O 11 de Setembro foi um acontecimento trágico e impressionante que levou os contemporâneos a pensar que o mundo entrara numa nova era. Não foram apenas os neoconservadores americanos a pensá-lo. "Depois do 11 de Setembro de 2001, entrámos numa espécie de terceira guerra mundial, de novo tipo, que se caracteriza por conflitos permanentes em que se imbricam guerras regionais, crises que ameaçam as grandes potências e um terrorismo de massa" - declarava o francês Pierre Lellouche em Março de 2003, no momento da invasão do Iraque.
O atentado criou a imagem de um mundo imprevisível e incontrolável. O "mundo muda porque a América mudou", corrigiu o historiador britânico Timothy Garton-Ash: o ataque traumatizou uma América até então segura e invulnerável dentro das suas fronteiras. Os americanos passaram do optimismo dos anos 90 - resultado da vitória na Guerra Fria e da globalização económica - para uma era de medo, fúria e desmesura. O 11 de Setembro teve enorme impacto político a curto prazo. Fez mudar as prioridades da Administração Bush, então focadas no plano interno. A sua política externa centrava-se na Rússia e na China e o terrorismo não era uma preocupação excessiva. Bush respondeu ao desastre com a "guerra global ao terror", visando não apenas a Al-Qaeda mas o "terrorismo global".
O trauma deu lugar a uma vertigem de sucesso. Mudaram as relações dos EUA com o mundo. Fraturou-se a velha aliança ocidental da Guerra Fria, dividiu-se a Europa. Os EUA invadiram o Iraque para a seguir lançarem o programa de "mudança de regime" no "Grande Médio Oriente". Se o ataque ao Afeganistão foi uma resposta à Al-Qaeda, já o Iraque é uma "guerra de opção".
Dez anos depois, há a noção clara de que 2001 é um grande momento trágico, mas não fundador de uma nova ordem (ou desordem) mundial como o foram 1945 ou 1989-91. O fim da II Guerra Mundial criou uma ordem bipolar - EUA/URSS - em volta da qual se teciam as relações internacionais. A queda do Muro de Berlim (1989) e a dissolução da URSS (1991) encerraram esse mundo bipoloar, mudando pela raiz o mapa geopolítico.
Não se trata de minimizar o impacto do 11 de Setembro na cena internacional, mas de corrigir "a natural tendência [da época] para dizer que os ataques mudaram tudo" (Melvyn Leffler, Foreign Affairs).
O declínio americano
Quando se compara o mundo de 2011 com o de 2001, os analistas constatam que, em dez anos, os EUA sofreram uma extraordinária perda do poder político global que detinham na véspera do 11 de Setembro. Se os Estados Unidos projetavam em 2001 uma imagem de poderio quase ilimitado, no segundo mandato de Bush começou a discussão sobre o "declínio americano". Devemos ter o cuidado de não tomar a cronologia por causalidade.
Há duas datas marcantes na mudança de ótica. Em 2006, o relatório Baker-Hamilton destruía o mito de que "estamos a vencer" no Iraque e enterrava a "guerra ao terror", sugerindo como saída uma "ofensiva diplomática geral" - o que, relutantemente, Bush começará a fazer.
A segunda data é 2008, o ano da falência do Lehman Brothers, que quase fez ruir o sistema financeiro e pôs em causa a credibilidade do modelo capitalista americano. A Foreign Affairs publicou um número intitulado - "Está a América em declínio?" O National Intelligence Council concluía no seu estudo de prospetiva - Global Trends 2025: "Apesar de os Estados Unidos permanecerem como principal potência, a dominação americana será severamente reduzida." A erosão da supremacia "será acelerada nas áreas política, económica e, possivelmente, cultural".
A invasão do Iraque - agravada pela imagem de Guantánamo e Abou Ghraib - enfraqueceu a posição estratégica dos Estados Unidos no Médio Oriente, em benefício do Irão, e afetou drasticamente a sua credibilidade política no mundo. É, no entanto, um factor de segundo plano no declínio do "poder global" americano.
O grande fator é a ascensão da China. A deslocação do centro do mundo para a Ásia e a concorrência económica e política das novas potências emergentes - da Índia ao Brasil - foram drasticamente aceleradas pela crise de 2008.
Os EUA atravessam uma crise económica e uma guerra de valores - a do Tea Party -, mas enfraquecimento não é sinónimo de declínio. Num best-seller de 2008 - O Mundo Pós-Americano -, o jornalista Fareed Zakaria equacionava o problema: "Como pode a América sobreviver à ascensão do resto?" Mais que declínio, os EUA defrontam-se com uma inédita limitação do seu poder na arena internacional.
Em Washington, os "China firsters" triunfaram sobre os "Al-Qaeda firsters" do primeiro mandato de Bush. É o regresso à geopolítica após o parênteses da "guerra ao terror". A China é o problema. A ameaça mudou. Advertia em 2010 o almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Interarmas: "A maior ameaça à nossa segurança nacional é a nossa dívida."
"O 11 de Setembro é um importante acontecimento, mas não foi a causa de nenhuma viragem maior na geopolítica, nem de nenhuma viragem maior na geo-economia", conclui o analista americano David Rothkopf. Importantes são a crise de 2008 e a ascensão da China e dos "emergentes".
Bin Laden
O terrorismo - "a deliberada criação e exploração do medo para obter resultados políticos" - não desapareceu. Uma das lições do 11 de Setembro é que, quando se trata de terrorismo, nunca se pode excluir a mais improvável hipótese, lembra o investigador Bruce Hoffman. Mas deixou de servir de fundamento da estratégia política, como durante a "guerra ao terror global".
Analistas americanos falaram em vitória de Bin Laden. O 11 de Setembro, "enquanto ato de terrorismo, acto criminoso, foi um sucesso. Revelou um milhão de falhas no sistema de segurança nacional e isto foi catastrófico para o país, em termos psicológicos e custos humanos", frisa o historiador Julian Zelizer. Acrescenta o analista Stephen Walt: "Um dos primeiros objectivos [de Bin Laden] era atrair os EUA para custosas e prolongadas guerras no mundo muçulmano e, com a nossa ajuda, conseguiu-o." Rothkopf sublinha o "exagero de reação", o atoleiro do Iraque e a prática da tortura: "O objetivo do terrorismo é agir e esperar que isso suscite uma resposta do inimigo que lhe provoque mais danos do que o acto inicial."
Foi um vitória de Pirro. A Al-Qaeda falhou radicalmente: não conseguiu derrubar nenhum governo árabe ou muçulmano, o seu supremo objetivo estratégico. Bin Laden foi morto em Maio. Já era "irrelevante" no mundo árabe. Rached Gannouchi, líder islamista tunisino, disse que Bin Laden "morreu na Tunísia", em Janeiro. As "revoluções árabes" mostram quão longe vai o universo do 11 de Setembro.
Jorge Almeida Fernandes
in «Público», 11.09.2011
11/09/2011
NY 11.09
Passaram 10 anos sobre o bárbaro atentado terrorista sobre a Torres Gémeas de Nova Iorque, a 11 de setembro de 2001.
Solidariedade de Cuba, a verdadeira.
Hoje, de novo, somos todos americanos!
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Terrorismo
10/09/2011
Devezenquandário
A história é verídica. Pode ser, é, um pouco chocante.
