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| Praia do Amado |
30/08/2012
28/08/2012
Márcia: A pele que há em mim (Quando o dia entardeceu)
Uma voz espantosa é a da portuguesa Márcia. Acompanhada por JP Simões diz:
Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…
Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada,
O meu barco vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala
Na vertigem da voz quando enfim se cala.
Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou
Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…
Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada,
O meu barco vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala
Na vertigem da voz quando enfim se cala.
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Música
26/08/2012
25/08/2012
Neil Armstrong – um salto gigantesco para a Humanidade
Recordando a longa e entusiasmante noite de 20 de julho de 1969 em que Neil Armstrong deu os primeiros passos na Lua e daria ímpeto ao desenvolvimento tecnológico que hoje está nas mãos de todos.
Descanse em paz!
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História,
Tecnologia,
Televisão
24/08/2012
Uma Fazenda em África
O livro «Uma Fazenda em África», de João Pedro Marques, é um romance histórico fabuloso. Tem por base a história heróica da colonização de Moçâmedes, Angola (hoje, Namibe) por portugueses idos de Pernambuco, Brasil, no séc. XIX, acontecimento que exalta os grande sacrifícios de portugueses e angolanos e cimenta a lusofonia.
Uma obra a não perder!
Uma obra a não perder!
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Colonialismo,
História
19/08/2012
17/08/2012
Pussy Riot
CNN Breaking News
-- Punk band Pussy Riot found guilty of hooliganism in anti-Putin protest, Russian state-run RIA Novosti news agency says.
Na Rússia, terra dos filhos do Putin e da igreja ortodoxa reacionária e corrupta, não se podem exprimir opiniões!
-- Punk band Pussy Riot found guilty of hooliganism in anti-Putin protest, Russian state-run RIA Novosti news agency says.
Na Rússia, terra dos filhos do Putin e da igreja ortodoxa reacionária e corrupta, não se podem exprimir opiniões!
| Pussy Riot |
15/08/2012
Luísa Sobral: "Não és homem para mim"
Depois de ouvir Luísa Sobral, temos a certeza que é mulher de todos nós.
Tem uma voz fabulosa e faz uso de letras e melodias envolventes.
E demonstra-se que com conhecimento e bom gosto se pode transformar (até) música pimba (original: Romana) em arte.
Está tudo dito: é preciso comprar "The Cherry On My Cake"!
Tem uma voz fabulosa e faz uso de letras e melodias envolventes.
E demonstra-se que com conhecimento e bom gosto se pode transformar (até) música pimba (original: Romana) em arte.
Está tudo dito: é preciso comprar "The Cherry On My Cake"!
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Música
08/08/2012
05/08/2012
Sofia Σοφία
Teus cabelos descobriam os doces seios quando te vi na sala. Não resisti ao cheiro suave de morango com que impregnavas o ar.
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| Sofia |
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My God
04/08/2012
O Sol na praia
A tua pele em cobre, os teus cabelos bronze, os teus olhos verde água, deixam-me ofegante com tanta beleza.
Percorro os teus ombros, acaricio teu peito, beijo teus lábios, afago teu colo enquanto o Sol aquece os nossos corpos polvilhados de areia cor de canela.
Loucura de agosto!
Percorro os teus ombros, acaricio teu peito, beijo teus lábios, afago teu colo enquanto o Sol aquece os nossos corpos polvilhados de areia cor de canela.
Loucura de agosto!
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My God
02/08/2012
01/08/2012
31/07/2012
Ascensão do capitalismo de Estado
O famigerado Chiquinho Louçã, o arcebispo da esquerda caviar portuguesa, que está sempre a propangadear os benefícios do Estado "albanês", bem pode por os seus camaradas a ler o artigo "The rise of state capitalism", do «Economist», e que pode ser encontrado aqui traduzido.
Veja-se a desmontagem das suas aberrações inteletuais. Capitalismo em crise ou regresso do comunismo?
Em final de ano letivo, vade retro, satanás...
Veja-se a desmontagem das suas aberrações inteletuais. Capitalismo em crise ou regresso do comunismo?
Em final de ano letivo, vade retro, satanás...
29/07/2012
Capricho matinal
Era manhã cedíssimo, o Príncipe Real estava deserto. Despachadamente te fiz o retrato depois da nossa noite completa sem sono.
Com o teu olhar amendoado, teus lábios carnudos e melenas castanhas, em todo o jardim só vi uma flor.
Com o teu olhar amendoado, teus lábios carnudos e melenas castanhas, em todo o jardim só vi uma flor.
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| Caprice |
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My God
27/07/2012
25/07/2012
As mulheres, sempre
Em África, as mulheres, sempre elas, trabalham: transporatm água, cultivam a terra, cozinham, cuidam dos mais novos.
