Lindsey Stirling, fabulosa no violino.
21/12/2012
14/12/2012
08/12/2012
Mudar de paróquia
Ora um dia, estando o padre no confessionário, ouve do lado de fora:
- Eu sou o Abel!
- Ah... vens confessar os teus numerosos pecados?!!!
- Nãããão... - responde o tal Abel - venho dizer-lhe que se não me der 50% dos lucros vou para outra paróquia...
- Eu sou o Abel!
- Ah... vens confessar os teus numerosos pecados?!!!
- Nãããão... - responde o tal Abel - venho dizer-lhe que se não me der 50% dos lucros vou para outra paróquia...
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My God
01/12/2012
13/11/2012
A carta de Sofia
Observações da Sofia
(8 anos de idade), depois de ter recebido da sua mãe a espinhosa missão
de vigiar escondida sua irmã Susana (17anos), que teve permissão de sua
severa mãe de poder namorar no sofá da sala.
Ela faz seu ingénuo e detalhado relatório de tudo que viu, ouviu e sentiu:
"Para a minha mãe:
Mãe, a Susana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se no sofá.
Ele chegou perto dela e começou a abraçá-la. A Susana deve ter começado a ficar doente, porque seu rosto começou a ficar vermelho.
O namorado dela deve ter percebido que ela começava a passar mal, porque ele colocou a mão dentro da blusa dela, acho que para entir seu coração.
Só que ele demorou muito para encontrá-lo!
Aí, foi ele quem começou a ficar doente, porque os dois começaram a ficar ofegantes, com pouca respiração. Acho que a mão dele estava fria, porque ele colocou-a por dentro da saia da Susana, que deitou no sofá dizendo que estava muito quente.
Depois de algum tempo consegui ver o que estava deixando os dois doentes: uma enguia enorme tinha saltado do bolso da calça dele, era muito grande mesmo, devia ter uns 20 cm de comprimento.
Foi então que Susana agarrou a enguia com as duas mãos, acho que para evitar que ela fugisse, e disse que era a maior que já tinha visto.
De repente a Susana deve ter ficado maluca, porque ela tentou comer a enguia. Colocou-a inteirinha na boca e ficou a tentar engolir.
Acho que enguia é uma coisa muito dura e ruim de comer, principalmente viva, porque depois de um tempão a enguia vomitou e saiu da boca da Susana ainda inteirinha!
O namorado da Susana então, enfiou a enguia num saco plástico, tentando sufocá-la, daí a Susana tentou ajudá-lo e deitou prendendo a enguia entre as pernas, enquanto o namorado deitava em cima dela. Eles ficaram a tentar esmagar a enguia entre eles.
Mãe, eu confesso que fiquei assustada porque a Susana gritava tanto e contorcia-se toda.
Depois de muito tempo os dois soltaram um suspiro de alívio. Acho que conseguiram matar a enguia, porque eu a vi pendurada abaixo da barriga do namorado da Susana.
A Suzana e o namorado sentaram-se no sofá e começaram a se beijar e, quero que um raio caia na minha cabeça, se a enguia morta não ressuscitou e eles começaram a batalha novamente.
Acho que o namorado estava cansado, pois foi a Susana que tentou esmagar a enguia sentando-se em cima dela. Imagino que a Susana é muito fraquinha, porque depois de algum tempo o namorado pediu para ela se deitar de bruços e voltou a tentar esmagar a enguia, mas dessa vez com muita força.
Fiquei preocupada, porque a Susana gritava muito, porém, a vontade de matar a enguia era tanta que ela gritava "Vai, vai, não para, não para".
Depois de uns 40 minutos enfim o alívio: a enguia morreu!
O namorado da Susana disse que tava todo esfolado e jogou a pele da enguia pela janela.
Mãe, eu estava a pensar, acho que as enguias são como gatos, tem sete vidas ou mais...
Ass.: Sofia"
Ela faz seu ingénuo e detalhado relatório de tudo que viu, ouviu e sentiu:
"Para a minha mãe:
Mãe, a Susana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se no sofá.
Ele chegou perto dela e começou a abraçá-la. A Susana deve ter começado a ficar doente, porque seu rosto começou a ficar vermelho.
O namorado dela deve ter percebido que ela começava a passar mal, porque ele colocou a mão dentro da blusa dela, acho que para entir seu coração.