O machimbombo (autocarro) vinha da zona centro em direção ao sul. O destino final era Maputo. Apinhado de gente oriunda das mais variadas origens. A Estrada Nacional número um, acabadinha de reabilitar, convidava o pé ligeiro do condutor a pisar cada vez mais fundo o acelerador, para o gáudio dos passageiros.
De vidros fechados, ouvindo-se de longe o assobio do ar espesso do Inverno contra o autocarro, não havia quem não se embalasse e adormecesse na cadeira.
O machimbombo já tinha deixado para trás a cidade da Maxixe e atravessava Lindela quando gritos estridentes sacudiram o autocarro, despertando quase todos os passageiros!
"Roubaram as minhas fezes! Estou mal eu! Roubaram as minhas fezes!"
Os gritos eram de pânico e total desespero. Se o motorista não fez uma travagem brusca, para saber do que se passava, foi graças à sua longa experiência profissional. Os motoristas dos autocarros de longo curso, aprenderam a respeitar apenas a linha da estrada, deixando os assuntos internos do machimbombo a cargo do cobrador. Foi o que valeu! Caso contrário, aquela gritaria punha em pânico o condutor, toda a sua tripulação e os passageiros, e como consequência, seria um estrondoso acidente. Mas, felizmente, os gritos serviram, apenas, para aguçar a curiosidade dos restantes passageiros.
"Roubaram as minhas fezes! Eu tinha colocado no plástico, e embrulhei na capulana que amarrei na minha cintura. A capulana que tinha minhas fezes, desapareceu! O que vou entregar ao médico eu?"
Os gritos de choro e desespero vinham duma anciã que estava sentada num dos bancos centrais do autocarro interprovincial, ao lado de dois matulões desconhecidos.
A seriedade com que a velha lamentava, banhada de lágrimas inconsoláveis, tocou os corações sensíveis que viajavam no autocarro que, começaram a levantar vozes de apoio a solidariedade para com a senhora da terceira idade.
"Que vergonha é essa de roubar as fezes duma pobre anciã a caminho do hospital?! Aonde é que chegamos afinal? Quem pode fazer uma coisa dessas aqui?"
No meio daquele burburinho todo, um dos dois matulões que havia roubado a capulana, olha para o outro, e ambos decidem largar o objeto roubado. E pouco tempo depois, com o ar mais inocente e solícito deste mundo, um deles diz para a anciã:
"Vovó, vovó, não será essa capulana que está aí debaixo da sua cadeira?"
A senhora levanta-se e apanha a capulana enrolada no chão, bem no fundo da cadeira.
"É esta mesma! Oh, graças a Deus! O que seria de mim na presença do médico, sem estes produtos!?"
Os murmúrios e comentários continuaram por mais algum tempinho, até que todos se embrulharam nas delícias da viagem. Alguns voltaram a adormecer, mas outros permaneceram despertos para não terem a desgraça de perder dinheiro e os seus haveres.
Chegados ao destino, a velha resumiu a história da viagem aos familiares que lhe aguardavam na estação.
Vendo os dois rapazes a levantar as bagagens, exibiu publicamente a sua esperteza: "Oh, deixa-me ver as minhas fezes se ainda estão em boas condições".
E olhando de esguelha para larápios falhados, desenrolou a capulana tirando várias notas de dinheiro! "Vejam o que me tinham roubado no autocarro. Se eu dissesse que era dinheiro, não haviam de me devolver, malandros".
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Idiota
09/09/2011
África do Sul: a próxima explosão!
South Africa: Only a matter of time before the bomb explodes
I can predict when SA's "Tunisia Day" will arrive. Tunisia Day is when the masses rise against the powers that be, as happened recently in Tunisia. The year will be 2020, give or take a couple of years. The year 2020 is when China estimates that its current minerals-intensive industrialisation phase will be concluded.
For SA, this will mean the African National Congress (ANC) government will have to cut back on social grants, which it uses to placate the black poor and to get their votes. China's current industrialisation phase has forced up the prices of SA's minerals, which has enabled the government to finance social welfare programmes. The ANC is currently making SA a welfare state and tends to 'forget' that there is only a minority that pay all the taxes. They are often quick to say that if people (read whites) are not happy they should leave. The more people that leave, the more their tax base shrinks. Yes, they will fill the positions with BEE candidates (read blacks), but if they are not capable of doing the job then the company will eventually fold as well as their 'new' tax base. When there is no more money available for hand-outs they will then have a problem because they are breeding a culture of hand-outs instead of creating jobs so people can gain an idea of the value of money. If you keep getting things for free then you lose the sense of its value. The current trend of saying if the west won't help then China will is going to bite them. China will want payment – ie land for their people and will result in an influx of Chinese (there is no such thing as a free lunch!)
The ANC inherited a flawed, complex society it barely understood; its tinkerings with it are turning it into an explosive cocktail. The ANC leaders are like a group of children playing with a hand grenade. One day one of them will figure out how to pull out the pin and everyone will be killed. …and 20 years on they still blame apartheid but have not done much to rectify things – changing names etc only costs money that could have been spent elsewhere.
A famous African liberation movement, the National Liberation Front of Algeria, after tinkering for 30 years, pulled the grenade pin by cancelling an election in 1991 that was won by the opposition Islamic Salvation Front. In the civil war that ensued, 200000 people were killed. The 'new' leaders are forgetting the 'struggle' heroes and the reasons for it – their agenda is now power and money and it suits them for the masses to be ignorant – same as Mugabe did in Zim. If you do not agree with the leaders then the followers intimidate you.
The former British Prime Minister, Margaret Thatcher, once commented that whoever thought that the ANC could rule SA was living in Cloud Cuckoo Land. Why was Thatcher right? In the 16 years of ANC rule, all the symptoms of a government out of its depth have grown worse.
· Life expectancy has declined from 65 years to 53 years since the ANC came to power; - a leader who did not believe that HIV causes AIDS (Mbeki) and another who believes having a shower after unprotected sex is the answer and has 5 wives and recently a child out of wedlock (Zuma). Great leaders for the masses to emulate!!- not!!
· In 2007, SA became a net food importer for the first time in its history; Yet they want to carry on with their struggle song 'kill the boer(farmer)' and stopping farm killings does not seem to be a priority. They do not seem to realise where food actually comes from.
· The elimination of agricultural subsidies by the government led to the loss of 600000 farm workers' jobs and the eviction from the commercial farming sector of about 2,4-million people between 1997 and 2007; and – yet they want to create jobs and cause even more job losses – very short-sighted thinking.
· The ANC stopped controlling the borders, leading to a flood of poor people into SA, which has led to conflicts between SA's poor and foreign African migrants. Not much thought was given to this – their attitude was to help fellow Africans by allowing them 'refuge' in SA.
Not thinking that illegals cannot legally get jobs but they need to eat to live. I believe that most of our crime is by non-South Africans from north of the borders. They need to do something to survive! Remove the illegal problem and you solve most of the crime problem.
…but is it in their interest to solve crime? There are whole industries built on crime – each burglary, car hijacking etc. results in more sales of product and contribute to GDP. What would sales be if crime was down? I do not believe that anyone has worked out how much electricity is consumed a day because of electric fencing and security lights at night. Reduce the need for this (crime) and Eksdom (Eskom) would probably have a power surplus. – or if they charged our African neighbours the correct rates at least make a decent profit to build more power stations.
