram 1945 ou 1989-91. O fim da II Guerra Mundial criou uma ordem bipolar - EUA/URSS - em volta da qual se teciam as relações internacionais. A queda do Muro de Berlim (1989) e a dissolução da URSS (1991) encerraram esse mundo bipoloar, mudando pela raiz o mapa geopolítico.
Não se trata de minimizar o impacto do 11 de Setembro na cena internacional, mas de corrigir "a natural tendência [da época] para dizer que os ataques mudaram tudo" (Melvyn Leffler, Foreign Affairs).

O declínio americano
Quando se compara o mundo de 2011 com o de 2001, os analistas constatam que, em dez anos, os EUA sofreram uma extraordinária perda do poder político global que detinham na véspera do 11 de Setembro. Se os Estados Unidos projetavam em 2001 uma imagem de poderio quase ilimitado, no segundo mandato de Bush começou a discussão sobre o "declínio americano". Devemos ter o cuidado de não tomar a cronologia por causalidade.

Há duas datas marcantes na mudança de ótica. Em 2006, o relatório Baker-Hamilton destruía o mito de que "estamos a vencer" no Iraque e enterrava a "guerra ao terror", sugerindo como saída uma "ofensiva diplomática geral" - o que, relutantemente, Bush começará a fazer.

A segunda data é 2008, o ano da falência do Lehman Brothers, que quase fez ruir o sistema financeiro e pôs em causa a credibilidade do modelo capitalista americano. A Foreign Affairs publicou um número intitulado - "Está a América em declínio?" O National Intelligence Council concluía no seu estudo de prospetiva - Global Trends 2025: "Apesar de os Estados Unidos permanecerem como principal potência, a dominação americana será severamente reduzida." A erosão da supremacia "será acelerada nas áreas política, económica e, possivelmente, cultural".

A invasão do Iraque - agravada pela imagem de Guantánamo e Abou Ghraib - enfraqueceu a posição estratégica dos Estados Unidos no Médio Oriente, em benefício do Irão, e afetou drasticamente a sua credibilidade política no mundo. É, no entanto, um factor de segundo plano no declínio do "poder global" americano.

O grande fator é a ascensão da China. A deslocação do centro do mundo para a Ásia e a concorrência económica e política das novas potências emergentes - da Índia ao Brasil - foram drasticamente aceleradas pela crise de 2008.

Os EUA atravessam uma crise económica e uma guerra de valores - a do Tea Party -, mas enfraquecimento não é sinónimo de declínio. Num best-seller de 2008 - O Mundo Pós-Americano -, o jornalista Fareed Zakaria equacionava o problema: "Como pode a América sobreviver à ascensão do resto?" Mais que declínio, os EUA defrontam-se com uma inédita limitação do seu poder na arena internacional.

Em Washington, os "China firsters" triunfaram sobre os "Al-Qaeda firsters" do primeiro mandato de Bush. É o regresso à geopolítica após o parênteses da "guerra ao terror". A China é o problema. A ameaça mudou. Advertia em 2010 o almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Interarmas: "A maior ameaça à nossa segurança nacional é a nossa dívida."

"O 11 de Setembro é um importante acontecimento, mas não foi a causa de nenhuma viragem maior na geopolítica, nem de nenhuma viragem maior na geo-economia", conclui o analista americano David Rothkopf. Importantes são a crise de 2008 e a ascensão da China e dos "emergentes".

Bin Laden
O terrorismo - "a deliberada criação e exploração do medo para obter resultados políticos" - não desapareceu. Uma das lições do 11 de Setembro é que, quando se trata de terrorismo, nunca se pode excluir a mais improvável hipótese, lembra o investigador Bruce Hoffman. Mas deixou de servir de fundamento da estratégia política, como durante a "guerra ao terror global".