Só que ele demorou muito para encontrá-lo!
Aí, foi ele quem começou a ficar doente, porque os dois começaram a ficar ofegantes, com pouca respiração. Acho que a mão dele estava fria, porque ele colocou-a por dentro da saia da Susana, que deitou no sofá dizendo que estava muito quente.
Depois de algum tempo consegui ver o que estava deixando os dois doentes: uma enguia enorme tinha saltado do bolso da calça dele, era muito grande mesmo, devia ter uns 20 cm de comprimento.
Foi então que Susana agarrou a enguia com as duas mãos, acho que para evitar que ela fugisse, e disse que era a maior que já tinha visto.
De repente a Susana deve ter ficado maluca, porque ela tentou comer a enguia. Colocou-a inteirinha na boca e ficou a tentar engolir.
Acho que enguia é uma coisa muito dura e ruim de comer, principalmente viva, porque depois de um tempão a enguia vomitou e saiu da boca da Susana ainda inteirinha!
O namorado da Susana então, enfiou a enguia num saco plástico, tentando sufocá-la, daí a Susana tentou ajudá-lo e deitou prendendo a enguia entre as pernas, enquanto o namorado deitava em cima dela. Eles ficaram a tentar esmagar a enguia entre eles.
Mãe, eu confesso que fiquei assustada porque a Susana gritava tanto e contorcia-se toda.
Depois de muito tempo os dois soltaram um suspiro de alívio. Acho que conseguiram matar a enguia, porque eu a vi pendurada abaixo da barriga do namorado da Susana.
A Suzana e o namorado sentaram-se no sofá e começaram a se beijar e, quero que um raio caia na minha cabeça, se a enguia morta não ressuscitou e eles começaram a batalha novamente.
Acho que o namorado estava cansado, pois foi a Susana que tentou esmagar a enguia sentando-se em cima dela. Imagino que a Susana é muito fraquinha, porque depois de algum tempo o namorado pediu para ela se deitar de bruços e voltou a tentar esmagar a enguia, mas dessa vez com muita força.
Fiquei preocupada, porque a Susana gritava muito, porém, a vontade de matar a enguia era tanta que ela gritava "Vai, vai, não para, não para".
Depois de uns 40 minutos enfim o alívio: a enguia morreu!
O namorado da Susana disse que tava todo esfolado e jogou a pele da enguia pela janela.
Mãe, eu estava a pensar, acho que as enguias são como gatos, tem sete vidas ou mais...
Ass.: Sofia"
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My God
12/11/2012
Bem-vinda a Portugal
A chanceler alemã Angela Merkel chega hoje a Lisboa numa breve vista oficial.
A importância desta visita não está a ser adequadamente expressada nos meios de comunicação social, em geral um couto do bloquismo e do socretinismo corrupto.
De forma anarquista e irresponsável a imprensa e televisões estão em carneira competição pelo cretinismo acéfalo, assancando aos outros o que são puras culpas nacionais.
Seria suficiente pergunrar quem elegeu a camarilha guterrista-socretina-maçónica durante 15 anos de destruição que conduziu ao desastre?
Seria suficiente pergunrar quem elegeu a camarilha guterrista-socretina-maçónica durante 15 anos de destruição que conduziu ao desastre?
Mas os portugueses sabem que, sem a ajuda alemã e europeia, a bancarrota de 2011 teria lançado o país na miséria e desordem e que isso só não aconteceu porque Angela Merkel e outros dirigentes europeus aceitaram contrariar a tragédia, em nome de um projeto de Europa.
É por isso que, a visita de Angela Merkel a Lisboa tem de ser encarada como uma oportunidade para lançar investimento alemão e europeu no país. Tem de ser vista como oportunidade de relançar projetos europeus e reestruturar a economia portuguesa depois de anos de dopagem socretina e drogaram Portugal.
11/11/2012
Camisa vermelha
Napoleão Bonaparte, durante suas batalhas usava sempre uma camisa de cor vermelha.
Para ele era importante porque, se fosse ferido, na sua camisa vermelha não se notaria o sangue e os seus soldados não se preocupariam e também não deixariam de lutar.
Toda uma prova de honra e valor.
Centenas de anos mais tarde, José Sócrates usa sempre calças castanhas…
Para ele era importante porque, se fosse ferido, na sua camisa vermelha não se notaria o sangue e os seus soldados não se preocupariam e também não deixariam de lutar.
