Num congresso internacional de medicina.
O médico alemão diz:
Na Alemanha, fazemos transplantes de dedo. Em 4 semanas o paciente está procurando emprego.
O médico espanhol afirma:
A medicina espanhola é tão avançada que conseguimos fazer um transplante de cérebro. Em 6 semanas o paciente está procurando emprego.
O médico russo diz:
Fazemos um transplante de peito. Em 1 semana o camarada pode procurar emprego.
O médico grego disse:
Temos um trabalho de recuperação de bêbados. Em 15 dias o indivíduo pode procurar emprego.
O médico português diz orgulhoso:
Isso não é nada! Em Portugal, nós arranjamos um homem sem cérebro, sem consciência, sem peito, mentiroso, corrupto e elegêmo-lo primeiro-ministro.
Em 3 anos o país inteiro está à procura de emprego.
03/06/2011
02/06/2011
2 milhões de desempregados
Se os emigrantes portugueses espalhados pelo mundo regressassem ao país;
Se todos os desempregados fossem contados e os números não fossem aldrabados;
Se os que não trabalham fossem todos contados;
O número verdadeiro de desempregados seria de 2 milhões!
O número verdadeiro de desempregados seria de 2 milhões!
É obra, tanto socialismo, tanta pobreza.
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Economia,
Socialismo
Porque não voto em ti
Tu podes dizer que te perseguiram, que te fizeram a cama, que te tramaram, que as tuas intenções eram as melhores e que querias evitar a todo o custo a ajuda externa.
Tudo isso até pode ser verdade mas olha que me fazes lembrar o Vale e Azevedo.
Tens de me explicar como conseguiste tornar o PS no "teu partido".
Assim é que é: 93% de apoio !!!
Tu és o líder, tu és o chefe, tu és o comandante, tu és o pai, o filho, o espírito santo.
O partido és tu e é teu.
Zé, assim não vamos lá. Que consigas enganar os "crentes" é uma coisa, agora querer enganar outra vez a gente é outra.
Oh Zé. Tu lixaste a gente, deixaste-nos na merda, pá.
Vai pró caraças, mas estás a querer fazer-nos de estúpidos ?
Será que não tens vergonha, será que não tens um pingo de humildade para que caias em ti e reconheças os teus pecados e os teus erros?
Repara só:
- 600 000 desempregados;
- bancarrota;
- faturas elevadíssimas a vencer nos próximos anos;
- uma imagem péssima do país no estrangeiro: caloteiros, calaceiros, vigaristas, trapaceiros, corruptos, mentirosos, malandros, estúpidos, teimosos, etc.;
- as reformas todas por fazer, as nossas empresas, bancos e empresários mal vistos e mal cotados;
- uma dívida pública astronómica;
- a nossa indústria desamparada;
e etc, etc....
Tu que tiveste uma maioria, que tiveste as condições que poucos tiveram, lembra-te que quando te elegemos em 2005 nós estávamos fartos de Durões, Santanas, de
sermos desgovernados e tu, sim tu, puseste-nos na miséria pá.
Oh Zé, deixa-me que te explique isto a ver se entra na tua cabeça.
Tu já não serves para representar os nossos interesses, tu estás avariado, estragado, queimado, fora de prazo.
A tua teimosia, a tua estupidez, a tua soberba demonstrou um gajo que não
sabe negociar, que não sabe gerir, que não sabe o que é um país, que não sabe o
que é ser-se integro e o que é servir.
Tens de me explicar como conseguiste tornar o PS no "teu partido".
Assim é que é: 93% de apoio !!!
Tu és o líder, tu és o chefe, tu és o comandante, tu és o pai, o filho, o espírito santo.
O partido és tu e é teu.
Zé, assim não vamos lá. Que consigas enganar os "crentes" é uma coisa, agora querer enganar outra vez a gente é outra.
Oh Zé. Tu lixaste a gente, deixaste-nos na merda, pá.
Vai pró caraças, mas estás a querer fazer-nos de estúpidos ?
Será que não tens vergonha, será que não tens um pingo de humildade para que caias em ti e reconheças os teus pecados e os teus erros?
Repara só:
- 600 000 desempregados;
- bancarrota;
- faturas elevadíssimas a vencer nos próximos anos;
- uma imagem péssima do país no estrangeiro: caloteiros, calaceiros, vigaristas, trapaceiros, corruptos, mentirosos, malandros, estúpidos, teimosos, etc.;
- as reformas todas por fazer, as nossas empresas, bancos e empresários mal vistos e mal cotados;
- uma dívida pública astronómica;
- a nossa indústria desamparada;
e etc, etc....
Tu que tiveste uma maioria, que tiveste as condições que poucos tiveram, lembra-te que quando te elegemos em 2005 nós estávamos fartos de Durões, Santanas, de
sermos desgovernados e tu, sim tu, puseste-nos na miséria pá.
Oh Zé, deixa-me que te explique isto a ver se entra na tua cabeça.
Tu já não serves para representar os nossos interesses, tu estás avariado, estragado, queimado, fora de prazo.
A tua teimosia, a tua estupidez, a tua soberba demonstrou um gajo que não
sabe negociar, que não sabe gerir, que não sabe o que é um país, que não sabe o
que é ser-se integro e o que é servir.
O que tu tens é um grande patuá. Só que não chegou para os mercados !!!
O que pensariam de nós se voltasses a ser parte do problema, tu que foste, e és
o problema.
Uma coisa te garanto: em ti não voto!
Este é um Desígnio Nacional: por-te na prateleira, na galeria dos notáveis que nos enganaram.
Olha Zé não estou nada porreiro pá e quero que vás pró Bordalo.
O que pensariam de nós se voltasses a ser parte do problema, tu que foste, e és
o problema.
Uma coisa te garanto: em ti não voto!
Este é um Desígnio Nacional: por-te na prateleira, na galeria dos notáveis que nos enganaram.
Olha Zé não estou nada porreiro pá e quero que vás pró Bordalo.
António Dejosé
(leitor)
(leitor)
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Opinião
01/06/2011
31/05/2011
Christine Lagarde
Christine Lagarde, ex-ministra das Finanças de França, à pergunta sobre um pedido de José Sócrates para uma renegociação da dívida portuguesa, caso hipoteticamente viesse a ser Diretora-Geral do FMI, respondeu com toda a clareza que se possa esperar.
... E vai ser!
... E vai ser!
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Economia
30/05/2011
Piada a recordar
Um grande empresário português marca uma audiência com José Sócrates,na Residência Oficial do Primeiro-Ministro.
Enquanto aguarda, encontra Armando Vara que o recebe com muitos abraços.
Quando é recebido pelo Primeiro-Ministro, sente falta da carteira e resolve abordar o assunto com o PM:
- Não sei como lhe hei-de dizer, Senhor Primeiro-Ministro, mas a minha carteira acabou de desaparecer!
E continuou:
- Tenho a certeza de que estava com ela ao entrar na sala de espera. Tive o cuidado de a guardar bem, após apresentar o BI ao segurança. Não quero fazer nenhuma insinuação, mas a única pessoa com quem estive depois disso foi o dr. Armando Vara, que está aqui na sala de espera ao lado.
O Primeiro-Ministro retira-se do gabinete. Pouco tempo depois, regressa com a carteira na mão.
Reconhecendo a sua carteira, o empresário comenta:
- Espero não ter causado nenhum problema pessoal entre o Senhor Primeiro-Ministro e o dr. Armando Vara.
Ao que José Sócrates responde:
- Não se preocupe! Ele nem percebeu!...
Enquanto aguarda, encontra Armando Vara que o recebe com muitos abraços.
Quando é recebido pelo Primeiro-Ministro, sente falta da carteira e resolve abordar o assunto com o PM:
- Não sei como lhe hei-de dizer, Senhor Primeiro-Ministro, mas a minha carteira acabou de desaparecer!
