Hoje, a pacífica cidade de Oslo foi alvo de um cobarde ataque à bomba por parte de fanáticos. É preciso defender a Civilização da ofensiva dos novos bárbaros.
Em agosto de 1978, o cineasta francês ClaudeLelouch adaptouuma câmera giroscopicamente estabilizada na frente de umFerrari 275 GTBe convidou um amigo piloto profissional de Fórmula 1, para fazer umtrajeto no coraçãode Paris, na maior velocidade que ele pudesse. A hora seria logo que o dia clareasse. O filme só dava para 10 minutos e o trajeto seria de Porte Dauphine,através do Louvre até abasílica de Sacre Coeur. Lelouch não conseguiu permissão parainterditar nenhuma rua noperigoso trajeto a ser percorrido. O piloto completou o circuito em 9 minutos!, chegando a 324 km porhora em certos momentos.
O filme mostra-o furando sinais vermelhos, quase atropelandopedestres, espantando pombos eentrando em ruas de sentido único. O sol nem havia saído ainda. O piloto, teria sido René Arnoux, ou Jean-Pierre Jarier ? Quando mostrou o filme em público pela primeira vez, Claude Lelouchfoi preso.
Mas ele nunca revelou o nome do piloto de fórmula 1 que pilotou amáquina e o filme foi proibido,passando a circular só no underground. Se não viu ainda o clássico, prenda a respiração e veja abaixo. Se já viu, vejade novo. Vale a pena sentir a emoção de passear em Paris como se estivesse a bordo de umFerrari 275 GTB.
Pode até parecer um exagero retórico, mas foram realmente os soldados que ao longo do século passado puseram termo às ditaduras e aos tiranos.
Por isso, este discurso vale como momento para os que se esquecem da história e dos seus verdadeiros contornos e querem reformar a verdade por conveniências inconfessáveis.
Barack Obama, no Dia do Veterano: "...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa.
É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público. É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."
NR: Dedicado àqueles que perguntam para que servem os militares; Dedicado àqueles que ter Forças Armadas é um luxo; Dedicado àqueles que são contra a NATO!
É difícil entender o que leva um cidadão de Lisboa a escolher uma zona de relva, num bairro oriental da cidade, como local apropriado para deixar o seu automóvel "a pastar".
O derrotado grupo que, a coberto dos socretinos, levou Portugal até ao desastre é composto por afiliados "xuxalistas" de diferentes matizes, agentes maçónicos e outros lóbis.
É caso para perguntar: vivem de quê?
Nunca fizeram nada de produtivo. Em diferentes instituições do Estado português, vivem de expedientes, negócio$, reformas, pensões e subsídios de parlamentos, empresas públicas, institutos, fundações e comissões diversas.
Uma visita ao Museu do Chocolate, em Barcelona, é imperdível. Primeiro, para saber tudo sobre a origem e a história do chocolate, essa invenção dos americanos precolombianos que os europeus agarraram. Depois para perceber como a cultura do cacau se generalizou por todo o mundo e alimenta, hoje, uma bem sucedida agricultura refinada e uma indústria alimentar, geograficamente distribuída.
Há mulheres que claramente merecem um elogio, pelas suas qualidades humanas, pela amizade com que nos honram, pelo exemplo de vida que nos transmitem. E que um dia deste contamos.
A religião não é apenas uma, são centenas.A espiritualidade é apenas uma. A religião é para os que dormem. A espiritualidade é para os que estão despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados. A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior. A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.
A religião ameaça e amedronta. A espiritualidade lhe dá Paz Interior. A religião fala de pecado e de culpa. A espiritualidade lhe diz: "aprende com o erro".
A religião reprime tudo, te faz falso. A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro! A religião não é Deus. A espiritualidade é Tudo e portanto é Deus.
A religião inventa. A espiritualidade descobre. A religião não indaga nem questiona. A espiritualidade questiona tudo.
A religião é humana, é uma organização com regras. A espiritualidade é Divina, sem regras. A religião é causa de divisões. A espiritualidade é causa de União.
A religião lhe busca para que acredite. A espiritualidade você tem que buscá-la. A religião segue os preceitos de um livro sagrado. A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo. A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé. A religião faz viver no pensamento. A espiritualidade faz Viver na Consciência.
A religião se ocupa com fazer. A espiritualidade se ocupa com Ser. A religião alimenta o ego. A espiritualide nos faz Transcender.
A religião nos faz renunciar ao mundo. A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele. A religião é adoração. A espiritualidade é Meditação.
A religião sonha com a glória e com o paraíso. A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora. A religião vive no passado e no futuro. A espiritualidade vive no presente.
A religião enclausura nossa memória. A espiritualidade liberta nossa Consciência. A religião crê na vida eterna. A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.
A religião promete para depois da morte. A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.
Há notícias que nunca queremos receber. Há notícias que nunca desejamos dar. Há perdas que não aceitamos ter. Há amizades que são inesquecíveis.
Por isso, custa dizer que se perde um amigo brilhante, inteligente e insubstituível.
Um amigo profundamente artista, que se preocupou em pintar as aldeias das Beiras antes que desapareçam em nome do progresso. Um amigo que retratou Lisboa e Montejunto com requinte. Um amigo que falava de arte com uma simplicidade e entusiasmo tocantes. Que apontava o mestre José-Augusto França como estrela na hsitória da arte portuguesa e denunciava o erro e a pobreza do neorrealismo de inspiração estalinista. Como amante da beleza, sofria com os desmandos (os socos nos olhos) na paisagem.
Um amigo visionário que antecipou a impossibilidade histórica do colonialismo português e, todavia, não embarcou no abandono e traição abrilista. Um amigo que denunciou a ditadura salazarista e, contudo, percebeu que o comunismo acabou patrocinado pela política oficial sem futuro.
Um amigo que assistiu à irracionalidade frelimista e, consequentemente, antecipou a miséria que caiu sobre os moçambicanos.
Que previu o desabar do bloco soviético numa altura em que Gorbachov ainda ensaiava os primeiros passos para "melhorar" o socialismo. Que declarava que se o comunismo falhara em diferentes locais e circunstâncias, então, estava demonstrado matematicamente (QED) que era um erro, uma impossibilidade.
Como especialista na área, há muito antecipara a irracionalidade de um TGV e denunciara os estudos encomendados para "viabilizar" sistemáticos investimentos na ferrovia portuguesa.
Um amigo insubstituível em qualquer festa, encontro, convívio, sardinhada. Que falava de indústria, de ciência, de história, de arte, de literatura, de economia, de política, de viagens, de (sua) doença, com rigor e profundidade. Que motivava, que animava.
Um Homem de coluna vertebral. Que nos inspirou e inspira a denunciar os invertebrados que se dobram por qualquer preço.