What should the ANC have done, or be doing?
The answer is quite straightforward. When they took control of the government in 1994, ANC leaders should have: identified what SA's strengths were; identified what SA's weaknesses were; and decided how to use the strengths to minimise and/or rectify the weaknesses.
Standard business principle – but they too busy enriching themselves. People who were in prison or were non-entities 20 years ago are now billionaires – how? BEE??
A wise government would have persuaded the skilled white and Indian population to devote some of their time — even an hour a week — to train the black and coloured population to raise their skill levels. This done by lots of NGO's but should have been more constructively done by the ruling party.
What the ANC did instead when it came to power was to identify what its leaders and supporters wanted. It then used SA's strengths to satisfy the short-term consumption demands of its supporters. In essence, this is what is called black economic empowerment (BEE). …and put people in positions they could not cope with making them look stupid where if they had the necessary grounding could have been good in the position at the right time. You cannot 'create' a company CEO in a couple of years. It takes years of work starting at the bottom of the ladder – not in the middle. Only some things can be learnt in books – experience is the most important factor and this is not found in text books or university corridors.
BEE promotes a number of extremely negative socioeconomic trends in our country. It promotes a class of politicians dependent on big business and therefore promotes big business's interests in the upper echelons of government. Second, BEE promotes an anti-entrepreneurial culture among the black middle class by legitimising an environment of entitlement. Third, affirmative action, a subset of BEE, promotes incompetence (what I said above) and corruption in the public sector by using ruling party allegiance and connections as the criteria for entry and promotion in the public service, instead of having tough public service entry examinations. Nepotism is rife – jobs for friends and families who are nowhere near qualified – and then hire consultants to actually get the work done – at additional cost of course!
Let's see where BEE, as we know it today, actually comes from. I first came across the concept of BEE from a company, which no longer exists, called Sankor. Sankor was the industrial division of Sanlam and it invented the concept of BEE.
The first purpose of BEE was to create a buffer group among the black political class that would become an ally of big business in SA. This buffer group would use its newfound power as controllers of the government to protect the assets of big business.
The buffer group would also protect the modus operandi of big businessess and thereby maintain the status quo in which South African business operates. That was the design of the big conglomerates.
Sanlam was soon followed by Anglo American. Sanlam established BEE vehicle Nail; Anglo established Real Africa, Johnnic and so forth. The conglomerates took their marginal assets, and gave them to politically influential black people, with the purpose, in my view, not to transform the economy but to create a black political class that is in alliance with the conglomerates and therefore wants to maintain the status quo of our economy and the way in which it operates.
But what is wrong with protecting SA's conglomerates?
Well, there are many things wrong with how conglomerates operate and how they have structured our economy.
· The economy has a strong built-in dependence on cheap labour; with tight labour legislation they are preventing people from getting jobs. For some industries minimum wages are too high resulting in less people being employed. Because it is almost impossible to get rid of an incompetent employee without it costing lots of money in severance people rather do not employ – run on minimum with no incentive to grow the business – or alternatively automate. Result – more unemployment and employment of illegals at more affordable wages.
· It has a strong built-in dependence on the exploitation of primary resources;
· It is strongly unfavourable to the development of skills in our general population; Gone are the days of the artisan – no more structured learning to be artisans over a period of time. Try to fast track everything resulting in little on the job experience to be able to do the job. That is why Eksdom has sub stations blowing up and catching fire – lack of skill and maintenance. A friend told me about 5 years that this would start happening after Tshwane (Pretoria) started qualifying electrical engineers who were not up to standard.
· It has a strong bias towards importing technology and economic solutions; and – at a higher cost
· It promotes inequality between citizens by creating a large, marginalised underclass. Who depend on hand-outs that cannot be maintained into perpetuity.
Conglomerates are a vehicle, not for creating development in SA but for exploiting natural resources without creating in-depth, inclusive social and economic development, which is what SA needs. That is what is wrong with protecting conglomerates.
The second problem with the formula of BEE is that it does not create entrepreneurs. People do not develop necessary skills when being fast-tracked into a position and being given a free ride. You are taking political leaders and politically connected people and giving them assets which, in the first instance, they don't know how to manage. So you are not adding value. You are faced with the threat of undermining value by taking assets from people who were managing them and giving them to people who cannot manage them (what I said earlier above). BEE thus creates a class of idle rich ANC politicos.
My quarrel with BEE is that what the conglomerates are doing is developing a new culture in SA — not a culture of entrepreneurship, but an entitlement culture, whereby black people who want to go into business think that they should acquire assets free, and that somebody is there to make them rich, rather than that they should build enterprises from the ground. Agree!
But we cannot build black companies if what black entrepreneurs look forward to is the distribution of already existing assets from the conglomerates in return for becoming lobbyists for the conglomerates. All companies start from the bottom – when they are 'given' these businesses they are usually run into the ground because of inexperience. And when they are given loans to buy business the loans invariable are not repaid and the businesses go bankrupt.
The third worrying trend is that the ANC-controlled state has now internalised the BEE model. We are now seeing the state trying to implement the same model that the conglomerates developed.
What is the state distributing? It is distributing jobs to party faithful and social welfare to the poor (what I said in different words). This is a recipe for incompetence and corruption, both of which are endemic in SA. This is what explains the service delivery upheavals that are becoming a normal part of our environment.
So what is the correct road SA should be travelling?
We all accept that a socialist model, along the lines of the Soviet Union, is not workable for SA today. The creation of a state-owned economy is not a formula that is an option for SA or for many parts of the world. Therefore, if we want to develop SA instead of shuffling pre-existing wealth, we have to create new entrepreneurs, and we need to support existing entrepreneurs to diversify into new economic sectors.
Make people work for their 'hand-outs' even if it means they must sweep the streets or clean a park – just do something instead of getting all for nothing. Guaranteed there will then be less queuing for hand-outs because they would then be working and in most instances they do not want to work – they want everything for nothing.
And in my opinion the ANC created this culture before the first election in 1994 when they promised the masses housing, electricity etc. – they just neglected to tell them that they would have to pay for them. That is why the masses constantly do not want to pay for water, electricity, rates on their properties – they think the government must pay this – after all they were told by the ANC that they will be given these things – they just do not want to understand that the money to pay for this comes from somewhere and if you don't pay you will eventually not have these services.
And then when the tax base has left they can grow their mielies in front of their shack and stretch out their open palms to the UN for food hand-outs an live a day to day existence that seems to be what they want – sit on their arse and do nothing.
Moeletsi Mbeki: Author, political commentator and entrepreneur
in Leader.CO.SA, 12.02.2011
Mbeki is the author of Architects of Poverty: Why African Capitalism Needs Changing. This article forms part of a series on transformation supplied by the Centre for Development and Enterprise.
Nota:
Numa palestra na segunda-feira no Pen Club da Cidade do Cabo, Moeletsi Mbeki criticou o Chefe do Estado, Jacob Zuma, e o líder da Juventude do partido, Julius Malema, classificando-os como “a brigada das danças e cantares que tomou conta do partido”, e salientou a total ausência de líderes com visão e sólidos valores morais na actual estrutura dirigente do Congresso Nacional Africano (ANC).