Toda uma prova de honra e valor.
Centenas de anos mais tarde, José Sócrates usa sempre calças castanhas…
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Negociatas
10/11/2012
Tese de doutoramento
Era um dia lindo e ensolarado quando o coelho saíu da toca com o notebook e pôs-se a trabalhar muito concentrado. Pouco depois passou por ali a raposa e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar.
No entanto, ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:
- Coelhinho, o que estás a fazer, tão concentrado?
- Estou a redigir a minha tese de doutoramento - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
- Hummmm... e qual é o tema da tua tese?
- Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas.
A raposa ficou indignada:
- Ora!!! Isso é ridículo! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
- Nem pensar! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio.
Em seguida, o coelho volta, sozinho, e retoma os trabalhos da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido.
No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
- Olá, jovem coelhinho! O que te faz trabalhar tão arduamente?
- A minha tese de doutoramento, sr. lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
O lobo não se conteve e desatou a rir com a petulância do coelho.
- Ah, ah, ah, ah!!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa...
- Desculpe-me, mas se quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Gostaria de acompanhar-me à minha toca?
O lobo em queria acreditar na sua boa sorte.
Ambos desaparecem toca dentro. Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e ... silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação da sua tese como se nada tivesse acontecido.
Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos.
Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão, satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes.
MORAL DA HISTÓRIA:
1. Não importa quão absurdo é o tema de sua tese;
2. Não importa se não tem o mínimo fundamento científico;
3. Não importa se as experiências nunca cheguem a provar a teoria;
4. Não importa mesmo se as idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos...
5. O que importa é quem é o teu padrinho!
No entanto, ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:
- Coelhinho, o que estás a fazer, tão concentrado?
- Estou a redigir a minha tese de doutoramento - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
- Hummmm... e qual é o tema da tua tese?
- Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas.
A raposa ficou indignada:
- Ora!!! Isso é ridículo! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
- Nem pensar! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio.
Em seguida, o coelho volta, sozinho, e retoma os trabalhos da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido.
No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
- Olá, jovem coelhinho! O que te faz trabalhar tão arduamente?
- A minha tese de doutoramento, sr. lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
O lobo não se conteve e desatou a rir com a petulância do coelho.
- Ah, ah, ah, ah!!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa...
- Desculpe-me, mas se quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Gostaria de acompanhar-me à minha toca?
O lobo em queria acreditar na sua boa sorte.
Ambos desaparecem toca dentro. Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e ... silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação da sua tese como se nada tivesse acontecido.
Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos.
Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão, satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes.
MORAL DA HISTÓRIA:
1. Não importa quão absurdo é o tema de sua tese;
2. Não importa se não tem o mínimo fundamento científico;
3. Não importa se as experiências nunca cheguem a provar a teoria;
4. Não importa mesmo se as idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos...
5. O que importa é quem é o teu padrinho!
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Opinião
09/11/2012
07/11/2012
Desvio de direita
Aqui começou o fim da União Soviética com o olhar guloso de Leonid Brezhnev.
Poucos anos depois, a Revolução de Outubro - que aconteceu em Novembro - chegava ao fim, colapsando o Sol na Terra...
Poucos anos depois, a Revolução de Outubro - que aconteceu em Novembro - chegava ao fim, colapsando o Sol na Terra...
06/11/2012
04/11/2012
Descoberta
Sócrates, é um exemplo a seguir: se todos os políticos o seguissem e fossem viver para o estrangeiro...
vivia-se muito melhor em Portugal.
| Sócrates, o filósofo parisiense |
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Negociatas,
Socialismo
02/11/2012
01/11/2012
Pato Manso
Um advogado todo benzoca, de Cascais, veio caçar patos aqui para o Alentejo.
Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de um lavrador.
Enquanto o advogado saltava a vedação o lavrador chega no seu trator e pergunta-lhe o que estava a fazer.
O advogado respondeu:
- Acabei de matar um pato, mas ele caiu na sua terra e agora ia buscá-lo.
O velhote responde:
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar.
O advogado, indignado:
- Eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato, eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!
O lavrador sorriu e disse:- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas no Alentejo.
Nós aqui temos o Código Napoleónico! Nós resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés. Primeiro eu dou-lhe três pontapés; depois você dá-me três pontapés; e assim consecutivamente até um de nós desistir!