Analistas americanos falaram em vitória de Bin Laden. O 11 de Setembro, "enquanto ato de terrorismo, acto criminoso, foi um sucesso. Revelou um milhão de falhas no sistema de segurança nacional e isto foi catastrófico para o país, em termos psicológicos e custos humanos", frisa o historiador Julian Zelizer. Acrescenta o analista Stephen Walt: "Um dos primeiros objectivos [de Bin Laden] era atrair os EUA para custosas e prolongadas guerras no mundo muçulmano e, com a nossa ajuda, conseguiu-o." Rothkopf sublinha o "exagero de reação", o atoleiro do Iraque e a prática da tortura: "O objetivo do terrorismo é agir e esperar que isso suscite uma resposta do inimigo que lhe provoque mais danos do que o acto inicial."

Foi um vitória de Pirro. A Al-Qaeda falhou radicalmente: não conseguiu derrubar nenhum governo árabe ou muçulmano, o seu supremo objetivo estratégico. Bin Laden foi morto em Maio. Já era "irrelevante" no mundo árabe. Rached Gannouchi, líder islamista tunisino, disse que Bin Laden "morreu na Tunísia", em Janeiro. As "revoluções árabes" mostram quão longe vai o universo do 11 de Setembro.

Jorge Almeida Fernandes
in 
«Público», 11.09.2011

NY 11.09

Passaram 10 anos sobre o bárbaro atentado terrorista sobre a Torres Gémeas de Nova Iorque, a 11 de setembro de 2001.

Solidariedade de Cuba, a verdadeira.

Hoje, de novo, somos todos americanos!

23/08/2011

Hackney Riots, woman gives real talk speech.

Londres foi alvo de ataques selvagens por parte de selvagens.

Os mais prejudicados serão os mais pobres.

O interessante é que há quem não se cale e denuncie a vergonha: uma mulher tomou a iniciativa de "discursar" para tais selvagens e chamar os bois pelos nomes:

22/07/2011

Defender Oslo, defender a Civilização e a Paz

Hoje, a pacífica cidade de Oslo foi alvo de um cobarde ataque à bomba por parte de fanáticos.
É preciso defender a Civilização da ofensiva dos novos bárbaros.



15/05/2011

Uma quinzena depois

Esperamos ansiosamente pelo cliente seguinte, Khadafi.


08/05/2011

Missa do 7º dia

Faz hoje uma semana que o mundo se livrou do fanático terrorista-mor.
É motivo de festa mas é preciso manter alerta contra outras "cobras" em roda livre.

02/05/2011

O diabo foi morto

03:52 h - Osama bin Laden is dead, CNN reports, citing sources. Statement from U.S. President Barack Obama to come.

Excelentes notícias chegaram de Washington, EUA, durante esta noite, dando conta de que um grupo de agentes especiais das Forças Armadas norte-americanas e da CIA descobriram o covil de Osama Bin Laden e liquidaram-no, ontem, 1 de maio.
Fabulosa de comemoração do Dia do Trabalhador, com um excelente trabalho!

Na verdade, trata-se da segunda morte da "cobra":
Desde do princípio de janeiro de 2011, a chamada Primavera Árabe, iniciada na Tunísia, vem abalando e derrubando sucessivas ditaduras do norte de África e Médio Oriente. E se é certo que ainda não se sabe para que lado tombam as revoluções há, pelo menos a evidência de um forte desejo de democracia.

Essa foi, portanto, a primeira morte de Bin Laden, não há sinais de adesão à sua lógica bombista. Pelo contrário!

A segunda morte ocorreu em Abbottabad, Paquistão e em local [x] que lança uma forte suspeita de conivência dos serviços secretos desse país. Sem dúvida, uma matéria a seguir e que não deixará de ter uma forte resposta norte-americana.


19/11/2010

Bem-vindos a Lisboa

Tem hoje início a Cimeira da NATO em Lisboa.

Saudemos os países da Liberdade e Democracia que resistiram ao Império Soviético e que hoje defendem a estabilidade e paz internacional em diversos locais do Mundo: do leste Europeu e do Polo Norte ao Oriente Médio.

Contra o terrorismo e as ditaduras e seus representantes.

05/09/2010

O fim do terror?

É preciso desconfiar sempre dos terroristas. E estes, são tenebrosos, fanáticos, terroristas puros.