E continuou:
- Tenho a certeza de que estava com ela ao entrar na sala de espera. Tive o cuidado de a guardar bem, após apresentar o BI ao segurança. Não quero fazer nenhuma insinuação, mas a única pessoa com quem estive depois disso foi o dr. Armando Vara, que está aqui na sala de espera ao lado.
O Primeiro-Ministro retira-se do gabinete. Pouco tempo depois, regressa com a carteira na mão.
Reconhecendo a sua carteira, o empresário comenta:
- Espero não ter causado nenhum problema pessoal entre o Senhor Primeiro-Ministro e o dr. Armando Vara.
Ao que José Sócrates responde:
- Não se preocupe! Ele nem percebeu!...
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Negociatas
28/05/2011
Pioneiro da fotografia na Golegã
O Estúdio de Fotografia Carlos Relvas, na Golegã. A obra imperdível e tardiamente reconhecida de um pioneiro português (1838-1894).
A não perder!
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Fotografia
27/05/2011
26/05/2011
25/05/2011
O dia da Umidade Africana
A 25 de Maio comemora-se o Dia da Unidade Africana.
Com a verdadeira Umidade Africana, aqui está a nossa homenagem aos leitores de África!
Com a verdadeira Umidade Africana, aqui está a nossa homenagem aos leitores de África!
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My God
24/05/2011
FHM Calendar 2011, Indigo Bay, Mozambique
Indigo Bay, Moçambique na FHM: uma vista sobre o paraíso!
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My God
23/05/2011
Parque Escolar
É assim que se contraem dívidas (climatizar igloos):
“ …conceitos típicos dos EUA nos anos 60. Uma vez que instalámos ar condicionado, não deixamos abrir as janelas para não perturbar o sistema…”
Importa ouvir o idiota que explica como se dinamiza a construção civil.
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Negociatas,
Televisão
22/05/2011
Excerto do debate... Portas x Sócrates
Esta diz tudo!
Excerto do debate na TVI entre Paulo Portas e José Sócrates.
Paulo Portas: "O senhor disse que nunca seria primeiro-ministro com o FMI."
José Sócrates: "Não foi isso que eu disse. O que eu disse é que não estava disponível para ser primeiro-ministro com o FMI."
Judite de Sousa: "Não é a mesma coisa?"
José Sócrates: "Não. É diferente."
Excerto do debate na TVI entre Paulo Portas e José Sócrates.
Paulo Portas: "O senhor disse que nunca seria primeiro-ministro com o FMI."
José Sócrates: "Não foi isso que eu disse. O que eu disse é que não estava disponível para ser primeiro-ministro com o FMI."
Judite de Sousa: "Não é a mesma coisa?"
José Sócrates: "Não. É diferente."
21/05/2011
20/05/2011
Putativo ministro da Saúde socretino
Médico absolvido de violação porque não foi muito violento
Relação do Porto absolveu psiquiatra com argumentos muito polémicos.
O Tribunal da Relação do Porto absolveu o psiquiatra João Villas Boas do crime de violação contra uma paciente sua, grávida de 34 semanas, que estava a ter acompanhamento devido à gravidez.
Segundo a maioria de juízes, os atos sexuais dados como provados no julgamento de primeira instância não foram suficientemente violentos. Agarrar a cabeça (ou os cabelos) de uma mulher, obrigando-a a fazer sexo oral e empurrá-la contra um sofá para realizar a cópula não constituíram actos susceptíveis de ser enquadrados como violentos.
in «Diário de Notícias»
Segundo a maioria de juízes, os atos sexuais dados como provados no julgamento de primeira instância não foram suficientemente violentos. Agarrar a cabeça (ou os cabelos) de uma mulher, obrigando-a a fazer sexo oral e empurrá-la contra um sofá para realizar a cópula não constituíram actos susceptíveis de ser enquadrados como violentos.
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Idiota
19/05/2011
Barcelona: Sagrada Família
A cidade de Barcelona é espantosa. Gente de todo o Mundo percorre meio planeta para ver obras de arte com a igreja da Sagrada Família de Antonio Gaudi, que contuna em construção para se materializar o sonho do arquiteto catalão.
18/05/2011
O fim do Mundo
Deus cansou-se de tanta asneira que há milénios vê a humanidade fazer e decidiu acabar com ela em 24 horas. Chamou os governantes mundiais e anunciou-lhes solenemente:
- Basta ! Vou terminar com esta treta ! Têm 24 horas para dizerem aos vossos povos que o mundo vai acabar.
Obama chamou as televisões à Casa Branca e declarou: Americanos, tenho uma boa e uma má notícia para vos dar. A boa é que Deus existe mesmo. Acabo de o ver. A má é que a nossa grande e querida Nação se vai extinguir dentro de poucas horas.
Raúl Castro, por seu lado, mal regressou a Cuba, convocou as massas e arengou-lhes assim:
Camaradas, tenho duas más notícias para vos dar. A primeira é que Deus existe, eu próprio o vi há algumas horas. A segunda é que a nossa gloriosa Revolução está prestes a terminar.
Quanto a Sócrates, regressado a Portugal, marcou de imediato uma conferência de imprensa para a hora de abertura dos telejornais, sem direito a perguntas, vestiu um dos seus fatos Armani e, depois de perguntar ao Luís se estava com bom aspecto, disse:
- 'Caros compatriotas ! Tenho duas bos notícias para vos dar ! A primeira é que Deus me nomeou seu mensageiro. A segunda é que, tal como eu vos tinha prometido, vão acabar no nosso país, daqui a muito poucas horas, o desemprego, a corrupção - a miséria, o insucesso
escolar e até o IVA !
escolar e até o IVA !
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Idiota
17/05/2011
16/05/2011
A CRIL comentada
Trinta e muitos anos depois de ter projetada, a CRIL - Circular Interior de Lisboa - foi concluída.
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Televisão
15/05/2011
14/05/2011
Bom senso português
A Europa está profundamente receosa quanto ao bom senso dos portugueses. Ou a ausência dele.
É altura de demonstrarem como não há motivos para isso e que a gente "tuga" se prepara para varrer o lixo para o lixo.
É altura de demonstrarem como não há motivos para isso e que a gente "tuga" se prepara para varrer o lixo para o lixo.
Avante camaradas.
Dia 5 de junho, os "lellos" para a rua.
A luta é alegria!
Dia 5 de junho, os "lellos" para a rua.
A luta é alegria!
10/05/2011
09/05/2011
Mini-saia
Um dia, na paragem do autocarro, estava uma rapariga que usava uma mini-saia muito apertada.
Quando o autocarro chegou e era a sua vez de entrar, apercebeu-se que a saia estava tão apertada que ela não conseguia levantar a perna o suficiente para chegar ao primeiro degrau.
Tentando arranjar uma maneira de conseguir levantar a perna ela recuou esticou os braços para trás e desapertou um bocadinho o fecho da saia. Ainda assim não conseguia chegar ao degrau...
Embaraçada recuou novamente e esticou os braços para trás das costas para desapertar um pouco mais o fecho. Ainda assim não conseguiu subir para o primeiro degrau...
Então, recuou novamente esticou os braços para trás e desapertou completamente o fecho da saia.
Pensando que desta vez ia conseguir levantou novamente a perna, apenas para descobrir que ainda não conseguia alcançar o degrau...
Vendo como ela estava embaraçada, o homem que estava atrás dela na fila do autocarro, pôs as suas mãos à volta da cintura dela, levantou-a e pousou-a no primeiro degrau do autocarro.
A rapariga virou-se furiosa e perguntou:
- Como se atreve? Eu nem sequer o conheço...
Chocado o homem respondeu-lhe:
- Bem, minha senhora, eu pensei que depois de ter recuado e me ter desapertado a braguilha três vezes, bem, pensei que já éramos pelo menos amigos... !?!?!?