Moeletsi Mbeki, que é um dos filhos do falecido Govan Mbeki, que foi um destacado dirigente do ANC e prisioneiro político do regime do “apartheid”, entre 1964 e 1987, disse ainda na mesma palestra que o futuro da África do Sul já não conta com o ANC, nomeadamente pela falta de estatura dos seus actuais líderes e pela falta de vontade do Presidente da República em acabar com a corrupção.
As críticas de Moeletsi Mbeki são “infundadas, mal informadas, e uma manifestação de desespero na forma de reduzir a lixo o ANC, o seu presidente e o Governo”, disse à Lusa o porta-voz do partido, Jackson Mthembu, ontem à tarde em Joanesburgo.
“Para os sul-africanos lógicos e patriotas, a vitória por 64 porcento dos votos do ANC nas últimas eleições autárquicas, que se traduziram no controlo pelo partido de 71 porcento de todos os municípios, é mais uma indicação de que o ANC se mantém como o futuro da África do Sul e a única organização capaz de remediar os desequilíbrios do passado, coisa que só Moeletsi não vê”, refere Mthembu em comunicado.
O analista e empresário não poupou críticas ao partido no poder, afirmando que ele não possui capacidade para modernizar a economia e conduzi-la a um porto seguro em tempos de crise, comparando-o a “outros movimentos de libertação que chegaram ao poder e que se tornaram corruptos e incompetentes”.
“Tendo as suas raízes políticas no ANC, Moeletsi preferiu lamentavelmente não apenas trair os nobres princípios e crenças do seu pai e ícone da luta, Govan Mbeki, como decidiu ainda embarcar no papel de voz da oposição, em vez de dar uma contribuição no seio das estruturas do ANC e do Governo para a construção de um futuro melhor para todos os sul-africanos”, conclui o comunicado do Congresso Nacional Africano.
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08/09/2011
07/09/2011
06/09/2011
Os ricos de Moçambique
Quem cabritos tem e cabras não tem... e tudo começou em 1974!
01. Armando Guebuza
Dos dez, apenas dois [*] nunca fizeram parte do elenco governamental. Mas andam por lá perto...
01. Armando Guebuza
02. John Kachamila
03. Joaquim Chissano
04. Mohamed Bashir Sulemane (MBS) [*]
05. Magid Osman
06. Mário Machungo
07. Hermenegildo Gamito
08. Eneas Comiche
09. Octávio Mutemba
10. Lourenço do Rosário [*]
05. Magid Osman
06. Mário Machungo
07. Hermenegildo Gamito
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10. Lourenço do Rosário [*]
Dos dez, apenas dois [*] nunca fizeram parte do elenco governamental. Mas andam por lá perto...
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Negociatas
05/09/2011
Lição de ironia
Numa boa entrevista conduzida por Tiago Pereira para o jornal i, o escritor Onésimo Teotónio Pereira - açoriano radicado nos Estados Unidos, o que o leva a encarar o Atlântico como "um rio" - ensina-nos através de uma pequena história o que é a ironia, arte muito pouco cultivada em Portugal.
A história é esta:
«Um tipo vai a uma casa de chá, onde estão senhoras educadas, e pergunta: "Há aqui algum sítio onde se possa mijar?"
As senhoras respondem: "Olhe, o senhor naquele corredor vira à direita, na segunda porta está escrito cavalheiros". Não faça caso, entre.»
As senhoras respondem: "Olhe, o senhor naquele corredor vira à direita, na segunda porta está escrito cavalheiros". Não faça caso, entre.»
Evidente ironia, tão rara os nossos ouvidos, muito mais treinados para escutar sarcasmos.
04/09/2011
Campo Maior
As Festas do Povo de Campo Maior são um fabuloso acontecimento cultural do Alto Alentejo e que, quando ocorrem, atraem milhões de visitantes.
Foi o caso deste ano de 2011. Simplesmente deslumbrantes. Inesquecíveis. Até às próximas...
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Turismo
03/09/2011
Avante!
A «Festa do Avante!» é um acontecimento cultural de indiscutível valor e que tem por base o trabalho voluntário de muitos "camaradas".
Todavia, de um ponto de visto político, o evento é uma espécie de madrassa dos militantes do PCP, altura em que o "grande-irmão" e secretário-geral do partido clama "oh tempo volta para trás", salta por cima da tirania soviética, saúda os cada vez menos partidos irmãos e repete a oração "a luta continua" e espera que o sol brilhe sempre.
Esquecidos esses pequenos detalhes da ditadura do proletariado e com o som desligado, eis que nos damos por maravilhados observando a sereia marxista como que o PCP brindou o povo, do Minho ao Algarve, na Assembleia da República.
Um feito. Vamos à «Festa do Avante!».
![]() |
| Rita Rato, deputada do PCP, um ar fresco em São Bento |
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02/09/2011
Pequena sereia
Numa praia quase deserta, coberta de nuvens e luz, surge uma pequena sereia de curvas harmoniosas e longos cabelos, que pára sobre a areia dourada em frente do imenso mar azul esverdeado.
Um momento luminoso, ao lado de um "padrão de descobrimentos".
Um momento luminoso, ao lado de um "padrão de descobrimentos".
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27/08/2011
As delícias
Num banquete estava um padre católico sentado ao lado de um rabi judeu.
O padre, querendo gozar com o rabi, enche o prato com pedaços de um suculento leitão e depois oferece ao 'colega'.
O rabi recusa, dizendo:
- Muito obrigado, mas... não sabe que a minha religião não permite a carne de porco?
O padre, querendo gozar com o rabi, enche o prato com pedaços de um suculento leitão e depois oferece ao 'colega'.
O rabi recusa, dizendo:
- Muito obrigado, mas... não sabe que a minha religião não permite a carne de porco?
- Liiiiivra!!! Que religião esquisita! Comer leitão é uma delííícia! - comenta o padre com ironia.
À hora da despedida, o rabi chega e diz ao padre:
- As minhas recomendações à sua esposa!
E disse o padre, horrorizado:
- Minha esposa? Não sabe que a minha religião não permite casamento de sacerdotes?
E disse o padre, horrorizado:
- Minha esposa? Não sabe que a minha religião não permite casamento de sacerdotes?
- Liiiiivra!!! Que religião esquisita! Comer mulher é uma delííícia!!! mas se você prefere leitão...
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23/08/2011
Hackney Riots, woman gives real talk speech.
Londres foi alvo de ataques selvagens por parte de selvagens.
Os mais prejudicados serão os mais pobres.
O interessante é que há quem não se cale e denuncie a vergonha: uma mulher tomou a iniciativa de "discursar" para tais selvagens e chamar os bois pelos nomes:
Os mais prejudicados serão os mais pobres.
O interessante é que há quem não se cale e denuncie a vergonha: uma mulher tomou a iniciativa de "discursar" para tais selvagens e chamar os bois pelos nomes:
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22/08/2011
Dois maridos
Os títulos incompreensíveis têm muitas vezes essa vantagem: levam os leitores a ler as notícias, na expectativa de perceberem do que se trata. Pelas mesmíssimas razões, os títulos demasiado explicativos têm o efeito contrário: afastam a leitura, pois as pessoas acham que já tudo está dito e que o texto pouco ou nada adiantará.