Eles, sempre eles, descansam de tanto nada fazer.
Eis, o verdadeiro tribalismo para o atraso de África.24/07/2012
A Verdade...
O "camarada" Armando Guebuza diz que a história da Frelimo está a ser atacada. Ora, ninguém (moçambicano) tem atacado a história da Frelimo.
Que o senhor Guebuza se lembre com que emoção recebemos a Frelimo em 1974 depois dos Acordos de Lusaka. O que se tem atacado são os falsos depoimentos e não menos à falta de honestidade para se falar do que realmente aconteceu durante os 10 anos da Luta para a independência do país.
Descobrimos ao longo dos 37 anos que parte do que nos fizeram cantar É FALSO.
Começou-se a partir disso a questionar-se. Se não se questionasse, ainda ficaríamos com a história de que Eduardo Mondlane morreu no seu escritório. Estaríamos ainda a acreditar que quem matou Eduardo Mondlane foi Uria Simango. Se não se questionasse, não teríamos sabido aquilo que Fanuel Mahluza nos deixou e que por sinal nenhum desses fundadores da Frelimo, ainda vivos, ousou confrontá-lo.
Que o senhor Guebuza se lembre com que emoção recebemos a Frelimo em 1974 depois dos Acordos de Lusaka. O que se tem atacado são os falsos depoimentos e não menos à falta de honestidade para se falar do que realmente aconteceu durante os 10 anos da Luta para a independência do país.
Descobrimos ao longo dos 37 anos que parte do que nos fizeram cantar É FALSO.
Começou-se a partir disso a questionar-se. Se não se questionasse, ainda ficaríamos com a história de que Eduardo Mondlane morreu no seu escritório. Estaríamos ainda a acreditar que quem matou Eduardo Mondlane foi Uria Simango. Se não se questionasse, não teríamos sabido aquilo que Fanuel Mahluza nos deixou e que por sinal nenhum desses fundadores da Frelimo, ainda vivos, ousou confrontá-lo.
Quem nunca se preocupou em saber a verdadeira história ainda acredita que Filipe Magaia foi morto por um tiro do exército colonial. Quem nunca questionou a história nunca saberá das circunstâncias da morte de Silvério Nungo. E aí muita coisa que nestes falsos depoimentos não se diz senão pôr uns a falarem como se estivessem com
jovens da minha geração, em 1974/75.
Guebuza e outros dirigentes da Frelimo devem saber que é o que ainda não foi contado que nos preocupa em saber e NUNCA MAIS aceitaremos cantar Joana, Verónica, Simango, Gumane, Murupa de reacionários.
Joaquim Chissano, Marcelino dos Santos, Armando Guebuza, Mariano Matsinhe, etc. deviam ter tido coragem e talvez aproveitar este momento para se reconciliar com os outros fundadores da Frelimo e falarem dessa fundada em 1962, essa que faz 50 anos. Ao invés de procurarem desconhecidos para proclamá-los heróis, deviam convidar António Palange, Vicente Ululu, Paulo Murupa (diz-se que está vivo), João Craveirinha, Francisco Moisés Nota, António Disse Zengazenga, entre outros compatriotas para num debate franco e honesto, de reconciliação em volta da FRELIMO, Frente de Libertação de Moçambique, deixarem a verdadeira história do movimento sem se confundir com o partido Frelimo.
Como não tiveram essa coragem, continuaremos a procurar por via informal a versão da verdadeira história por ou- tros que a conhecem e isso não significa atacar a história da Frelimo, mas sim reconstruí-la.
António Kawaria
Guebuza e outros dirigentes da Frelimo devem saber que é o que ainda não foi contado que nos preocupa em saber e NUNCA MAIS aceitaremos cantar Joana, Verónica, Simango, Gumane, Murupa de reacionários.
Joaquim Chissano, Marcelino dos Santos, Armando Guebuza, Mariano Matsinhe, etc. deviam ter tido coragem e talvez aproveitar este momento para se reconciliar com os outros fundadores da Frelimo e falarem dessa fundada em 1962, essa que faz 50 anos. Ao invés de procurarem desconhecidos para proclamá-los heróis, deviam convidar António Palange, Vicente Ululu, Paulo Murupa (diz-se que está vivo), João Craveirinha, Francisco Moisés Nota, António Disse Zengazenga, entre outros compatriotas para num debate franco e honesto, de reconciliação em volta da FRELIMO, Frente de Libertação de Moçambique, deixarem a verdadeira história do movimento sem se confundir com o partido Frelimo.
Como não tiveram essa coragem, continuaremos a procurar por via informal a versão da verdadeira história por ou- tros que a conhecem e isso não significa atacar a história da Frelimo, mas sim reconstruí-la.
António Kawaria
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Comunismo,
História,
Terrorismo
23/07/2012
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