A loira chegou ao hotel e como estava muito calor, abriu a janela.
Mas, começaram a entrar vários mosquitos.
Então, ela ligou para a receção e reclamou:
- Boa noite, estou com muito calor e com a janela aberta vários mosquitos entraram no meu quarto e estão-me a incomodar.
- Se a Senhora desligar as luzes do seu quarto, eles vão-se embora - disse-lhe o rececionista
Ela fez o que ele disse e realmente eles foram embora.
Depois de um tempo, começaram a entrar vários pirilampos e, então ela voltou a ligar para a receção a reclamar.
E o rececionista perguntou:
- Mas o que foi agora?
Ela responde:
- Não resolveu nada! Os mosquitos voltaram com lanternas!
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11/11/2013
21/03/2013
21/12/2012
12/02/2012
Tempestade sobre Maputo
Tempestade impressionante sobre a cidade de Maputo, a 11/02/2012 (filme concentrado em 2 minutos).
Raios e coriscos sobre Guebuza!
Raios e coriscos sobre Guebuza!
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Clima
02/02/2011
22/01/2011
15/04/2010
Tromba de água em Lisboa
Uma calamidade nunca vem só. Lisboa, 14.04.2010, sob influência de uma tromba de água, socialista, concerteza.
Fotos recebidas da Internet

Fotos recebidas da Internet

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Clima
08/03/2010
Aquecimento global
Depois de todas as fraudes associadas ao chamado climategate, a recente onde de frio que há meses atinge o hemisfério norte (congelamento do mar Báltico, recorde de neve na América, etc.) desmente o "profeta" Al Gore.
Como se diz agora, onde é o Aquecimento Global que eu quero ir para lá...
Para completar os azares, a revista «The Weekly Standard», datada de 15 de Março, põe o profeta em xeque, na sua capa...
Como se diz agora, onde é o Aquecimento Global que eu quero ir para lá...
Para completar os azares, a revista «The Weekly Standard», datada de 15 de Março, põe o profeta em xeque, na sua capa...
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Clima
03/03/2010
01/03/2010
O (des)aquecimento global
O fim da teoria do aquecimento global
Perante o frio de rachar que desde há muito se faz sentir no hemisfério Norte, os adeptos da teoria do aquecimento global – na designação internacional AGW, de Anthropogenic Global Warming – têm andado prudentemente calados.
Não é caso para menos, tendo em conta também a avalanche de revelações que têm vindo a público, denunciando as manipulações de dados e mesmo as fraudes praticadas pelos (pseudo) cientistas do IPCC e de outras organizações congéneres, a ponto de já circular na net uma petição a exigir a retirado do prémio Nobel a Al Gore e ao IPCC.
Em todo o caso, alguns dos adeptos do AGW ainda guardam alguma esperança de que, com o passar do tempo, se vá atenuando o furor despertado na comunidade internacional pelas revelações do Climategate. E, quem sabe, num puro exercício de whishful thinking, talvez ainda acreditem que tudo venha a ser esquecido e se torne possível regressar aos “bons” velhos tempos em que se deliciavam a aterrorizar toda a gente com as emissões de dióxido de carbono.
Felizmente estão enganados. No entanto, tenhamos isso presente, a teoria do AGW ainda permite aos alarmistas condicionar a política energética dos governos. Particularmente em Portugal, em que os fanáticos do AGW ou estão no governo ou dispõem de forte influência junto do mesmo, há muito que se fazem sentir os efeitos nefastos de uma política de energias renováveis que contempla os produtores com subsídios escandalosos, agravando de forma insuportável os preços da energia eléctrica paga pelos consumidores, sobretudo os consumidores domésticos, aos quais, para que conste, o ardiloso Decreto Lei 90/2006, do anterior governo Sócrates, veio imputar praticamente a totalidade dos sobrecustos das renováveis.
É por isso que todas as oportunidades são poucas para recordar aos decisores políticos que a teoria do AGW está morta e enterrada e que só os ingénuos, os distraídos, ou os que têm algo a ganhar com o assunto, é que ainda vêm a público defendê-la.
As conclusões de tudo quanto tem vindo a ser conhecido, mesmo depois do Climategate, não deixa dúvidas: se a teoria do AGW ainda não está morta e enterrada, como seria desejável, está em franco declínio.
Aos decisores políticos só falta terem a coragem de reconhecer que andaram a ser deliberadamente enganados pelos cientistas do IPCC e organizações congéneres, declarando, em conformidade, que a teoria do AGW deixará de constituir qualquer limitação para a definição das suas políticas energéticas.