Pois bem, a notícia do DN relativa ao título em causa dizia o seguinte: «A chamada para a esquadra de Benfica foi feita a 12 de Julho por Carlos Maceno, que apresentava escoriações no pescoço, e acusou o marido, Jorge Nuno de Sá, de agressão». Pensei que tinha lido mal e voltei atrás. É certo que a prosa não era propriamente modelar. Não é muito ortodoxo uma notícia começar por «A chamada para a esquadra de Benfica foi feita a 12 de Julho…». Mas o que me desnorteou não foi isto – foi o nome da mulher. Havia supostamente uma mulher que tinha acusado o marido de agressão. Ora a mulher chamava-se Carlos Maceno. Foi isto que me fez voltar atrás.
Verifiquei, porém, que tinha lido bem o nome.
E neste preciso momento começou a fazer-se luz no meu espírito. A palavra «ex-deputado» constante do título da notícia, associada a uma suposta relação gay, recordou-me um facto ocorrido há poucos meses e de que eu ouvira falar: o casamento de um deputado do PSD com um homem. Esta notícia do DN reportava-se pois, certamente, a esse ‘casal’. O ex-deputado agredira a mulher (ou o marido?) e esta fizera queixa à Polícia.
Continuei a ler: «O ex-deputado do PSD, actualmente coordenador para a Educação da Freguesia de Alcântara, recusa falar da sua vida privada mas garante que nunca agrediu ninguém. O casal, que se casou a 31 de Janeiro, está já separado».
Neste ponto da leitura voltei a parar. Separado? Mas os gays, que travaram uma luta tão grande, tão longa e tão dura para poderem casar-se, separam-se afinal com a mesma facilidade dos outros casais? Não seria normal que, pelo menos nos primeiros tempos de vigência da nova lei, procurassem ser exemplares, até para provarem aos opositores que as suas convicções eram fortes e sua luta era justa?
Acresce que um dos membros do ‘casal’, Jorge Nuno de Sá, na altura deputado, pessoa com alguma notoriedade social, ao assumir o risco de tornar pública a sua homossexualidade e o seu amor por um homem, parecia querer dizer a todos que a decisão de se casar fora devidamente amadurecida. Ora, depois disso, qual o sentido de se separar ao fim de meia dúzia de meses?
Mas a leitura de mais pormenores sobre o ‘casal’ ajuda a lançar alguma luz sobre a história. O ainda marido (ou mulher?) de Nuno de Sá é um massagista de nacionalidade venezuelana, de nome Carlos Eduardo Yanez Marcano (e não Maceno como dizia o DN), com menos 10 anos do que ele. Perante este bilhete de identidade, compreendem-se melhor as zangas, as agressões – e finalmente a lavagem de roupa suja na praça pública.
O jovem venezuelano acusa o marido de o ter agredido na cabeça com um computador e um telemóvel – o que faz irresistivelmente lembrar a trágica cena ocorrida num hotel de Nova Iorque, em que Renato Seabra atacou Carlos Castro com um plasma.
O ex-deputado do PSD garante, porém, que não agrediu ninguém.
Seja qual for a verdade, uma coisa é certa: um dos membros do ‘casal’ está a mentir. Ou Carlos Marcano se queixou à Polícia sem razão e não foi agredido pelo marido (embora tivesse escoriações patentes no pescoço) ou Nuno de Sá mentiu e agrediu mesmo Marcano.
Nesta altura do texto o leitor já percebeu uma dificuldade semântica com que me tenho defrontado neste texto: não havendo neste ‘casal’ um marido e uma mulher, poderá falar-se em dois maridos? Ou seja: Carlos Marcano é marido de Jorge Nuno de Sá e este é marido de Carlos Marcano?
Não é fácil descrever estas situações. Por essas e por outras, numa recente entrevista a Manuel Luís Goucha reafirmei a minha oposição aos casamentos homossexuais. «O casamento é entre um homem e uma mulher», respondi. As palavras que usamos têm um significado que o tempo e o uso foram consolidando – e ‘casamento’ na nossa civilização quer dizer a união entre um homem e uma mulher, ou seja, o acto fundador de uma família.
Querer que a palavra tenha outros significados é uma aberração que põe em causa as próprias referências do meio em que vivemos.
Claro que dois homens podem viver juntos – sejam irmãos, amigos, companheiros ou sócios em qualquer coisa. Como duas mulheres podem viver juntas, por variadíssimas razões. E é justo que as pessoas que vivem juntas tenham certos direitos em comum. Mas, para isso, não é necessário pôr em causa as nossas referências nem baralhar os nossos pobres espíritos.
Nem – já agora– complicar a vida aos pobres jornalistas, pondo-os a pensar se estará certo dizer ‘o ex-marido de Jorge Nuno de Sá’.
Confesso que, até ao dia de escrever este texto, não me tinha debruçado sobre o modo como deverão tratar-se os dois membros de um ‘casal’ homossexual. Será correto falar de ‘dois maridos’ ou de ‘duas esposas’?
Num romance célebre, Jorge Amado falava, de facto, da existência de dois maridos. Mas aí havia uma mulher no meio: Dona Flor. E, se bem me lembro, os dois maridos não estavam propriamente no mesmo plano, pois um já tinha morrido e só reaparecia à noite para consolar a mulher.
Agora um casamento onde há dois maridos e nenhuma mulher é coisa muito estranha. Ainda mais estranha se acabar com uma queixa na esquadra. Embora uma queixa na esquadra por agressão conjugal – quer se trate de dois maridos, de duas mulheres ou de um marido e uma mulher – seja sempre uma forma muito triste de acabar um casamento.
in «SOL», 22.08.2011
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Opinião
18/08/2011
O sobrinho, a moça e o lamaçal
Um debate de baixo nível envolvendo Alfredo Barroso, famoso sobrinho de Mário Soares, Teresa Caeiro, deputada, sob a maestria de Mário Crespo, na SIC-N.
15/08/2011
11/08/2011
10/08/2011
O amor no Afeganistão
A repórter Glória Maria, da TV Globo, quando esteve no Afeganistão, há 10 anos, notou que as mulheres caminhavam sempre meio metro atrás dos seus maridos.
Ao voltar lá agora, observou que elas tinham passado a caminhar pelo menos 5 metros à frente deles.
Interessadíssima por essa mudança de comportamento, a jornalista imaginou que tal mudança de costumes deveria significar uma grande vitória feminina.
Aproximou-se de uma das mulheres e disse, deslumbrada:
-"Amiiiga! Que maravilhaaaaaaa! O que aconteceu aqui que fez com que se extinguisse aquele costume absurdo de a mulher caminhar atrás dos maridos e que, agora, caminham gloriosamente à frente deles?"
E a mulher afegã respondeu:
- Minas terrestres!... Somos rebenta-minas.
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Fundamentalismo
09/08/2011
Férias e gravidez
Dois gajos do norte discutem sobre férias, e diz o primeiro:
- Este ano num bou seguir os teus cunseilhos!
- Atão e porquê?
- Atão, em nobenta e oito sujeriste-me o Habay. Eu fui e a Maria engrabidoue!
Em nobenta e nóbe sujeriste-me a Republica Dóminicâna. Eu fui e a Maria engrabidoue!