Em todo o caso, a ETA sofreu um duro golpe com a prisão dos seus principais cabecilhas pelo que, pelo menos, haverá alguma esperança de que seja o fim do martírio dos bascos e dos espanhóis em geral.

Hoje, anunciou que não levará a cabo mais "ações armadas" na sua campanha pela independência para - esta é de rir - "pôr em marcha um processo democrático".

03/08/2010

Aniversário do diabo

É difícil dizer isto mas, para casos de incorrigíveis criminosos, só fazem falta as balas que se perdem.

Foi o caso de Jonas Malheiro Savimbi, nascido a 3 de Agosto de 1934, que na sua terrível ambição de alcançar o poder - uma tradição bem africana - não hesitou em lançar Angola numa desumana guerra cívil, em 1992.

Capaz de fazer pactos com o próprio diabo, Savimbi já anteriormnete se tinha aliado com o colonialismo português para combater o MPLA, com a China para combater os soviéticos e com o apartheid para combater os cubanos.

Na data do aniversário do nascimento deste diabo, vale a pena mostrar com que companhia andava em 1991, numa curiosa aliança entre o socialismo português e o tribalismo africano:

06/07/2010

O arrastão que não existe

O pânico gerou-se ontem ao início da tarde na praia de Carcavelos, quando centenas de indivíduos, em bandos, começaram de repente a assaltar e a agredir os banhistas. Uma situação já algumas vezes vista na Brasil, mas nunca em Portugal. "As forças de segurança ficaram supreendidas", disse ao DN fonte policial, que apelou para que os "políticos saibam ler estes sinais".

Os distúrbios terão tido início quando uma bando roubou um fio de ouro a um imigrante de Leste, espancando-o, contou ao DN Bruno Marques, um dos banhistas presentes no local. Esta situação foi testemunhada pela responsável de um café da zona, que logo fechou o estabelecimento e chamou a polícia. O tempo de chegada das forças de segurança, ainda que curto, foi suficiente para que, como que por simpatia, outros bandos que ali tomavam banhos de sol aproveitassem a oportunidade para tentar a sua sorte.

Gerou-se, então, o caos. Várias crianças perderam-se dos pais, com os bandos a assaltarem quem estivesse mais a jeito, agredindo os que ofereciam resistência.

Nada fazia prever que aquela onda de violência surgisse tão de repente. De acordo com fonte policial, os bandos eram banhistas que, aliás, são frequentadores habituais daquela praia. "Reagiram por simpatia ao verificarem a oportunidade", contou. Não houve, portanto, nenhum assalto organizado à praia, nem qualquer estratégia concertada entre gangs. "A pólvora estava lá e bastou que alguém acendesse o rastilho", explicou o interlocutor do DN.

As forças de segurança chegaram em poucos minutos para restabelecer a ordem na praia. Os bandos dirigiram-se então para a estação de comboios de Carcavelos, deixando, pelo caminho, sinais da sua passagem. Registaram-se outros assaltos num centro comercial, assim como a várias pessoas com quem se cruzaram.

Os distúrbios continuaram dentro do comboio, ainda que estivessem vigiados pelos homens do Serviço de Intervenção Rápida da PSP. Saíram na Estação de Algés, prosseguindo a onda de violência, que outros bandos também provocaram em Oeiras. "Nunca tal tínhamos visto", disse a polícia ao DN, lembrando um episódio ocorrido na praia do Tamariz (Estoril), fez ontem um ano, curiosamente, mas sem as repercussões registadas em Carcavelos, onde foi impossível contabilizar o número de assaltantes. Teriam sido 500? Mil? Dois mil? A fonte do DN, com vasta experiência profissional, não se coibiu de apontar para os dois mil. O Comando Metropolitano de Lisboa acabou por emitir um pequeno comunicado apresentando apenas os resultados da ocorrência três civis e dois polícias feridos; foram detidas quatro pessoas, que chegaram a oferecer resistência.

De acordo com o comissário Gonçalves Pereira, da Divisão de Cascais, deslocaram-se à praia de Carcavelos cerca de 60 agentes, incluindo o Corpo de Intervenção. A ação da polícia visou "limpar" a praia, de forma a restabelecer a ordem e a segurança.