Quando o autocarro chegou e era a sua vez de entrar, apercebeu-se que a saia estava tão apertada que ela não conseguia levantar a perna o suficiente para chegar ao primeiro degrau.
Tentando arranjar uma maneira de conseguir levantar a perna ela recuou esticou os braços para trás e desapertou um bocadinho o fecho da saia. Ainda assim não conseguia chegar ao degrau...
Embaraçada recuou novamente e esticou os braços para trás das costas para desapertar um pouco mais o fecho. Ainda assim não conseguiu subir para o primeiro degrau...
Então, recuou novamente esticou os braços para trás e desapertou completamente o fecho da saia.
Pensando que desta vez ia conseguir levantou novamente a perna, apenas para descobrir que ainda não conseguia alcançar o degrau...
Vendo como ela estava embaraçada, o homem que estava atrás dela na fila do autocarro, pôs as suas mãos à volta da cintura dela, levantou-a e pousou-a no primeiro degrau do autocarro.
A rapariga virou-se furiosa e perguntou:
- Como se atreve? Eu nem sequer o conheço...
Chocado o homem respondeu-lhe:
- Bem, minha senhora, eu pensei que depois de ter recuado e me ter desapertado a braguilha três vezes, bem, pensei que já éramos pelo menos amigos... !?!?!?
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My God
08/05/2011
Missa do 7º dia
Faz hoje uma semana que o mundo se livrou do fanático terrorista-mor.
É motivo de festa mas é preciso manter alerta contra outras "cobras" em roda livre.
É motivo de festa mas é preciso manter alerta contra outras "cobras" em roda livre.
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História,
Terrorismo
07/05/2011
Socialismo, igualdade e liberdade
Tem havido aqui uma interessante discussão sobre o socialismo e o seu significado. Estamos tão agarrados à ideia da bondade das intenções do socialismo que mesmo aqueles que com ele recusam qualquer identificação não conseguem deixar de lhe prestar um tributo ético.
É como uma mão amputada que continua a doer. A mão é fantasma, mas a dor é real.
E porque o capitalismo (tal como todos os sistemas) continua a alimentar a rejeição e a insatisfação de vastos sectores das próprias sociedades que enformou, sem o socialismo, a contestação interna anti-capitalista resume-se a variações sobre a tirania e a barbárie, seja ela da “multitude”, caracterizada por Hardt e Negri, seja de vontades ad-hoc que se esgotam no próprio acto de contestar. Custa-me dizê-lo, mas por vezes sinto pena que o socialismo (que partilha alguns valores essenciais com o liberalismo), não esteja já aí para federar a contestação, função que sempre cumpriu bem.
É verdade que muita gente continua a reclamar-se socialista, partidos e regimes socialistas é o que não falta por aí mas a essência do ideal socialista, essa é bastante vaga e não pode deixar de o ser, face às tenebrosas realidades que gerou no século passado e que acabaram por lhe selar o caixão. Existe também um núcleo duro de fiéis que afirmam que não se pode julgar o socialismo pelas suas realizações. Para estes, Cuba, URSS, RDA, Líbia, Iraque, Venezuela, não eram/são verdadeiramente socialistas, nem as políticas seguidas pelos partidos socialistas são verdadeiramente socialistas (o nosso PCP chama-lhes sempre “politicas de direita”).
Esta argumentação não é séria. O socialismo é aquilo que faz, e o lamento dos crentes, de que o verdadeiro socialismo nunca foi realizado, é uma falácia obstinada que poderá ser invocada por qualquer ideologia falhada. Por exemplo, os fascistas podem dizer que Mussolini não realizou o “verdadeiro fascismo” e os apaziguadores do Islamismo que o islão violento e intolerante não é o “verdadeiro islão”.
A relação do socialismo com a realidade parece ser como a do potássio com a água: ao mínimo contacto volatiliza-se, o que suscita a questão de saber o que há então no ideal socialista que o torne tão incompatível com a realidade quando parecia aos seus defensores um sistema racional, que expunha os defeitos óbvios da sociedade capitalista.
O primeiro socialismo era utópico, como Marx lhe chamou. Insatisfeito com a modernidade, essa insatisfação era basicamente uma versão secular da crítica católica a um mundo cada vez mais surdo ao seu discurso. Saint-Simon acreditava até ser uma espécie de Messias que trazia a revelação final.
A sua principal crítica era a de que a liberdade não é o mais importante porque uma sociedade fundada apenas nos direitos individuais não tem lugar para certas virtudes que devem caracterizar uma comunidade política, nomeadamente um núcleo moral comum e uma ideia do que deve ser uma vida “boa”. Na verdade a sociedade capitalista descrita por Adam Smith e outros, de certo modo negligenciava essas virtudes, remetendo-as para a esfera privada. Fazia-o, não porque as considerasse desnecessárias, mas porque tinha como assumido e inabalável o acervo moral judaico-cristão. O indivíduo era “formatado” nesses valores e, mesmo que rejeitasse a crença religiosa, os valores estavam lá, já faziam parte dele.
O capitalismo respirou nesta e desta atmosfera moral que, contudo, se foi desgastando face à emergência de conceitos relativistas e niilistas, de certa forma gerados no e pelo próprio espírito do capitalismo.
O socialismo cativou tanta gente inteligente e bem intencionada, porque foi um esforço moderno para resistir à corrupção ética da própria modernidade. É, por isso, uma religião secular, conceito de resto assumido como necessário pelos próprios “saint-simonianos”.
Contém um núcleo religioso, um conjunto de princípios de “mal” e “bem”, no qual são endoutrinados os fiéis. A experiência israelita do kibbutz é, por isso, extraordinariamente similar à pequena comunidade religiosa, uma comunidade socialista que funciona, mas apenas na medida em que as pessoas aderem ao núcleo de valores, a comunidade se mantém suficientemente pequena para evitar a divisão do trabalho e as classes sociais que isso implicaria, e manifeste alguma indiferença para com os bens materiais não essenciais, sem a qual não existiria igualdade.
Contudo o tipo de socialismo que varreu a história não foi este, mas sim o “socialismo científico” de Marx e seus discípulos, que alimentou a ambição, muito mais vasta, de transformar rapidamente toda a sociedade. O seu ímpeto moral era também decorrente da luta contra a modernidade mas acabou, nas suas várias vertentes (comunismo, social-democracia, etc.,) por fazer caminhos muito diferentes.
Todas as variantes do socialismo científico acreditavam em políticas manipuladoras e dirigistas que, pela acção governativa de uma elite iluminada, sobre as populações ignorantes ou alienadas, criariam a comunidade virtuosa.
Mas, ao contrário do seu antecessor utópico, o socialismo científico criticava o capitalismo por este ser incapaz de produzir a abundância que a tecnologia possibilitava e, em vez de uma igualdade assente na escassez, trombeteava a igualdade na abundância. Não é por isso de admirar que tenha atraído imediatamente todos aqueles que se sentiam frustrados por aquilo que o sistema capitalista lhes dava. As massas não queriam uma vida virtuosa e modesta, mas sim ter tudo aquilo a que se julgavam com direito.
O socialismo totalitário, falhou rotundamente. O planeamento centralizado foi incapaz de lidar com a complexidade da realidade moderna e da natureza humana. É certo que foram realizadas grandes obras e projectos, mas não há nisso nada que se possa creditar ao socialismo. A História está cheia de grandes realizações levadas a cabo por poderes autocráticos, desde as Pirâmides, à Grande Muralha da China. Naquilo que interessava ou seja, criar uma sociedade de abundância para todos, este socialismo falhou em toda a linha e revelou-se mais “utópico” do que o socialismo utópico propriamente dito.
A vertente social-democrata não leninista, não teve muito melhor sorte e onde aparentou algum êxito, foi sempre à custa da própria doutrina.