Jorge Pacheco de Oliveira
in «Mitos Climáticos», 16.02.2010
Perante o frio de rachar que desde há muito se faz sentir no hemisfério Norte, os adeptos da teoria do aquecimento global – na designação internacional AGW, de Anthropogenic Global Warming – têm andado prudentemente calados.
Não é caso para menos, tendo em conta também a avalanche de revelações que têm vindo a público, denunciando as manipulações de dados e mesmo as fraudes praticadas pelos (pseudo) cientistas do IPCC e de outras organizações congéneres, a ponto de já circular na net uma petição a exigir a retirado do prémio Nobel a Al Gore e ao IPCC.
Em todo o caso, alguns dos adeptos do AGW ainda guardam alguma esperança de que, com o passar do tempo, se vá atenuando o furor despertado na comunidade internacional pelas revelações do Climategate. E, quem sabe, num puro exercício de whishful thinking, talvez ainda acreditem que tudo venha a ser esquecido e se torne possível regressar aos “bons” velhos tempos em que se deliciavam a aterrorizar toda a gente com as emissões de dióxido de carbono.
Felizmente estão enganados. No entanto, tenhamos isso presente, a teoria do AGW ainda permite aos alarmistas condicionar a política energética dos governos. Particularmente em Portugal, em que os fanáticos do AGW ou estão no governo ou dispõem de forte influência junto do mesmo, há muito que se fazem sentir os efeitos nefastos de uma política de energias renováveis que contempla os produtores com subsídios escandalosos, agravando de forma insuportável os preços da energia eléctrica paga pelos consumidores, sobretudo os consumidores domésticos, aos quais, para que conste, o ardiloso Decreto Lei 90/2006, do anterior governo Sócrates, veio imputar praticamente a totalidade dos sobrecustos das renováveis.
É por isso que todas as oportunidades são poucas para recordar aos decisores políticos que a teoria do AGW está morta e enterrada e que só os ingénuos, os distraídos, ou os que têm algo a ganhar com o assunto, é que ainda vêm a público defendê-la.
As conclusões de tudo quanto tem vindo a ser conhecido, mesmo depois do Climategate, não deixa dúvidas: se a teoria do AGW ainda não está morta e enterrada, como seria desejável, está em franco declínio.
Aos decisores políticos só falta terem a coragem de reconhecer que andaram a ser deliberadamente enganados pelos cientistas do IPCC e organizações congéneres, declarando, em conformidade, que a teoria do AGW deixará de constituir qualquer limitação para a definição das suas políticas energéticas.
Jorge Pacheco de Oliveira
in «Mitos Climáticos», 16.02.2010
22/02/2010
Somos todos madeirenses
A catástrofe que se abateu sobre a Ilha da Madeira tornou evidente como tantas vezes se perde tempo com mesquinhices e insignificâncias. Ainda há dias, parecia importante discutir o "orçamento das regiões" e, finalmente, somos levados a perceber como era uma poeira para os olhos e as mentes.
Alberto João Jardim, que tem obra feita na Região, perante o drama, mostra mais uma vez que não baixa os braços, que tem capacidade de mobilizar meios e vontades para salvar os vivos e homenagear os mortos. Sem dúvida, é o herói do momento!
Importa, por uma vez, reconhecer que o governo de Portugal reagiu com prontidão e responsabilidade.
Bem ficaria que fizesse aprovar um imposto especial de apoio ao povo madeirense - qualquer coisa como +1% de IRS em Março (em 1990, na Alemanha, foi aprovado um imposto de apoio ao Leste). Ainda que a solidariedade não seja obrigatória, era um enorme e merecido sinal de que todos os portugueses estão com os seus compatriotas da Madeira.
Alberto João Jardim, que tem obra feita na Região, perante o drama, mostra mais uma vez que não baixa os braços, que tem capacidade de mobilizar meios e vontades para salvar os vivos e homenagear os mortos. Sem dúvida, é o herói do momento!
Importa, por uma vez, reconhecer que o governo de Portugal reagiu com prontidão e responsabilidade.
Bem ficaria que fizesse aprovar um imposto especial de apoio ao povo madeirense - qualquer coisa como +1% de IRS em Março (em 1990, na Alemanha, foi aprovado um imposto de apoio ao Leste). Ainda que a solidariedade não seja obrigatória, era um enorme e merecido sinal de que todos os portugueses estão com os seus compatriotas da Madeira.