O advogado já se estava a sentir violento há um bocado, olhou para o velho e pensou que era fácil dar-lhe uma carga de porrada. Por isso, aceitou resolver as coisas segundo o costume local.
O velho, muito lentamente, saiu do trator e caminhou até perto do advogado. O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acertou diretamente nas bolas do advogado, que caiu de joelhos e vomitou. O segundo pontapé quase arrancou o nariz do advogado.
Quando o advogado caiu de cara, com as dores, o lavrador apontou o terceiro pontapé aos rins, o que fez com que o outro quase desistisse.
Contudo, o coração negro e vingativo do advogado falou mais forte.
Não desistiu, levantou-se, todo ensanguentado, e disse:
- Bora, velhote! Agora é a minha vez!
O lavrador sorriu e disse:
- Nah! Eu desisto. Leve lá o pato.
Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de um lavrador.
Enquanto o advogado saltava a vedação o lavrador chega no seu trator e pergunta-lhe o que estava a fazer.
O advogado respondeu:
- Acabei de matar um pato, mas ele caiu na sua terra e agora ia buscá-lo.
O velhote responde:
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar.
O advogado, indignado:
- Eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato, eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!
O lavrador sorriu e disse:- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas no Alentejo.
Nós aqui temos o Código Napoleónico! Nós resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés. Primeiro eu dou-lhe três pontapés; depois você dá-me três pontapés; e assim consecutivamente até um de nós desistir!
O advogado já se estava a sentir violento há um bocado, olhou para o velho e pensou que era fácil dar-lhe uma carga de porrada. Por isso, aceitou resolver as coisas segundo o costume local.
O velho, muito lentamente, saiu do trator e caminhou até perto do advogado. O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acertou diretamente nas bolas do advogado, que caiu de joelhos e vomitou. O segundo pontapé quase arrancou o nariz do advogado.
Quando o advogado caiu de cara, com as dores, o lavrador apontou o terceiro pontapé aos rins, o que fez com que o outro quase desistisse.
Contudo, o coração negro e vingativo do advogado falou mais forte.
Não desistiu, levantou-se, todo ensanguentado, e disse:
- Bora, velhote! Agora é a minha vez!
O lavrador sorriu e disse:
- Nah! Eu desisto. Leve lá o pato.
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| O pato |
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Opinião
31/10/2012
Caranguejos portugueses
Um pescador de caranguejos nunca tapava o balde em que colocava os
caranguejos que ia apanhando. Isso admirava toda a gente à sua volta.
Um dia alguém lhe perguntou: "Porque não tapas o balde em que tens os caranguejos ? Não tens medo que fujam?"
Ao que o pescador calmamente respondeu:
"Não é preciso... São caranguejos portugueses: quando um tenta subir, os outros imediatamente o puxam para baixo!"
Um dia alguém lhe perguntou: "Porque não tapas o balde em que tens os caranguejos ? Não tens medo que fujam?"
Ao que o pescador calmamente respondeu:
"Não é preciso... São caranguejos portugueses: quando um tenta subir, os outros imediatamente o puxam para baixo!"
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Opinião
30/10/2012
Bill Cosby "I'm 74 and Tired"
Tenho 74 anos e estou cansado. Exceto um breve período na década de 50, quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde que eu tinha 17 anos. Trabalhava 50 horas por semana, e não caí doente em quase 40 anos. Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento. Eu trabalhei para chegar onde estou, e cheguei economizando muito, mas estou cansado, muito cansado.
Estou cansado de que me digam que eu tenho que "distribuir a riqueza" para as pessoas que não querem trabalhar e não têm a ética de trabalho. Estou cansado de ver que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força, se necessário, e o dá a vagabundos com preguiça para ganhá-lo.
Estou cansado de ler e ouvir que o Islamismo é uma "religião da paz", quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos a matar suas irmãs, esposas e filhas pela "honra" da sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infração; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são "crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes, vítimas de estupro, até a morte, por "adultério"; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Sharia diz para eles o fazerem.
Estou cansado de que me digam que por "tolerância para com outras culturas" devemos deixar que Arábia Saudita e outros países árabes usem o dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas madrassas islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor, tolerância e paz.
Estou cansado de que me digam para eu baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater.