O caso sueco é paradigmático. Décadas de governação social-democrata, desembocaram num país próspero, com uma economia que, no início da década de 70, se dividia a meio entre capitalismo privado e capitalismo de estado. Mas a pressão ideológica socialista para nacionalizar ainda mais e fazer uma redistribuição mais igualitária dos rendimentos, conduziu ao abrandamento económico, inflação galopante, baixa de produtividade, quase bancarrota e ao descontentamento que acabou por determinar a derrota dos social-democratas e o regresso a um caminho mais próximo do capitalismo liberal.
Na Inglaterra, então designada pelo “doente da Europa”, aconteceu mais ou menos o mesmo, tendo finalmente emergido Margaret Tatcher que pôs fim à deriva socialista e salvou o país.
O ingrediente estritamente económico da vacina está mais do que identificado, e passa por um Estado-Previdência que evite a lei da selva e associe compulsividade e livre escolha, de resto perfeitamente compatível com o capitalismo liberal.
O ingrediente ético é um osso mais duro de roer. O declínio das crenças religiosas e dos valores tradicionais, é uma das mais sérias contradições, no sentido dialético, do capitalismo, uma vez que resulta da própria ideia liberal de que estas coisas são da esfera privada.
Mas é um osso que tem de ser roído pelo próprio sistema capitalista liberal, sob pena de a morte do socialismo redundar no aparecimento de fantasmas pseudo-socialistas que assentam os seus gritos lancinantes de além-túmulo no repúdio da liberdade individual em nome da “igualdade”.
É como uma mão amputada que continua a doer. A mão é fantasma, mas a dor é real.
O socialismo morreu no fim do século XX e eu fui dos que celebrou a sua morte.
Contudo esta morte fez desaparecer do horizonte político da nossa civilização provavelmente a única alternativa real, estruturada e com raízes nos valores judaico-cristãos, ao capitalismo liberal.
E porque o capitalismo (tal como todos os sistemas) continua a alimentar a rejeição e a insatisfação de vastos sectores das próprias sociedades que enformou, sem o socialismo, a contestação interna anti-capitalista resume-se a variações sobre a tirania e a barbárie, seja ela da “multitude”, caracterizada por Hardt e Negri, seja de vontades ad-hoc que se esgotam no próprio acto de contestar. Custa-me dizê-lo, mas por vezes sinto pena que o socialismo (que partilha alguns valores essenciais com o liberalismo), não esteja já aí para federar a contestação, função que sempre cumpriu bem.
É verdade que muita gente continua a reclamar-se socialista, partidos e regimes socialistas é o que não falta por aí mas a essência do ideal socialista, essa é bastante vaga e não pode deixar de o ser, face às tenebrosas realidades que gerou no século passado e que acabaram por lhe selar o caixão. Existe também um núcleo duro de fiéis que afirmam que não se pode julgar o socialismo pelas suas realizações. Para estes, Cuba, URSS, RDA, Líbia, Iraque, Venezuela, não eram/são verdadeiramente socialistas, nem as políticas seguidas pelos partidos socialistas são verdadeiramente socialistas (o nosso PCP chama-lhes sempre “politicas de direita”).
Esta argumentação não é séria. O socialismo é aquilo que faz, e o lamento dos crentes, de que o verdadeiro socialismo nunca foi realizado, é uma falácia obstinada que poderá ser invocada por qualquer ideologia falhada. Por exemplo, os fascistas podem dizer que Mussolini não realizou o “verdadeiro fascismo” e os apaziguadores do Islamismo que o islão violento e intolerante não é o “verdadeiro islão”.
A relação do socialismo com a realidade parece ser como a do potássio com a água: ao mínimo contacto volatiliza-se, o que suscita a questão de saber o que há então no ideal socialista que o torne tão incompatível com a realidade quando parecia aos seus defensores um sistema racional, que expunha os defeitos óbvios da sociedade capitalista.
O primeiro socialismo era utópico, como Marx lhe chamou. Insatisfeito com a modernidade, essa insatisfação era basicamente uma versão secular da crítica católica a um mundo cada vez mais surdo ao seu discurso. Saint-Simon acreditava até ser uma espécie de Messias que trazia a revelação final.
A sua principal crítica era a de que a liberdade não é o mais importante porque uma sociedade fundada apenas nos direitos individuais não tem lugar para certas virtudes que devem caracterizar uma comunidade política, nomeadamente um núcleo moral comum e uma ideia do que deve ser uma vida “boa”. Na verdade a sociedade capitalista descrita por Adam Smith e outros, de certo modo negligenciava essas virtudes, remetendo-as para a esfera privada. Fazia-o, não porque as considerasse desnecessárias, mas porque tinha como assumido e inabalável o acervo moral judaico-cristão. O indivíduo era “formatado” nesses valores e, mesmo que rejeitasse a crença religiosa, os valores estavam lá, já faziam parte dele.
O capitalismo respirou nesta e desta atmosfera moral que, contudo, se foi desgastando face à emergência de conceitos relativistas e niilistas, de certa forma gerados no e pelo próprio espírito do capitalismo.
O socialismo cativou tanta gente inteligente e bem intencionada, porque foi um esforço moderno para resistir à corrupção ética da própria modernidade. É, por isso, uma religião secular, conceito de resto assumido como necessário pelos próprios “saint-simonianos”.
Contém um núcleo religioso, um conjunto de princípios de “mal” e “bem”, no qual são endoutrinados os fiéis. A experiência israelita do kibbutz é, por isso, extraordinariamente similar à pequena comunidade religiosa, uma comunidade socialista que funciona, mas apenas na medida em que as pessoas aderem ao núcleo de valores, a comunidade se mantém suficientemente pequena para evitar a divisão do trabalho e as classes sociais que isso implicaria, e manifeste alguma indiferença para com os bens materiais não essenciais, sem a qual não existiria igualdade.
Os socialistas utópicos esperavam abolir a pobreza, mas visavam padrões modestos, típicos de uma comunidade Amish, por exemplo, porque a exaltação de apetites individuais que fossem para além disso, necessariamente criariam tensões no seio da comunidade, como de facto aconteceu nos kibbutz. A comunidade socialista deveria também produzir um tipo de indivíduo socialista, um homo novus que estivesse acima do materialismo e da vulgaridade dos apetites burgueses, típica do indivíduo capitalista.
Contudo o tipo de socialismo que varreu a história não foi este, mas sim o “socialismo científico” de Marx e seus discípulos, que alimentou a ambição, muito mais vasta, de transformar rapidamente toda a sociedade. O seu ímpeto moral era também decorrente da luta contra a modernidade mas acabou, nas suas várias vertentes (comunismo, social-democracia, etc.,) por fazer caminhos muito diferentes.
Todas as variantes do socialismo científico acreditavam em políticas manipuladoras e dirigistas que, pela acção governativa de uma elite iluminada, sobre as populações ignorantes ou alienadas, criariam a comunidade virtuosa.
Mas, ao contrário do seu antecessor utópico, o socialismo científico criticava o capitalismo por este ser incapaz de produzir a abundância que a tecnologia possibilitava e, em vez de uma igualdade assente na escassez, trombeteava a igualdade na abundância. Não é por isso de admirar que tenha atraído imediatamente todos aqueles que se sentiam frustrados por aquilo que o sistema capitalista lhes dava. As massas não queriam uma vida virtuosa e modesta, mas sim ter tudo aquilo a que se julgavam com direito.
O socialismo científico cristalizou em duas correntes que chegaram ao poder no séc. XX: uma que entendia que a comunidade socialista devia manter o sistema liberal de democracia parlamentar e outra que considerava isso indesejável.