Em dois mil mandaste-me pró Brazil. Eu fui e a Maria engrabidoue!
Arre porra, não confio mais em ti, carago!
- Deixa-te de coisas! Este ano bai mas é às Ilhas Seixales, mas tens que tomar um cuidado!
- Cuidado! Que cuidado?
- Desta bez leba a Maria cuntigo, carago!!
- Este ano num bou seguir os teus cunseilhos!
- Atão e porquê?
- Atão, em nobenta e oito sujeriste-me o Habay. Eu fui e a Maria engrabidoue!
Em nobenta e nóbe sujeriste-me a Republica Dóminicâna. Eu fui e a Maria engrabidoue!
Em dois mil mandaste-me pró Brazil. Eu fui e a Maria engrabidoue!
Arre porra, não confio mais em ti, carago!
- Deixa-te de coisas! Este ano bai mas é às Ilhas Seixales, mas tens que tomar um cuidado!
- Cuidado! Que cuidado?
- Desta bez leba a Maria cuntigo, carago!!
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Idiota
08/08/2011
No jardim zoológico
A D. Estrela foi ao jardim Zoológico e, ao chegar perto da jaula do Leão, viu uma placa:
CUIDADO COM O LEÃO!
Mais à frente, outra jaula, outra placa:
CUIDADO COM O TIGRE!
Mais à frente:
CUIDADO COM O URSO!
Depois chega a uma jaula que está vazia e lê:
CUIDADO: TINTA FRESCA!
Desesperado, corre aos gritos:
- O TINTA FRESCA FUGIU! O TINTA FRESCA FUGIU!!!!
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Idiota
07/08/2011
06/08/2011
05/08/2011
Anousha Shankar
Anoushka Shankar(indiana) é irmã de Norah Jones (norte-americana). O pai de ambas é o indiano Ravi Shankar, artista que esteve presente no Woodstock (1969).
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Música
04/08/2011
Norak Jones
Esta moça é um mimo: alia as qualidades musicais a uma figura lindíssima.
Que mais é preciso para sonhar?
Que mais é preciso para sonhar?
03/08/2011
02/08/2011
O massacre de Moatize
Depois de duas explosões nas minas de carvão de Moatize (Moçambique), em 1977, os mineiros viraram-se contra a direção e chefia da empresa, matando 7 portugueses e 2 belgas.
No dia 2 de agosto de 1977, uma violenta explosão na mina de carvão conhecida por Chipanga 3, em Moatize (Moçambique), vitimou 64 trabalhadores que se encontravam nas galerias. No ano anterior, uma explosão idêntica fizera 98 mortos numa mina ao lado, a Chipanga 6.
Tomados de um sentimento incontrolado de dor e fúria, vingança e ódio, mineiros, familiares e populares mataram todos os engenheiros da Carbonífera de Moçambique e mais algumas chefias da empresa.
A tragédia foi sumariamente noticiada pelos órgãos de comunicação de Portugal e Moçambique, mas cedo desapareceu da agenda mediática.
Apostados em ultrapassar uma fase especialmente difícil nas suas relações, os dois países preferiram desvalorizar e abafar o assunto. Volvidos 34 anos, o Expresso investigou este episódio soterrado pelos interesses momentâneos dos dois países e que faz parte da história recente de Moçambique.
in «Expresso», 30.07.2011 [documento aqui, temporariamente]
NR: Joaquim Chissano, um antigo inquilino do Palácio da Ponta Vermelha, declarou que, caso tivessem escapado com vida, os nove massacrados teriam sido julgado e, certamente fuzilados, por terem sido negligentes nas causas dos acidentes. Marcelino dos Santos, um velho nhoca que agora se dedica às "pitas", teve à época, um comportamento selvagem. É, pois, preciso muita falta de vergonha e de escrúpulos da parte de quem integrava o governo frelimista que fuzilava sem julgamento, deu cabo da economia do país, tornou ingeríveis as empresas e lançou Moçambique numa guerra sangrenta com milhares de mortos e estropiados. Na verdade, um exemplo do partido corrupto que a Frelimo sempre foi.
Saude-se a excelente reportagens dos jornalistas do «Expresso», a melhor homenagem a todos trabalhadores mortos na tragédia de Moatize.
No dia 2 de agosto de 1977, uma violenta explosão na mina de carvão conhecida por Chipanga 3, em Moatize (Moçambique), vitimou 64 trabalhadores que se encontravam nas galerias. No ano anterior, uma explosão idêntica fizera 98 mortos numa mina ao lado, a Chipanga 6.
Tomados de um sentimento incontrolado de dor e fúria, vingança e ódio, mineiros, familiares e populares mataram todos os engenheiros da Carbonífera de Moçambique e mais algumas chefias da empresa.
A tragédia foi sumariamente noticiada pelos órgãos de comunicação de Portugal e Moçambique, mas cedo desapareceu da agenda mediática.
Apostados em ultrapassar uma fase especialmente difícil nas suas relações, os dois países preferiram desvalorizar e abafar o assunto. Volvidos 34 anos, o Expresso investigou este episódio soterrado pelos interesses momentâneos dos dois países e que faz parte da história recente de Moçambique.
in «Expresso», 30.07.2011 [documento aqui, temporariamente]
NR: Joaquim Chissano, um antigo inquilino do Palácio da Ponta Vermelha, declarou que, caso tivessem escapado com vida, os nove massacrados teriam sido julgado e, certamente fuzilados, por terem sido negligentes nas causas dos acidentes. Marcelino dos Santos, um velho nhoca que agora se dedica às "pitas", teve à época, um comportamento selvagem. É, pois, preciso muita falta de vergonha e de escrúpulos da parte de quem integrava o governo frelimista que fuzilava sem julgamento, deu cabo da economia do país, tornou ingeríveis as empresas e lançou Moçambique numa guerra sangrenta com milhares de mortos e estropiados. Na verdade, um exemplo do partido corrupto que a Frelimo sempre foi.
Saude-se a excelente reportagens dos jornalistas do «Expresso», a melhor homenagem a todos trabalhadores mortos na tragédia de Moatize.
01/08/2011
31/07/2011
Arrasou!
Um jovem muito arrogante, que assistia a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender a sua geração.
- Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo! - disse o estudante, alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.
- Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular , televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens a caminhar na Lua e as nossas naves espaciais chegarão a Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogénio, computadores com grande capacidade de processamento e ....," - fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor aproveitou o intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante na sua ladainha e disse:
- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. E você, um bostinha de merda arrogante dos dias de hoje, o que está a fazer para a próxima geração?
Foi aplaudido de pé !
- Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo! - disse o estudante, alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.
- Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular , televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens a caminhar na Lua e as nossas naves espaciais chegarão a Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogénio, computadores com grande capacidade de processamento e ....," - fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor aproveitou o intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante na sua ladainha e disse:
- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. E você, um bostinha de merda arrogante dos dias de hoje, o que está a fazer para a próxima geração?
Foi aplaudido de pé !
30/07/2011
Loiros
Jorge era loiro, estúpido e muito tímido, mas arranjou uma namorada, num dia de inspiração.
Um dia, saíram de carro para um passeio pela Costa da Caparica.