13/02/2010
Leituras fortemente recomendadas
«O Património Genético Português - A história humana preservada nos genes» de Luísa Pereira e Filipa Ribeiro e «O longo Verão - como o clima mudou a Civilização» de Brian Fagan são duas obras que se completam fantasticamente:
- a primeira, a propósito da apresentação genética dos portugueses, faz uma fabulosa descrição da evolução do homem saído de África e que migra pelo mundo e pela Europa;
- a segunda apresenta os ciclos de mudança climática e as suas consequências na evolução e migração humana, os percursos dos humanos pelo planeta, de África à Euro-Ásia e à América.
A não perder:
21/01/2010
Batota climática
Os glaciares dos Himalaias não estão à beira de desaparecer já em 2035, como dizia o último relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o grupo de cientistas que colige o que se sabe de certo sobre o aquecimento global e os seus efeitos no planeta. O grupo, que trabalha sob a égide da ONU, emitiu ontem uma nota em que diz “lamentar a fraca aplicação dos procedimentos bem estabelecidos” no relatório de 2007.
Os cientistas foram apanhados num erro de palmatória: usaram dados especulativos que remontam a uma entrevista dada pelo cientista Syed Iqbal Hasnain à revista de divulgação científica New Scientist em 1999. Não foram publicados numa revista científi ca, não foram revistos pelos pares — nem confirmados experimentalmente.
E acabaram num relatório de 2005 do Fundo Mundial para a Natureza (também sem revisão pelos pares), que foi usado como fonte pelos cientistas que preparam o relatório sobre a Ásia do Grupo de Trabalho 2 do relatório do IPCC.
O IPCC garante agora que no próximo relatório, em 2013 ou 2014, o estado dos glaciares merecerá uma análise atenta.
in «Público» 21.01.2010
Os cientistas foram apanhados num erro de palmatória: usaram dados especulativos que remontam a uma entrevista dada pelo cientista Syed Iqbal Hasnain à revista de divulgação científica New Scientist em 1999. Não foram publicados numa revista científi ca, não foram revistos pelos pares — nem confirmados experimentalmente.
E acabaram num relatório de 2005 do Fundo Mundial para a Natureza (também sem revisão pelos pares), que foi usado como fonte pelos cientistas que preparam o relatório sobre a Ásia do Grupo de Trabalho 2 do relatório do IPCC.
O IPCC garante agora que no próximo relatório, em 2013 ou 2014, o estado dos glaciares merecerá uma análise atenta.
in «Público» 21.01.2010
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Clima
15/01/2010
O clima sempre mudou
A Oscilação do Atlântico Norte - North Atlantic Oscillation (NAO) é uma gangorra (ou balancé) irregular de mudanças na pressão atmosférica entre a alta contínua sobre as Ilhas dos Açores, no Atlântico, e uma baixa que permanece sobre a Islândia. As mudanças da NAO fazem parte da complexa dinâmica entre oceano e atmosfera no Atlântico Norte, que ainda hoje é pouco compreendida.
Mas a NAO tem importância crítica, pois afeta a posição e a força de tormentas no Atlântico Norte, que levam chuva para a Europa e partes da Eurásia. Quando a baixa pressão persiste sobre a Islândia e a alta pressão se forma próximo a Portugal e os Açores, ventos de oeste persistem sobre o Atlântico Norte, tempestades de inverno são fortes, chuvas na Europa Setentrional são abundantes e temperaturas de inverno são amenas. Inverta-se o índice de "alto" para "baixo", quando a pressão é alta no norte e baixa no sul, e a Europa sofre com temperaturas muito mais frias de inverno enquanto os ventos de oeste ficam mais fracos. Um ar extremamente frio sopra do sul e do oeste do Pólo Norte e da Sibéria.
Ninguém conseguiu ainda prever as alterações da NAO, que pode permanecer em "alta" ou em "baixa" por sete anos ou mais, até mesmo por décadas, mas às vezes está sujeita a mudanças rápidas.
Há outro gradiente de pressão que também afeta os invernos da Europa. Durante "baixas" extremas, formam-se sistemas de alta pressão constante entre a Groenlândia e a Escandinávia. As temperaturas ficam então acima da média na Groenlândia e muito mais baixas do que o normal tanto no norte da Europa quanto no leste da América do Norte. Quando a pressão sobre a Groenlândia é mais baixa do que na Europa, invertem-se as temperaturas, e os invernos europeus são mais amenos. Essa "baixa na Groenlândia" deve ter persistido durante os séculos de aquecimento.