O socialismo totalitário, falhou rotundamente. O planeamento centralizado foi incapaz de lidar com a complexidade da realidade moderna e da natureza humana. É certo que foram realizadas grandes obras e projectos, mas não há nisso nada que se possa creditar ao socialismo. A História está cheia de grandes realizações levadas a cabo por poderes autocráticos, desde as Pirâmides, à Grande Muralha da China. Naquilo que interessava ou seja, criar uma sociedade de abundância para todos, este socialismo falhou em toda a linha e revelou-se mais “utópico” do que o socialismo utópico propriamente dito.
A vertente social-democrata não leninista, não teve muito melhor sorte e onde aparentou algum êxito, foi sempre à custa da própria doutrina.
O caso sueco é paradigmático. Décadas de governação social-democrata, desembocaram num país próspero, com uma economia que, no início da década de 70, se dividia a meio entre capitalismo privado e capitalismo de estado. Mas a pressão ideológica socialista para nacionalizar ainda mais e fazer uma redistribuição mais igualitária dos rendimentos, conduziu ao abrandamento económico, inflação galopante, baixa de produtividade, quase bancarrota e ao descontentamento que acabou por determinar a derrota dos social-democratas e o regresso a um caminho mais próximo do capitalismo liberal.
Na Inglaterra, então designada pelo “doente da Europa”, aconteceu mais ou menos o mesmo, tendo finalmente emergido Margaret Tatcher que pôs fim à deriva socialista e salvou o país.
Hoje, face à crise e à retórica socializante que se ouve de novo, as sociedades precisam de se vacinar contra o regresso de um fantasma que morreu, mas ainda pensa estar vivo.
O ingrediente estritamente económico da vacina está mais do que identificado, e passa por um Estado-Previdência que evite a lei da selva e associe compulsividade e livre escolha, de resto perfeitamente compatível com o capitalismo liberal.
O ingrediente ético é um osso mais duro de roer. O declínio das crenças religiosas e dos valores tradicionais, é uma das mais sérias contradições, no sentido dialético, do capitalismo, uma vez que resulta da própria ideia liberal de que estas coisas são da esfera privada.
Mas é um osso que tem de ser roído pelo próprio sistema capitalista liberal, sob pena de a morte do socialismo redundar no aparecimento de fantasmas pseudo-socialistas que assentam os seus gritos lancinantes de além-túmulo no repúdio da liberdade individual em nome da “igualdade”.
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Socialismo
06/05/2011
Portugal é um casino
«Ao longo deste último ano lutei todos os dias para que isto não acontecesse […] Tentei tudo.»
Estas palavras de José Sócrates, na comunicação ao país de 6 de Abril anunciando o pedido de ajuda ao Fundo Europeu, levantam um problema muito curioso.
São, sem dúvida, declarações espantosas. Qualquer observador imparcial surpreende-se por o Primeiro-Ministro, no cargo há seis anos, se poder considerar inocente do descalabro nacional, que tantos há tanto tempo viam como inevitável devido à estratégia seguida pelo Governo. Agora o principal responsável não só não assume culpas, mas diz-se um lutador
vencido. Ou é inconsciência absoluta ou rematada perversidade. Como explicar isto? Este é um dos problemas mais desafiantes da atualidade.
O professor Daniel Bessa encontrou uma peça central da resposta:
«Faz-me lembrar um jogador de casino, que acha que há ainda uma última hipótese de sair aquela sorte grande, que nunca tinha saído, e que o pode salvar.» (Rádio Renascença 26/Abril/2011).
Mas existe outro elemento essencial. Durante anos, Sócrates saiu das situações mais difíceis e delicadas graças à sua retórica imparável, argumentação brilhante, magistral prosápia. Ao fim de certo tempo, uma pessoa assim convence-se de que tudo é possível. Acaba confundindo a ficção com a realidade e acha-se capaz de tudo.
Temos na História múltiplos exemplos disto, de Hitler a Saddam, de Alves dos Reis a Madoff.
O mais espantoso neste caso é o número de pessoas que nesta fase ainda acredita nisto, incluindo um do mais antigos partidos portugueses.
João César das Neves
Estas palavras de José Sócrates, na comunicação ao país de 6 de Abril anunciando o pedido de ajuda ao Fundo Europeu, levantam um problema muito curioso.
São, sem dúvida, declarações espantosas. Qualquer observador imparcial surpreende-se por o Primeiro-Ministro, no cargo há seis anos, se poder considerar inocente do descalabro nacional, que tantos há tanto tempo viam como inevitável devido à estratégia seguida pelo Governo. Agora o principal responsável não só não assume culpas, mas diz-se um lutador
vencido. Ou é inconsciência absoluta ou rematada perversidade. Como explicar isto? Este é um dos problemas mais desafiantes da atualidade.
O professor Daniel Bessa encontrou uma peça central da resposta:
«Faz-me lembrar um jogador de casino, que acha que há ainda uma última hipótese de sair aquela sorte grande, que nunca tinha saído, e que o pode salvar.» (Rádio Renascença 26/Abril/2011).
Mas existe outro elemento essencial. Durante anos, Sócrates saiu das situações mais difíceis e delicadas graças à sua retórica imparável, argumentação brilhante, magistral prosápia. Ao fim de certo tempo, uma pessoa assim convence-se de que tudo é possível. Acaba confundindo a ficção com a realidade e acha-se capaz de tudo.
Temos na História múltiplos exemplos disto, de Hitler a Saddam, de Alves dos Reis a Madoff.
O mais espantoso neste caso é o número de pessoas que nesta fase ainda acredita nisto, incluindo um do mais antigos partidos portugueses.
João César das Neves
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Economia
Sabes do Celso?
- Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um doente internado. Queria saber se a pessoa está melhor ou se piorou...
- Qual é o nome do doente?
- Chama-se Celso e está no quarto 302.
- Um momentinho, vou transferir a chamada para o sector de enfermagem...
- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes... O que deseja?
- Gostaria de saber a condição clínica do doente Celso do quarto 302, por favor!
- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
- Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
- Olá, doutor. Precisava que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.
- Só um momento que eu vou consultar a ficha do doente... Hummm! Aqui está: alimentou-se bem hoje, a pressão arterial e o pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado da monitorização cardíaca amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará a alta em três dias.
- Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família!?
- Não, sou o próprio Celso telefonando aqui do 302! É que toda a gente entra e sai deste quarto e ninguém me diz porra nenhuma.
Eu só queria saber como estou....
- Qual é o nome do doente?
- Chama-se Celso e está no quarto 302.
- Um momentinho, vou transferir a chamada para o sector de enfermagem...
- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes... O que deseja?
- Gostaria de saber a condição clínica do doente Celso do quarto 302, por favor!
- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
- Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
- Olá, doutor. Precisava que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.
- Só um momento que eu vou consultar a ficha do doente... Hummm! Aqui está: alimentou-se bem hoje, a pressão arterial e o pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado da monitorização cardíaca amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará a alta em três dias.
- Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família!?
- Não, sou o próprio Celso telefonando aqui do 302! É que toda a gente entra e sai deste quarto e ninguém me diz porra nenhuma.
Eu só queria saber como estou....
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Opinião
05/05/2011
Cretino
Já lhe aconteceu, ao olhar para pessoas da sua idade, pensar: não posso estar assim tão velho/a?
Veja o que conta uma amiga:
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava exposto na parede.
Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei-me de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.
Era da minha turma do Liceu, uns 30 anos atrás, e eu perguntei-me: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?
Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido a minha paixão secreta.
Depois de ele ter examinado o meu dente, perguntei-lhe se ele tinha estudado no Colégio Sacré-Coeur.
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou?, perguntei.
- 1965. Por que pergunta?, respondeu.
- É que... bem... o senhor era da minha turma!, exclamei eu.
E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma pu*a, lazarento perguntou-me:
- A Sra. era professora de quê?
Veja o que conta uma amiga:
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava exposto na parede.
Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei-me de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.
Era da minha turma do Liceu, uns 30 anos atrás, e eu perguntei-me: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?
Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido a minha paixão secreta.
Depois de ele ter examinado o meu dente, perguntei-lhe se ele tinha estudado no Colégio Sacré-Coeur.
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou?, perguntei.
- 1965. Por que pergunta?, respondeu.
- É que... bem... o senhor era da minha turma!, exclamei eu.
E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma pu*a, lazarento perguntou-me:
- A Sra. era professora de quê?
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Idiota
04/05/2011
A culpa está solteira
A culpa é de…A culpa do PEC 3 é do PEC 2. Que, por sua vez, tem culpa do PEC 1.
A culpa de não haver PEC 4 é do PSD e do CDS.
Chegados a este, a culpa é da situação internacional. E da Grécia e da Irlanda.
E antes destas culpas todas, a culpa continua a ser dos Governos PSD/CDS. Aliás, nos últimos 16 anos, a culpa é apenas dos 3 anos de governação não socialista.
A culpa é do Presidente da República. A culpa é da Chanceler. A culpa é de Trichet. A culpa é da Madeira. A culpa é do FMI. A culpa é do euro.
A culpa é dos mercados. Excepto do "mercado" Magalhães.
A culpa é do 'rating'. A culpa é dos especuladores que nos emprestam dinheiro.
A culpa até chegou a ser das receitas extraordinárias. À falta de outra culpa, a culpa é de os Orçamentos e PEC serem obrigatórios.
A culpa é da agricultura. A culpa é do nemátodo do pinho.
A culpa é dos professores. A culpa é dos pais. A culpa é dos exames.
A culpa é dos submarinos. A culpa é do TGV espanhol.
A culpa de haver portagens nas Scuts é do PSD que viabilizou o PEC 3.
A culpa é da conjuntura. A culpa é da estrutura.
A culpa é do computador que entupiu. A culpa é da 'pen'.
A culpa é do funcionário do Powerpoint.
A culpa é do Director-Geral. A culpa é da errata, porque nunca há errata na culpa.
A culpa é das estatísticas. Umas vezes, a culpa é do INE, outras do Eurostat, outras ainda do FMI.
A culpa é de uma qualquer independente universidade.
E, agora em versão pós Constâncio, a culpa também já é do Banco de Portugal.
A culpa é dos jornalistas que fazem perguntas. A culpa é dos deputados que questionam.
A culpa é das Comissões parlamentares que investigam. A culpa é dos que estudam os assuntos.
A culpa é do excesso de pensionistas.
A culpa é dos desempregados.
A culpa é dos doentes.
A culpa é dos contribuintes.
A culpa é dos pobres.
A culpa é das empresas, excepto as ungidas pelo regime.
A culpa é da meteorologia.
A culpa é do petróleo que sobe. A culpa é do petróleo que desce.
A culpa é da insensibilidade. Dos outros.
A culpa é da arrogância. Dos outros.
A culpa é da incompreensão. Dos outros.
A culpa é da vertigem do poder. Dos outros.
A culpa é da demagogia. Dos outros.
A culpa é do pessimismo. Dos outros.
A culpa é do passado. A culpa é do futuro.
A culpa é da verdade. A culpa é da realidade. A culpa é das notícias.
A culpa é da esquerda. A culpa é da direita.
A culpa é da rua. A culpa é do complexo de culpa. A culpa é da ética.
Há sempre "novas oportunidades" para as culpas (dos outros).
Imagine-se, até que, há tempos, o atraso para assistir a uma ópera, foi culpa do PM de Cabo-Verde.
No fim, a culpa é dos eleitores, que não deram a maioria absoluta ao imaculado.
A culpa é da democracia. A culpa é de Portugal. De todos. Só ele (e seus pajens) não têm culpa.
Povo ingrato! Basta!
A culpa de não haver PEC 4 é do PSD e do CDS.
Chegados a este, a culpa é da situação internacional. E da Grécia e da Irlanda.
E antes destas culpas todas, a culpa continua a ser dos Governos PSD/CDS. Aliás, nos últimos 16 anos, a culpa é apenas dos 3 anos de governação não socialista.
A culpa é do Presidente da República. A culpa é da Chanceler. A culpa é de Trichet. A culpa é da Madeira. A culpa é do FMI. A culpa é do euro.
A culpa é dos mercados. Excepto do "mercado" Magalhães.
A culpa é do 'rating'. A culpa é dos especuladores que nos emprestam dinheiro.
A culpa até chegou a ser das receitas extraordinárias. À falta de outra culpa, a culpa é de os Orçamentos e PEC serem obrigatórios.
A culpa é da agricultura. A culpa é do nemátodo do pinho.
A culpa é dos professores. A culpa é dos pais. A culpa é dos exames.
A culpa é dos submarinos. A culpa é do TGV espanhol.
A culpa de haver portagens nas Scuts é do PSD que viabilizou o PEC 3.
A culpa é da conjuntura. A culpa é da estrutura.
A culpa é do computador que entupiu. A culpa é da 'pen'.
A culpa é do funcionário do Powerpoint.
A culpa é do Director-Geral. A culpa é da errata, porque nunca há errata na culpa.
A culpa é das estatísticas. Umas vezes, a culpa é do INE, outras do Eurostat, outras ainda do FMI.
A culpa é de uma qualquer independente universidade.
E, agora em versão pós Constâncio, a culpa também já é do Banco de Portugal.
A culpa é dos jornalistas que fazem perguntas. A culpa é dos deputados que questionam.
A culpa é das Comissões parlamentares que investigam. A culpa é dos que estudam os assuntos.
A culpa é do excesso de pensionistas.
A culpa é dos desempregados.
A culpa é dos doentes.
A culpa é dos contribuintes.
A culpa é dos pobres.
A culpa é das empresas, excepto as ungidas pelo regime.
A culpa é da meteorologia.
A culpa é do petróleo que sobe. A culpa é do petróleo que desce.
A culpa é da insensibilidade. Dos outros.
A culpa é da arrogância. Dos outros.
A culpa é da incompreensão. Dos outros.
A culpa é da vertigem do poder. Dos outros.
A culpa é da demagogia. Dos outros.
A culpa é do pessimismo. Dos outros.
A culpa é do passado. A culpa é do futuro.
A culpa é da verdade. A culpa é da realidade. A culpa é das notícias.
A culpa é da esquerda. A culpa é da direita.
A culpa é da rua. A culpa é do complexo de culpa. A culpa é da ética.
Há sempre "novas oportunidades" para as culpas (dos outros).
Imagine-se, até que, há tempos, o atraso para assistir a uma ópera, foi culpa do PM de Cabo-Verde.
No fim, a culpa é dos eleitores, que não deram a maioria absoluta ao imaculado.
A culpa é da democracia. A culpa é de Portugal. De todos. Só ele (e seus pajens) não têm culpa.
Povo ingrato! Basta!
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Socialismo
03/05/2011
A vida da Marcelina
Marcelina era uma daquelas mulheres feias, feia com força.Tão desengonçada que nunca tinha conseguido arranjar um namorado!
Decidiu, e foi consultar uma vidente....
- Minha filha - disse a vidente - nesta vida você não vai ser muito feliz no amor... mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés.
Marcelina saiu de lá muito feliz e, ao passar por um viaduto, pensou:
- "Quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra vida!"
E decidiu atirar-se lá de cima do viaduto.
Mas, por uma incrível coincidência, a Marcelina não morreu!
Marcelina caiu de costas em cima de um camião carregado de bananas, perdendo os sentidos.
Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem ver nem saber onde estava, começou a apalpar à sua volta e, sentindo as bananas, murmurou, com um sorriso nos lábios:
- Senhores, por favor......! Um de cada vez...!!!
Decidiu, e foi consultar uma vidente....