Depois de andarem alguns kms, o Carlos ganhou coragem e pôs a mão nas pernas dela.
E ela disse: se quiseres, podes ir mais longe...
Animado, Carlos engatou a quinta e foi até ao Algarve...
Um dia, saíram de carro para um passeio pela Costa da Caparica.
Depois de andarem alguns kms, o Carlos ganhou coragem e pôs a mão nas pernas dela.
E ela disse: se quiseres, podes ir mais longe...
Animado, Carlos engatou a quinta e foi até ao Algarve...
29/07/2011
O balde
Um velho senhor tinha um bonito lago na sua enorme herdade.
Depois de algum tempo sem ir ao local, decidiu naquele dia ir dar uma olhada geral para ver se estava tudo em ordem.
Pegou num balde para aproveitar o passeio e trazer umas frutas das árvores pelo caminho, e ao aproximar-se do lago, escutou vozes femininas, animadas, divertidas...
Então viu um grupo de jovens mulheres a tomar banho no lago, completamente nuas.
Chegou mais perto e, com isso, todas elas fugiram para a parte mais funda do lago, deixando apenas a cabeça fora de água.
Uma das mulheres gritou:
-Não saimos daqui enquanto o senhor não for embora!
O velho respondeu:
- Calma moças, eu não vim até aqui para as ver a nadar ou para as ver sair nuas do lago!
Levantando o balde, ele disse:
-Eu só vim dar comida ao jacaré...
Depois de algum tempo sem ir ao local, decidiu naquele dia ir dar uma olhada geral para ver se estava tudo em ordem.
Pegou num balde para aproveitar o passeio e trazer umas frutas das árvores pelo caminho, e ao aproximar-se do lago, escutou vozes femininas, animadas, divertidas...
Então viu um grupo de jovens mulheres a tomar banho no lago, completamente nuas.
Chegou mais perto e, com isso, todas elas fugiram para a parte mais funda do lago, deixando apenas a cabeça fora de água.
Uma das mulheres gritou:
-Não saimos daqui enquanto o senhor não for embora!
O velho respondeu:
- Calma moças, eu não vim até aqui para as ver a nadar ou para as ver sair nuas do lago!
Levantando o balde, ele disse:
-Eu só vim dar comida ao jacaré...
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My God
28/07/2011
De suicídio para homicídio....
Vinha pela estrada uma caravana de motociclistas fortes, bigodudos em suas poderosas motos, quando de repente eles vêem uma garota a ponto de saltar de uma ponte a um rio.
Eles param e o líder deles particularmente corpulento e de aspecto rude, salta, se dirige a ela e pergunta:
- Que diabos estás a fazer?
- Vou me suicidar-- Responde suavemente a delicada garota com a voz cadenciada e ameaçando pular.
O motociclista pensa por alguns segundos e finalmente diz:
- Bom, antes de saltar porque não me dás um beijo?
Ela acena com a cabeça, bota de lado os cabelos compridos encaracolados e dá um beijo longo e apaixonado na boca do motociclista parrudão.
Depois desta intensa experiência, a gangue de motoqueiros aplaude, o líder recupera o fôlego, alisa a barba e admite:
- Este foi o melhor beijo que me deram na vida. É um talento que se perderá caso tu te suicides. Porque queres morrer?
- Os meus pais não gostam que eu me vista de mulher!!!... ....
(o caso terminou classificado como homicídio voluntário do 1º grau e não suicídio)
Eles param e o líder deles particularmente corpulento e de aspecto rude, salta, se dirige a ela e pergunta:
- Que diabos estás a fazer?
- Vou me suicidar-- Responde suavemente a delicada garota com a voz cadenciada e ameaçando pular.
O motociclista pensa por alguns segundos e finalmente diz:
- Bom, antes de saltar porque não me dás um beijo?
Ela acena com a cabeça, bota de lado os cabelos compridos encaracolados e dá um beijo longo e apaixonado na boca do motociclista parrudão.
Depois desta intensa experiência, a gangue de motoqueiros aplaude, o líder recupera o fôlego, alisa a barba e admite:
- Este foi o melhor beijo que me deram na vida. É um talento que se perderá caso tu te suicides. Porque queres morrer?
- Os meus pais não gostam que eu me vista de mulher!!!... ....
(o caso terminou classificado como homicídio voluntário do 1º grau e não suicídio)
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Idiota
27/07/2011
A tecnologia aqui de Cuba
Um casal de cubanos alentejanos:
- Manel, compra-me uma máquina de lavar a roupa! Estou farta de lavar à mão!
- Está bem, Preciosa. Amanhã mesmo vou a Lisboa e hei-de comprar a da última moda!
O Manel foi e regressou com a máquina.
- Aqui tens, Preciosa, esta é a mais moderna que existe!
Leram as instruções e puseram-na a lavar. Tudo ia bem, até que...
- Manel, o que se passa? A máquina está rebentando! Isto está girando muito depressa!
- Estava a 'centrifugar'.
Como a casa era desnivelada, a máquina começou a andar até que chegou à porta da rua.
- Manel, faz qualquer coisa! Ela vai-se embora!
- Eu não te disse que era a última moda? Lavou a roupa, agora vai estendê-la, porra!!!...
- Manel, compra-me uma máquina de lavar a roupa! Estou farta de lavar à mão!
- Está bem, Preciosa. Amanhã mesmo vou a Lisboa e hei-de comprar a da última moda!
O Manel foi e regressou com a máquina.
- Aqui tens, Preciosa, esta é a mais moderna que existe!
Leram as instruções e puseram-na a lavar. Tudo ia bem, até que...
- Manel, o que se passa? A máquina está rebentando! Isto está girando muito depressa!
- Estava a 'centrifugar'.
Como a casa era desnivelada, a máquina começou a andar até que chegou à porta da rua.
- Manel, faz qualquer coisa! Ela vai-se embora!
- Eu não te disse que era a última moda? Lavou a roupa, agora vai estendê-la, porra!!!...
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Tecnologia
25/07/2011
24/07/2011
Invisuais
Já é sabido que António José Seguro foi o escolhido para secretário-geral do Partido Socialista português, pelos seus 20 mil militantes.
A escolha entre os dois candidatos era de uma pobreza intelectual assustadora porque, qualquer dos candidatos tinha um programa de pântano. Sem ideias, sem propostas, sem inovação, sem renovação, mais do mesmo!
A escolha entre os dois candidatos era de uma pobreza intelectual assustadora porque, qualquer dos candidatos tinha um programa de pântano. Sem ideias, sem propostas, sem inovação, sem renovação, mais do mesmo!
Está-se, portanto, perante mais uma evolução na continuidade.
Pensam no mundo em 3D mas, na verdade, estão cegos pela ideologia maçónica.
Vai acabar mal. Seguramente!
Vai acabar mal. Seguramente!
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Socialismo
Saber investir
LIÇÃO DE ECONOMIA
1. Se em janeiro de 2007 tinha 1.000 € investidos em ações do Royal Bank of Scotland, um dos maiores bancos do Reino Unido, hoje teria 29 €!
2. Se em janeiro de 2007 tinha 1.000 € investidos em ações do Fortis, outro gigante bancário, hoje teria 39 €!
3. Agora, se em janeiro de 2007 gastou 1000 € em bom vinho tinto (de vinho, e não ações), tivesse bebido todo o vinho e vendido as garrafas vazias, hoje teria 46 €!