Estou cansado de que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e eu tenho que ajudar no seu tratamento e pagar pelos danos que fazem. Eles procuraram sua desgraça. Nenhum germe gigante os agarrou e encheu de pó branco seus narizes nojentos, ou à força injetou porcaria em suas veias esquerosas.
Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todas os partidos falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam que seus únicos erros foi serem apanhados. Estou cansado de pessoas sem senso do direito, sejam elas ricas ou pobres.
Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade por suas vidas e ações. Estou cansado de ouvi-las culpar o governo e a sociedade de discriminação pelos "seus problemas."
Também estou cansado e farto de ver homens e mulheres serem repositório de pregos, pinos e tatuagens de mau gosto, tornando-se assim pessoas não-empregáveis e, por isso, reivindicando dinheiro do governo (Dos impostos pagos por quem trabalha e produz).
Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 74, porque não vou ter de ver o Mundo que essas pessoas estão CRIANDO.
Mas estou triste por minha neta e os seus filhos. Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho de entrada.
Não há maneira de isto ser amplamente divulgado... A menos que cada um de nós colabore, enviando e ganhando força para contrariar esse (mau) caminho que o Mundo, por força de (péssimos) governantes, nos está proporcionando.
" I'm 74 and I'm tired.
(Tenho 74 e estou cansado)
29/10/2012
Quando China mandar no Mundo
A aclamada obra de Martin Jacques foi agora editado em Portugal pelas mãos do «Círculo de Leitores/Bertrand». A obra original é de 2009
Trata-se de uma obra conhecedora e analítica do Oriente em que se antecipa a decadência do Ocidente e a ascenção da China.
"Em breve, a China mandará no mundo. Mas, ao fazê-lo, não se tornará mais
«ocidental». Neste seu aclamado livro, já traduzido em 11 línguas, Martin
Jacques rejeita o pensamento convencional acerca da ascensão da China, mostrando
que o seu impacte não será apenas económico, mas também cultural. À medida que a
poderosa civilização da China se for reafirmando, assinalará o fim do domínio
global do estado-nação ocidental e um futuro de «modernidade contestada»."
Quem sabe, antecipa o futuros. Por isso, é absolutamente indispensável ler!
Quem sabe, antecipa o futuros. Por isso, é absolutamente indispensável ler!
28/10/2012
A propósito de respeitar a vontade popular...
Como é possível um vigarista dar uma entrevista para não dizer nada sobre a atualidade e continuar a roubar o seu país?
Guebuzices em direto:
Guebuzices em direto:
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Negociatas
26/10/2012
Laurentina faz 80 anos
Ora aí vai, a história da magnífica cerveja que tantas vezes nos matou a sede e animou convívios.
No início do século xx, um imigrante grego chamado Cretikos, que percorria os bairros ricos de Lourenço Marques a vender água fresca de porta em porta, apercebeu-se de que não existia gelo para conservar o peixe que todos os dias era descarregado nas docas da cidade.
No início do século xx, um imigrante grego chamado Cretikos, que percorria os bairros ricos de Lourenço Marques a vender água fresca de porta em porta, apercebeu-se de que não existia gelo para conservar o peixe que todos os dias era descarregado nas docas da cidade.
Foi assim que, em 1916, Cretikos abriu a primeira fábrica de gelo e de água mineral de Moçambique, mesmo em frente ao porto de pesca. Chamava-se Victoria Ice and Water Factory e teve um êxito imediato.
Em poucos anos, começou também a produzir refrescos e a sonhar com a primeira marca de cerveja feita em Moçambique.
Em poucos anos, começou também a produzir refrescos e a sonhar com a primeira marca de cerveja feita em Moçambique.
Isso aconteceu em 1932, quando o grego viajou até à Alemanha para contratar um mestre cervejeiro que desenvolveu uma receita de cerveja de estilo europeu a que Cretikos chamou Laurentina, em homenagem aos naturais de Lourenço Marques - laurentinos.

25/10/2012
Adeus à Xica Louca
Chiquinho Louçã demitiu-se do Parlamento português, onde fazia frequentes números de circo.
Sabendo-se qual é o programa político do BE - a ditadura marxista, as nacionalizações que levam à miséria - bem se pode saudar a saída deste anacleto.
Sabendo-se qual é o programa político do BE - a ditadura marxista, as nacionalizações que levam à miséria - bem se pode saudar a saída deste anacleto.
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