- Minha filha - disse a vidente - nesta vida você não vai ser muito feliz no amor... mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés.
Marcelina saiu de lá muito feliz e, ao passar por um viaduto, pensou:
- "Quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra vida!"
E decidiu atirar-se lá de cima do viaduto.
Mas, por uma incrível coincidência, a Marcelina não morreu!
Marcelina caiu de costas em cima de um camião carregado de bananas, perdendo os sentidos.
Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem ver nem saber onde estava, começou a apalpar à sua volta e, sentindo as bananas, murmurou, com um sorriso nos lábios:
- Senhores, por favor......! Um de cada vez...!!!
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Idiota
02/05/2011
O diabo foi morto
03:52 h - Osama bin Laden is dead, CNN reports, citing sources. Statement from U.S. President Barack Obama to come.
Excelentes notícias chegaram de Washington, EUA, durante esta noite, dando conta de que um grupo de agentes especiais das Forças Armadas norte-americanas e da CIA descobriram o covil de Osama Bin Laden e liquidaram-no, ontem, 1 de maio.
Fabulosa de comemoração do Dia do Trabalhador, com um excelente trabalho!
Na verdade, trata-se da segunda morte da "cobra":
Desde do princípio de janeiro de 2011, a chamada Primavera Árabe, iniciada na Tunísia, vem abalando e derrubando sucessivas ditaduras do norte de África e Médio Oriente. E se é certo que ainda não se sabe para que lado tombam as revoluções há, pelo menos a evidência de um forte desejo de democracia.
Essa foi, portanto, a primeira morte de Bin Laden, não há sinais de adesão à sua lógica bombista. Pelo contrário!
A segunda morte ocorreu em Abbottabad, Paquistão e em local [x] que lança uma forte suspeita de conivência dos serviços secretos desse país. Sem dúvida, uma matéria a seguir e que não deixará de ter uma forte resposta norte-americana.
Excelentes notícias chegaram de Washington, EUA, durante esta noite, dando conta de que um grupo de agentes especiais das Forças Armadas norte-americanas e da CIA descobriram o covil de Osama Bin Laden e liquidaram-no, ontem, 1 de maio.
Fabulosa de comemoração do Dia do Trabalhador, com um excelente trabalho!
Na verdade, trata-se da segunda morte da "cobra":
Desde do princípio de janeiro de 2011, a chamada Primavera Árabe, iniciada na Tunísia, vem abalando e derrubando sucessivas ditaduras do norte de África e Médio Oriente. E se é certo que ainda não se sabe para que lado tombam as revoluções há, pelo menos a evidência de um forte desejo de democracia.
Essa foi, portanto, a primeira morte de Bin Laden, não há sinais de adesão à sua lógica bombista. Pelo contrário!
A segunda morte ocorreu em Abbottabad, Paquistão e em local [x] que lança uma forte suspeita de conivência dos serviços secretos desse país. Sem dúvida, uma matéria a seguir e que não deixará de ter uma forte resposta norte-americana.
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Fundamentalismo,
História,
Terrorismo
01/05/2011
30/04/2011
As mulheres ao poder
Muito bem... - gritou São Pedro - vamos organizar duas filas:
1) homens que sempre dominaram as mulheres, façam fila do lado esquerdo.
2) homens que sempre foram dominados pelas suas mulheres façam fila à direita.
Depois de muita confusão, os homens estão em fila.
A fila dos dominados por suas mulheres tem mais de 100 km.
A fila dos que dominavam mulheres tinha só um fulano.
São Pedro fala em alta voz:
- Vocês deveriam ter vergonha! Deus criou vocês à Sua imagem e semelhança e vocês deixaram-se dominar pelas vossas mulheres. Apenas um de vocês honrou o nome e deixou Deus orgulhoso da Sua criação. Aprendam com ele!
Virando-se para o homem solitário, São Pedro diz:
- Conte-nos como você fez para ser o único nesta fila?
E o homem timidamente respondeu:
- Eu não sei, foi minha mulher que me mandou ficar aqui...
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Opinião
29/04/2011
10 homens e 1 mulher
Onze pessoas estavam penduradas numa corda num helicóptero. Eram dez homens e uma mulher.
Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda, pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas...
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas...
Conclusão: Nunca subestimar o poder e a inteligência de uma mulher.....
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My God
28/04/2011
Carta a Deus!
Um rapazito de 8 anos queria 100 euros e, para os obter, rezou durante duas semanas a Deus.
Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta ao Todo Poderoso com o pedido.
Os CTT receberam uma carta dirigida a "Deus - Portugal", e decidiram enviá-la para o Primeiro-Ministro.
José Sócrates ficou muito "comovido" com o pedido e resolveu mandar uma nota de 10 euros ao rapazito, pois achou que 100 euros, era muito dinheiro para uma criança daquela idade...
O rapazito recebeu os 10 euros e, imediatamente, escreveu uma carta a agradecer:
"Querido Deus: Muito obrigado por me mandar o dinheiro que Lhe pedi. No entanto, reparei que mo mandou através do Primeiro-Ministro José Sócrates, e como sempre, o filho da p*** ficou com 90% do que era meu!!!"
Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta ao Todo Poderoso com o pedido.
Os CTT receberam uma carta dirigida a "Deus - Portugal", e decidiram enviá-la para o Primeiro-Ministro.
José Sócrates ficou muito "comovido" com o pedido e resolveu mandar uma nota de 10 euros ao rapazito, pois achou que 100 euros, era muito dinheiro para uma criança daquela idade...
O rapazito recebeu os 10 euros e, imediatamente, escreveu uma carta a agradecer:
"Querido Deus: Muito obrigado por me mandar o dinheiro que Lhe pedi. No entanto, reparei que mo mandou através do Primeiro-Ministro José Sócrates, e como sempre, o filho da p*** ficou com 90% do que era meu!!!"
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Negociatas
27/04/2011
Razão para aprender inglês técnico
A prova consta de três módulos...
1.MÓDULO BÁSICO(Basic)
Três bruxas olham três relógios Swatch. Qual bruxa olha qual relógio?
Em inglês:
Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch?
2. MÓDULO AVANÇADO (Advanced)
Três bruxas "travestis" olham os botões de três relógios Swatch. Qual bruxa travesti olha os botões de qual relógio Swatch?
Em inglês:
Three switched witches watch three Swatch watch switches. Which switched witch watch which Swatch watch switch?
3. E ESTE É PARA PHD:
Três bruxas suecas transexuais olham os botões de três relógios Swatch suíços. Qual bruxa sueca transexual olha qual botão de qual relógio Swatch suíço?
Em inglês:
Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch switch?
1.MÓDULO BÁSICO(Basic)
Três bruxas olham três relógios Swatch. Qual bruxa olha qual relógio?
Em inglês:
Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch?
2. MÓDULO AVANÇADO (Advanced)
Três bruxas "travestis" olham os botões de três relógios Swatch. Qual bruxa travesti olha os botões de qual relógio Swatch?
Em inglês:
Three switched witches watch three Swatch watch switches. Which switched witch watch which Swatch watch switch?
3. E ESTE É PARA PHD:
Três bruxas suecas transexuais olham os botões de três relógios Swatch suíços. Qual bruxa sueca transexual olha qual botão de qual relógio Swatch suíço?
Em inglês:
Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch switch?
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Opinião
26/04/2011
Desmascarar os farsantes
A gravidade da situação económica portuguesa, lamentavelmente, ainda mal percepcionada por muitos portugueses, impõe que chamemos a atenção para o desastre, a catástrofe, a ruína, em que o país está metido.
Lamentavelmente, há muitos portugueses que ainda estão convencidos de que os problemas resultam da crise internacional e que o governo PS tudo tem feito para defender Portugal da "cobiça" dos mercados. Esses mesmos portugueses estão convencidos que é o PS quem melhor pode tirar o país do sarilho em que o meteram.