Conclusão: No cenário Económico atual, é melhor esperar sentado bebendo um bom vinho.
E lembre-se que quem bebe vinho, VIVE MENOS:
• Menos triste;
• Menos deprimido;
• Menos tenso;
• Menos cansado com a vida;
• Menos doente do coração;
1. Se em janeiro de 2007 tinha 1.000 € investidos em ações do Royal Bank of Scotland, um dos maiores bancos do Reino Unido, hoje teria 29 €!
2. Se em janeiro de 2007 tinha 1.000 € investidos em ações do Fortis, outro gigante bancário, hoje teria 39 €!
3. Agora, se em janeiro de 2007 gastou 1000 € em bom vinho tinto (de vinho, e não ações), tivesse bebido todo o vinho e vendido as garrafas vazias, hoje teria 46 €!
Conclusão: No cenário Económico atual, é melhor esperar sentado bebendo um bom vinho.
E lembre-se que quem bebe vinho, VIVE MENOS:
• Menos triste;
• Menos deprimido;
• Menos tenso;
• Menos cansado com a vida;
• Menos doente do coração;
Pense sobre isso.
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Economia
22/07/2011
Defender Oslo, defender a Civilização e a Paz
Hoje, a pacífica cidade de Oslo foi alvo de um cobarde ataque à bomba por parte de fanáticos.
É preciso defender a Civilização da ofensiva dos novos bárbaros.

É preciso defender a Civilização da ofensiva dos novos bárbaros.

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Liberdade,
Terrorismo
19/07/2011
18/07/2011
Correr em Paris
Em agosto de 1978, o cineasta francês Claude Lelouch adaptou uma câmera giroscopicamente estabilizada na frente de um Ferrari 275 GTB e convidou um amigo piloto profissional de Fórmula 1, para fazer um trajeto no coração de Paris, na maior velocidade que ele pudesse.
A hora seria logo que o dia clareasse.
O filme só dava para 10 minutos e o trajeto seria de Porte Dauphine, através do Louvre até a basílica de Sacre Coeur. Lelouch não conseguiu permissão para interditar nenhuma rua no perigoso trajeto a ser percorrido.
O piloto completou o circuito em 9 minutos!, chegando a 324 km por hora em certos momentos.
O filme mostra-o furando sinais vermelhos, quase atropelando pedestres, espantando pombos e entrando em ruas de sentido único. O sol nem havia saído ainda.
O piloto, teria sido René Arnoux, ou Jean-Pierre Jarier ?
Quando mostrou o filme em público pela primeira vez, Claude Lelouch foi preso.
Mas ele nunca revelou o nome do piloto de fórmula 1 que pilotou a máquina e o filme foi proibido, passando a circular só no underground.
Se não viu ainda o clássico, prenda a respiração e veja abaixo. Se já viu, veja de novo.
Vale a pena sentir a emoção de passear em Paris como se estivesse a bordo de um Ferrari 275 GTB.
A hora seria logo que o dia clareasse.
O filme só dava para 10 minutos e o trajeto seria de Porte Dauphine, através do Louvre até a basílica de Sacre Coeur. Lelouch não conseguiu permissão para interditar nenhuma rua no perigoso trajeto a ser percorrido.
O piloto completou o circuito em 9 minutos!, chegando a 324 km por hora em certos momentos.
O filme mostra-o furando sinais vermelhos, quase atropelando pedestres, espantando pombos e entrando em ruas de sentido único. O sol nem havia saído ainda.
O piloto, teria sido René Arnoux, ou Jean-Pierre Jarier ?
Quando mostrou o filme em público pela primeira vez, Claude Lelouch foi preso.
Mas ele nunca revelou o nome do piloto de fórmula 1 que pilotou a máquina e o filme foi proibido, passando a circular só no underground.
Se não viu ainda o clássico, prenda a respiração e veja abaixo. Se já viu, veja de novo.
Vale a pena sentir a emoção de passear em Paris como se estivesse a bordo de um Ferrari 275 GTB.
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Cinema
17/07/2011
16/07/2011
15/07/2011
14/07/2011
Dedicada aos anti-NATO
Pode até parecer um exagero retórico, mas foram realmente os soldados que ao longo do século passado puseram termo às ditaduras e aos tiranos.
Por isso, este discurso vale como momento para os que se esquecem da história e dos seus verdadeiros contornos e querem reformar a verdade por conveniências inconfessáveis.
Barack Obama, no Dia do Veterano:
"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa.
É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público.
É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."
Barack Obama
no Memorial Day a 30 de maio de 2011
NR:
Dedicado àqueles que perguntam para que servem os militares;
Dedicado àqueles que ter Forças Armadas é um luxo;
Dedicado àqueles que são contra a NATO!
Por isso, este discurso vale como momento para os que se esquecem da história e dos seus verdadeiros contornos e querem reformar a verdade por conveniências inconfessáveis.
Barack Obama, no Dia do Veterano:
"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa.
É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público.
É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."
Barack Obama
no Memorial Day a 30 de maio de 2011
NR:
Dedicado àqueles que perguntam para que servem os militares;
Dedicado àqueles que ter Forças Armadas é um luxo;
Dedicado àqueles que são contra a NATO!
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Liberdade
13/07/2011
Idiota em jardim
É difícil entender o que leva um cidadão de Lisboa a escolher uma zona de relva, num bairro oriental da cidade, como local apropriado para deixar o seu automóvel "a pastar".
Péssima educação cívica tem estes animais!
| Idiota 76-61-FN |
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Idiota
12/07/2011
Os derrotados
O derrotado grupo que, a coberto dos socretinos, levou Portugal até ao desastre é composto por afiliados "xuxalistas" de diferentes matizes, agentes maçónicos e outros lóbis.
É caso para perguntar: vivem de quê?
Nunca fizeram nada de produtivo. Em diferentes instituições do Estado português, vivem de expedientes, negócio$, reformas, pensões e subsídios de parlamentos, empresas públicas, institutos, fundações e comissões diversas.
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Negociatas,
Socialismo
11/07/2011
10/07/2011
Museu do chocolate
Uma visita ao Museu do Chocolate, em Barcelona, é imperdível.
Primeiro, para saber tudo sobre a origem e a história do chocolate, essa invenção dos americanos precolombianos que os europeus agarraram.
Depois para perceber como a cultura do cacau se generalizou por todo o mundo e alimenta, hoje, uma bem sucedida agricultura refinada e uma indústria alimentar, geograficamente distribuída.
Primeiro, para saber tudo sobre a origem e a história do chocolate, essa invenção dos americanos precolombianos que os europeus agarraram.
Depois para perceber como a cultura do cacau se generalizou por todo o mundo e alimenta, hoje, uma bem sucedida agricultura refinada e uma indústria alimentar, geograficamente distribuída.
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Turismo
09/07/2011
Um dia marcante
Há mulheres que claramente merecem um elogio, pelas suas qualidades humanas, pela amizade com que nos honram, pelo exemplo de vida que nos transmitem.
E que um dia deste contamos.
Por hoje, fica dedicada esta pérola.
E que um dia deste contamos.
Por hoje, fica dedicada esta pérola.
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Música
08/07/2011
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