O comportamento da NAO depende de muitos factores complexos, entre eles as temperaturas da superfície da água no Atlântico, das águas mornas na Corrente do Golfo e dos poderosos mergulhos perto do sul da Groenlândia, que fazem com que grandes quantidades de água pesada, salgada, da Corrente do Golfo afundem bem abaixo da superfície dos oceanos para abastecer a corrente transportadora do oceano que circula água pelos mares do mundo. Existem ligações claras entre a NAO e as rotações complexas da oscilação no Pacífico Sul, que geram os fenómenos El Niño e La Niña, mas eles ainda não foram muito bem definidos.
….
A Pequena Idade do Gelo
Durante os séculos XIII a XVIII houve um evento curioso nas latitudes médias. A temperatura média do planeta chegou a 1°C neste período. Um enfraquecimento na atividade solar e um aumento da actividade vulcânica foram as causas apontadas para este fenómeno.
Ciclos de fraca atividade solar durante este período foram notados por diversos observadores. Para se ter uma ideia, durante o período de 1645 à 1715, o Sol só apareceu 50 vezes, enquanto o normal seria de 40 a 50 mil para aquelas latitudes.
Período Quente Medieval
O período do século X ao XIV foi um período atipicamente quente para a Europa. Este aumento na temperatura foi o resultado de uma mudança na circulação local devido à alteração na salinidade do oceano Atlântico Norte.
Este período foi confirmado através de observações geológicas na Islândia que comprovaram que neste período não havia gelo. Além disso, os Vikings tiraram proveito deste período em que os mares nórdicos não estavam congelados e conquistaram várias terras na região.
O colapso da Mesopotâmia (aproximadamente 2000 a.C.)
O Império Mesopotâmio foi um dos mais prósperos durante os anos de 3000 a.C. e 1500 a.C. sob o governo da dinastia Akkad.
Durante o governo de Sargon de Akkad, por volta de 1130 a.C., começou o declínio deste império, graças ao clima. Os Mesopotâmios foram os primeiros a desenvolver uma agricultura de irrigação, por viverem em um ambiente árido (actualmente o Oriente Médio).
Os rios Tigre e Eufrates são alimentados pelo regime de ventos e mantinham um bom nível para a irrigação. Porém, conforme os anos passavam, o nível dos rios foi diminuindo, causando perdas nas colheitas e uma migração em massa da população para regiões mais ao sul, o que levou ao fim do império. Evidências geológicas e medições com instrumentação moderna apontam que o nível destes rios diminui em mais de 50% quando as águas do Nordeste do Oceano Atlântico encontram-se mais frias, alterando o padrão de circulação local.E foi o que de facto ocorreu naquela época.
in “Brian Fagan – Aquecimento Global”
Mas a NAO tem importância crítica, pois afeta a posição e a força de tormentas no Atlântico Norte, que levam chuva para a Europa e partes da Eurásia. Quando a baixa pressão persiste sobre a Islândia e a alta pressão se forma próximo a Portugal e os Açores, ventos de oeste persistem sobre o Atlântico Norte, tempestades de inverno são fortes, chuvas na Europa Setentrional são abundantes e temperaturas de inverno são amenas. Inverta-se o índice de "alto" para "baixo", quando a pressão é alta no norte e baixa no sul, e a Europa sofre com temperaturas muito mais frias de inverno enquanto os ventos de oeste ficam mais fracos. Um ar extremamente frio sopra do sul e do oeste do Pólo Norte e da Sibéria.
Ninguém conseguiu ainda prever as alterações da NAO, que pode permanecer em "alta" ou em "baixa" por sete anos ou mais, até mesmo por décadas, mas às vezes está sujeita a mudanças rápidas.
Há outro gradiente de pressão que também afeta os invernos da Europa. Durante "baixas" extremas, formam-se sistemas de alta pressão constante entre a Groenlândia e a Escandinávia. As temperaturas ficam então acima da média na Groenlândia e muito mais baixas do que o normal tanto no norte da Europa quanto no leste da América do Norte. Quando a pressão sobre a Groenlândia é mais baixa do que na Europa, invertem-se as temperaturas, e os invernos europeus são mais amenos. Essa "baixa na Groenlândia" deve ter persistido durante os séculos de aquecimento.
O comportamento da NAO depende de muitos factores complexos, entre eles as temperaturas da superfície da água no Atlântico, das águas mornas na Corrente do Golfo e dos poderosos mergulhos perto do sul da Groenlândia, que fazem com que grandes quantidades de água pesada, salgada, da Corrente do Golfo afundem bem abaixo da superfície dos oceanos para abastecer a corrente transportadora do oceano que circula água pelos mares do mundo. Existem ligações claras entre a NAO e as rotações complexas da oscilação no Pacífico Sul, que geram os fenómenos El Niño e La Niña, mas eles ainda não foram muito bem definidos.