Em conversa com o DN, vários banhistas mostraram receio de voltar a frequentar aquela praia. Joaquim Rosado não estava no local quando ocorreu a confusão, mas a caminho de Carcavelos viu várias perseguições de carros e motas da polícia. Outro banhista, Paulo Pereira, viu vários indivíduos a atirar objectos contra as forças de segurança. Na altura sentiu receio, apesar de não perceber bem o que estava a acontecer.

Segundo Carla Gabriel, os assaltos "por arrastão" são frequentes naquela praia devido à falta de policiamento. "A insegurança é cada vez maior. Inclusivamente, um dos nadadores-salvadores já se demitiu por ser alvo de constantes agressões", contou.

"NÃO SÃO DE CASCAIS". O presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Capucho, apressou-se a afirmar que as "centenas de marginais" que invadiram a praia de Carcavelos e assaltaram banhistas são de outros concelhos. "Esta situação só é possível face ao reduzido número de efetivos da PSP de Cascais, incapazes de atuar preventivamente perante situações similares", realçou o autarca, acrescentando que "isto ocorre precisamente quando, no município, o contingente da PSP, em lugar de ser reforçado, foi reduzido na sequência dos lamentáveis assassínios de agentes da corporação na Amadora".

Marta Amado
in «DN», 11.06.2005

Em 04.07.2010, mais um acontecimento que não aconteceu é reportado no mesmo jornal com o título de «Insegurança no Tamariz leva banhistas a mudar de praia». Mais uma invenção das forças reacionárias... diria o taliban Daniel Sousa.

O Ministro da Administração Interna, o impagável maçon Rui Pereira comentará, certamente, que há vários dias estava a seguir os acontecimentos e, nesse âmbito, procedeu à alteração da Época Balnear, tendo em vista tornar ilegal o uso de armas brancas fora da época Outono-Inverno.

28/02/2010

Ditador, terrorista e palhaço

Muammar Khadafi, o ditador terrorista que há 41 anos dirige a Líbia e que, na cena internacional é useiro na figura de palhaço, lançou uma jihad sobre a Suiça, na sequência dos problemas abertos pelo filho Hannibal, em 2008, com as autoridades helvéticas.

«Qualquer muçulmano em todo o mundo que esteja trabalhando com a Suíça é um apóstata, é contra Maomé, contra Deus e contra o Alcorão", disse Kadafi durante um evento de comemoração do nascimento do profeta, realizado na cidade líbia de Benghazi. Ele afirmou que a Suíça é um "Estado infiel e obsceno, que está destruindo mesquitas", referindo-se à proibição de construir minaretes, determinada por um referendo suíço», diz o ditador.

A União Europeia e as Nações Unidas já consideraram as declarações como inaceitáveis.

Enfim, o homem voltou a ter uma recaída.

10/01/2010

Turras estúpidos

FLECs, incapazes de distinguir guerra e desporto, acabam de dar um tiro no próprio pé!
Eis o que dizem os turras, responsáveis pelo ataque à seleção nacional de futebol do Togo:

"Os dois pedestais do nosso Movimento de Liberação são a qualidade das nossas ações e um determinismo para a Liberação Total de Cabinda sempre irrepreensível. Somos as Forças emergentes da Mudança para a vossa inteira satisfação.

O nosso Programa de combate já muito variada continuamente é adaptado às necessidades crescentes dos nossos agressores e invasores vindos das savanas austrais Angolanas.

Graças à uma organização militar de qualidade, tivemos êxito a estabelecer-se sobre um setor muito disputado.

A FLEC/Posição Militar é o movimento nacional do todos Cabindêses e aberto aos todos os Horizontes com todos os que trabalham realmente para a Liberdade Real, a Justiça Equitativa e a Paz efetiva.

Sabemos fazer a diferença, os nossos militantes e novos aderindo reconhecem-o.
O Conselho CentralForças de Libertação do Estado de Cabinda/Posição Militar"