Nada mais errado! Como demonstra o Professor Álvaro Santos Pereira, Portugal foi metido num enorme sarilho pelos sucessivos governos PS desde 1995.
E não colhe o argumento de que o PSD (ou Cavaco Silva) também são responsavéis pela situação. Cavaco deixou a governação em 1995 e o PSD esteve cerca de dois anos (Durão Barroso e Santana Lopes), entre 2002 e 2005.
Seria uma grande inconsciência partir do princípio que, em função do pacote FMI, qualquer governo de outro partido fará o mesmo que o PS. Essa é a mentira que Sócrates propagandeia. Essa é a mentira que serve Sócrates e a sua sobrevivência.
Se isso tivesse que ser assim, então Portugal "fecharia portas" e abria bancarrota total.
E também não serve a ir pela abstenção sob o pretexto de que "os partidos são todos iguais".
Não são todos iguais. Os portugueses terão que admitir que se deixaram enganar pelo PS.
Os portugueses terão de ser exigentes com qualquer governo que substitua o do PS nas eleições de 5 de junho. Terão que impedir que se repitam os desmandos socretinos. É preciso retomar a ética e a seriedade na política.
Porque é preciso salvar Portugal! É preciso retirar o PS do poder! É preciso afastar Sócrates do governo! É preciso mudar Portugal!
Os verdadeiros factos da campanha
Álvaro Santos Pereira
Professor de Economia na Universidade Simon Fraser do Canadá
14.02.2011
Nos últimos dias, a "campanha" eleitoral tem sido constituída por um rol de "factos" que só servem para distrair os portugueses daquilo que realmente é essencial.
E o que é essencial são os factos.
E os factos são indesmentíveis.
Não há argumentos que resistam aos arrasadores factos que este governo lega.
E para quem não sabe, e como demonstro no meu novo livro, os factos que realmente interessam são os seguintes:
01) Na última década, Portugal teve o pior crescimento económico dos últimos 90 anos.
02) Temos a pior dívida pública (em % do PIB) dos últimos 160 anos. A dívida pública este ano vai rondar os 100% do PIB.
03) Esta dívida pública histórica não inclui as dívidas das empresas públicas (mais 25% do PIB nacional).
04) Esta dívida pública sem precedentes não inclui os 60 mil milhões de euros das parcerias público-privadas (PPP) (35% do PIB adicionais), que foram utilizadas pelos nosso governantes para fazer obra (auto-estradas, hospitais, etc.) enquanto se adiava o seu pagamento para os próximos governos e as gerações futuras. As escolas também foram construídas a crédito.
05) Temos a pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (desde que há registos). Em 2005, a taxa de desemprego era de 6,6%. Em 2011, a taxa de desemprego chegou aos 11,1% e continua a aumentar.
06) Temos 620 mil desempregados, dos quais mais de 300 mil estão desempregados há mais de 12 meses.
07) Temos a maior dívida externa dos últimos 120 anos.
08) A nossa dívida externa bruta é quase 8 vezes maior do que as nossas exportações
09) Estamos no top 10 dos países mais endividados do mundo em praticamente todos os indicadores possíveis.
10) A nossa dívida externa bruta em 1995 era inferior a 40% do PIB. Hoje é de 230% do PIB.
11) A nossa dívida externa líquida em 1995 era de 10% do PIB. Hoje é de quase 110% do PIB.
12) As dívidas das famílias são cerca de 100% do PIB e 135% do rendimento disponível.
13) As dívidas das empresas são equivalentes a 150% do PIB.
14) Cerca de 50% de todo endividamento nacional deve-se, directa ou indirectamente, ao nosso Estado.
15) Temos a segunda maior vaga de emigração dos últimos 160 anos.
16) Temos a segunda maior fuga de cérebros de toda a OCDE.
17) Temos a pior taxa de poupança dos últimos 50 anos.
18) Nos últimos 10 anos, tivemos défices da balança corrente que rondaram entre os 8% e os 10% do PIB.
19) Há 1,6 milhões de casos pendentes nos tribunais civis. Em 1995, havia 630 mil. Portugal é ainda um dos países que mais gasta com os tribunais por habitante na Europa.
20) Temos a terceira pior taxa de abandono escolar de toda a OCDE (só melhor do que o México e a Turquia).
21) Temos um Estado desproporcionado para o nosso país, um Estado cujo peso já ultrapassa os 50% do PIB.
22) As entidades e organismos públicos contam-se aos milhares. Há 349 Institutos Públicos, 87 Direcções Regionais, 68 Direcções-Gerais, 25 Estruturas de Missão, 100 Estruturas Atípicas, 10 Entidades Administrativas Independentes, 2 Forças de Segurança, 8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas, 3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes, 1 Gabinete do Primeiro Ministro, 16 Gabinetes de Ministros, 38 Gabinetes de Secretários de Estado, 15 Gabinetes dos Secretários Regionais, 2 Gabinetes do Presidente Regional, 2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais, 18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas, 9 Inspecções Regionais, 16 Inspecções-Gerais, 31 Órgãos Consultivos, 350 Órgãos Independentes (tribunais e afins), 17 Secretarias-Gerais, 17 Serviços de Apoio, 2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas, e ainda, 308 Câmaras Municipais, 4260 Juntas de Freguesias. Há ainda as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e as Comunidades Intermunicipais.
22) Nos últimos anos, nada foi feito para cortar neste Estado omnipresente e despesista, embora já se cortaram salários, já se subiram impostos, já se reduziram pensões e já se impuseram vários pacotes de austeridade aos portugueses. O Estado tem ficado imune à austeridade.
Isto não é política.
São factos. Factos que andámos a negar durante anos até chegarmos a esta lamentável situação. Ora, se tomarmos em linha de conta estes factos, interessa perguntar: como é que foi possível chegar a esta situação?
O que é que aconteceu entre 1995 e 2011 para termos passado termos de "bom aluno" da UE a um exemplo que toda a gente quer evitar?
O que é que ocorreu entre 1995 e 2011 para termos transformado tanto o nosso país?
Quem conduziu o país quase à insolvência?
Quem nada fez para contrariar o excessivo endividamento do país?
Quem contribuiu de sobremaneira para o mesmo endividamento com obras públicas de rentabilidade muito duvidosa?
Quem fomentou o endividamento com um despesismo atroz? Quem tentou (e tenta) encobrir a triste realidade económica do país com manobras de propaganda e com manipulações de factos?
As respostas a estas questões são fáceis de dar, ou, pelo menos, deviam ser.
Só não vê quem não quer mesmo ver.
A verdade é que estes factos são obviamente arrasadores e indesmentíveis.
Factos irrefutáveis.
Factos que, por isso, deviam ser repetidos até à exaustão até que todos nós nos consciencializássemos da gravidade da situação actual.
Estes é que deviam ser os verdadeiros factos da campanha eleitoral.
As distrações dos últimos dias só servem para desviar as atenções daquilo que é realmente importante.
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Economia,
Socialismo
25/04/2011
25 de Abril sempre !!!
Hoje passam 37 anos sobre o 25 de Abril de 1974, quando uma ação das forças armadas portuguesas derrubou o regime anacrónico e obsoleto da ditadura.
Na verdade, Portugal, desde o séc. XX, tem estado sujeito a dois lemas:
No Estado Novo (1926-1974), o lema era : "Deus, Pátria e Família!"
Na Democracia de Abril, por espantoso que possa parecer, o lema tem sido praticamente igual, com um simples aumento ... de uma letra. O lema socretino é agora: "Adeus, Pátria e Família!".
Passada a euforia e os tempos de loucura, eis um retrato realista das "conquistas de Abril" e um registo dos seus intervenientes para a História.
"Aqui comando do Movimento das Forças Armadas:"
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