….
A Pequena Idade do Gelo
Durante os séculos XIII a XVIII houve um evento curioso nas latitudes médias. A temperatura média do planeta chegou a 1°C neste período. Um enfraquecimento na atividade solar e um aumento da actividade vulcânica foram as causas apontadas para este fenómeno.
Ciclos de fraca atividade solar durante este período foram notados por diversos observadores. Para se ter uma ideia, durante o período de 1645 à 1715, o Sol só apareceu 50 vezes, enquanto o normal seria de 40 a 50 mil para aquelas latitudes.
Período Quente Medieval
O período do século X ao XIV foi um período atipicamente quente para a Europa. Este aumento na temperatura foi o resultado de uma mudança na circulação local devido à alteração na salinidade do oceano Atlântico Norte.
Este período foi confirmado através de observações geológicas na Islândia que comprovaram que neste período não havia gelo. Além disso, os Vikings tiraram proveito deste período em que os mares nórdicos não estavam congelados e conquistaram várias terras na região.
O colapso da Mesopotâmia (aproximadamente 2000 a.C.)
O Império Mesopotâmio foi um dos mais prósperos durante os anos de 3000 a.C. e 1500 a.C. sob o governo da dinastia Akkad.
Durante o governo de Sargon de Akkad, por volta de 1130 a.C., começou o declínio deste império, graças ao clima. Os Mesopotâmios foram os primeiros a desenvolver uma agricultura de irrigação, por viverem em um ambiente árido (actualmente o Oriente Médio).
Os rios Tigre e Eufrates são alimentados pelo regime de ventos e mantinham um bom nível para a irrigação. Porém, conforme os anos passavam, o nível dos rios foi diminuindo, causando perdas nas colheitas e uma migração em massa da população para regiões mais ao sul, o que levou ao fim do império. Evidências geológicas e medições com instrumentação moderna apontam que o nível destes rios diminui em mais de 50% quando as águas do Nordeste do Oceano Atlântico encontram-se mais frias, alterando o padrão de circulação local.E foi o que de facto ocorreu naquela época.
in “Brian Fagan – Aquecimento Global”
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Clima
09/01/2010
Dossiê climático
O conhecido político português, já reformado, Mário Soares, faz episódicos e divertidos comentários sobre matérias que não domina.
O seu tradicional fraco domínio de dossiês e de línguas estrangeiras, explicará melhor porque fez este fabuloso comentário a propósito da Cimeira de Copenhaga sobre Clima:
(...)
Prevê-se agora que, a continuar assim, o aquecimento mundial até ao final do século subirá 3 graus ou mais. Iremos ter uma subida regular das águas do mar, não de centímetros mas de metros. O que fará desaparecer algumas ilhas e recuar as zonas costeiras de certos países marítimos, como o nosso. Os excessos climáticos, chuvas torrenciais, ventos ciclópicos, tsunamis, furacões, tremores de terra e, por outro lado, secas, calor excessivo, desertificação, decréscimo das florestas, sensível diminuição da biodiversidade, vão tornar-se frequentes. Não é uma perspectiva agradável para ninguém, sobretudo para as jovens gerações. (...)
Para conhecer melhor a biografia deste autoridade climática, valerá a pena ler o livro de um seu grande amigo.
O seu tradicional fraco domínio de dossiês e de línguas estrangeiras, explicará melhor porque fez este fabuloso comentário a propósito da Cimeira de Copenhaga sobre Clima:
(...)
Prevê-se agora que, a continuar assim, o aquecimento mundial até ao final do século subirá 3 graus ou mais. Iremos ter uma subida regular das águas do mar, não de centímetros mas de metros. O que fará desaparecer algumas ilhas e recuar as zonas costeiras de certos países marítimos, como o nosso. Os excessos climáticos, chuvas torrenciais, ventos ciclópicos, tsunamis, furacões, tremores de terra e, por outro lado, secas, calor excessivo, desertificação, decréscimo das florestas, sensível diminuição da biodiversidade, vão tornar-se frequentes. Não é uma perspectiva agradável para ninguém, sobretudo para as jovens gerações. (...)
Para conhecer melhor a biografia deste autoridade climática, valerá a pena ler o livro de um seu grande amigo.
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