Com 30 anos de atraso, cumpre-se o sonho de Sá Carneiro.
Por muito que custe aos retrógados de "esquerda", Portugal tem, finalmente, «Uma Maioria, um Governo, um Presidente!».
Hoje, às 20 horas, Portugal sabe que mudou e porque quis!
05/06/2011
Mais claro do que água
Perfeitamente cristalino: os portugueses decidiram, está decidido!
A nossa previsão às 20:00 horas de hoje:
A nossa previsão às 20:00 horas de hoje:
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Liberdade
Os portugueses não são tolos
Hoje é o dia!
Expulsar os socretinos do poder e do assalto à riqueza do país, é missão inadiável.
Qualquer solução é melhor do que estado atual mas deseja-se que vença a melhor proposta. E, seguramente, os portugueses não são tolos nem suicidas.
(imagem Expresso, 28.5.2001)
Expulsar os socretinos do poder e do assalto à riqueza do país, é missão inadiável.
Qualquer solução é melhor do que estado atual mas deseja-se que vença a melhor proposta. E, seguramente, os portugueses não são tolos nem suicidas.
(imagem Expresso, 28.5.2001)
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Opinião
04/06/2011
Portugal meretrizou-se
Há dias, num comentário de televisão, João Cantiga Esteves fazia notar que os homens da troika, em três semanas apenas, realizaram o que os ineptos que nos governam não tinham conseguido levar a cabo em vários anos: pôr de pé um programa para fazer face ao descalabro.
Esta verificação, de uma evidência chocante, não é apenas mais uma medida dessa tenebrosa inépcia governamental. É também um indicador rigoroso da falta de seriedade com que Portugal tem sido governado: toda a gente sabia o que era preciso fazer; ninguém quis tomar a iniciativa da adoção das medidas necessárias por razões de eleitoralismo, conservação do poder e talvez outras ainda menos confessáveis.
Esta verificação, de uma evidência chocante, não é apenas mais uma medida dessa tenebrosa inépcia governamental. É também um indicador rigoroso da falta de seriedade com que Portugal tem sido governado: toda a gente sabia o que era preciso fazer; ninguém quis tomar a iniciativa da adoção das medidas necessárias por razões de eleitoralismo, conservação do poder e talvez outras ainda menos confessáveis.
Com essa omissão criminosa, o nosso país acaba de perder a sua independência, a sua viabilidade e a sua dignidade.
A questão de qualquer independência nacional, no quadro da União Europeia, prende-se com a capacidade de pôr e de gerir em comum determinadas parcelas da soberania dos estados membros, sem que tal situação prejudique a ultima ratio da soberania de cada um deles.
O funcionamento de mecanismos de solidariedade entre os estados na perspetiva de uma convergência crescente é um dos objetivos mais importantes da própria construção europeia.
O funcionamento de mecanismos de solidariedade entre os estados na perspetiva de uma convergência crescente é um dos objetivos mais importantes da própria construção europeia.
Os programas e fundos estruturais, a criação da moeda única e da zona euro, a livre circulação prevista no espaço Schengen, sendo notas de cariz acentuadamente mais federalista numa Europa das nações, mostram que o processo da construção europeia tem de ser híbrido, gradual e sectorial.
Tanto nesses aspectos como em vários outros, a transferência de uma parcela de cada uma das soberanias nacionais para um dispositivo de gestão em comum do conjunto assim integrado não acarreta uma perda da independência nem da dignidade dos Estados que livremente decidiram fazê-lo, cada um deles entendendo cumprir altos objetivos do respetivo interesse nacional.
A independência e a viabilidade dos estados membros são mesmo um a priori da construção europeia e também uma condição da democraticidade dela, tal como foi concebida pelos seus founding fathers e acabou por ficar espelhada nos tratados, por muito que estes deixem a desejar ou tenham aspectos mal calibrados e nocivos, como acontece com o de Lisboa.
Mas o documento que a troika acaba de impor a Portugal significa que o país perdeu a sua viabilidade e a sua independência. É um diktat que corresponde à concretização de uma indignidade vexatória imposta por técnicos aos políticos rascas que a tornaram inevitável.
Antes, quando ainda era um país independente, Portugal tinha o poder de traçar a própria conduta e de impor o respeito dela a terceiros, num quadro de valores civilizacionais partilhados e de respeito e cooperação recíprocos.
Agora é uma espécie de câmara-de-ar esburacada e vazia, à espera de uns remendos. Não vale absolutamente nada, não tem poder nenhum e não vai a lado nenhum. Come e cala. E como o respeitinho é muito bonito, levará no pêlo se não fizer o que lhe mandarem. A Europa já percebeu que "isto" só vai assim e a vergasta já começou a zunir por cima das pátrias orelhas.
A partir de agora, Portugal sujeita-se a inspeções e verificações periódicas, metódicas e severas, tal como as putas de antigamente, que tinham de circular com um livrete de tarja amarela e de comparecer regularmente à inspecção médica. Eram punidas se não o fizessem ou não se apresentassem em condições. E arriscavam-se a ser internadas à força num hospital.
Hoje, está-se perante uma patologia do destino coletivo. Portugal meretrizou-se pelo Governo que tem tido e graças às gentes ignaras que colocaram esse Governo no poder.
Foi um país compreendido, escutado e respeitado. Hoje, não tem virtude, nem dignidade, nem merece o respeito de ninguém. Faz o trottoir europeu como pode e, numa humilhação sem precedentes, sujeita-se ao que lhe derem. Já não é uma simples questão de combate à sífilis e repressão dos proxenetas. Tornou-se imunodeficiente. Se ainda há quem se proponha tratar-lhe da saúde, é só para evitar o efeito de contágio. Foi isso que a troika veio fazer.
Vasco Graça Moura
Tanto nesses aspectos como em vários outros, a transferência de uma parcela de cada uma das soberanias nacionais para um dispositivo de gestão em comum do conjunto assim integrado não acarreta uma perda da independência nem da dignidade dos Estados que livremente decidiram fazê-lo, cada um deles entendendo cumprir altos objetivos do respetivo interesse nacional.
A independência e a viabilidade dos estados membros são mesmo um a priori da construção europeia e também uma condição da democraticidade dela, tal como foi concebida pelos seus founding fathers e acabou por ficar espelhada nos tratados, por muito que estes deixem a desejar ou tenham aspectos mal calibrados e nocivos, como acontece com o de Lisboa.
Mas o documento que a troika acaba de impor a Portugal significa que o país perdeu a sua viabilidade e a sua independência. É um diktat que corresponde à concretização de uma indignidade vexatória imposta por técnicos aos políticos rascas que a tornaram inevitável.
Antes, quando ainda era um país independente, Portugal tinha o poder de traçar a própria conduta e de impor o respeito dela a terceiros, num quadro de valores civilizacionais partilhados e de respeito e cooperação recíprocos.
Agora é uma espécie de câmara-de-ar esburacada e vazia, à espera de uns remendos. Não vale absolutamente nada, não tem poder nenhum e não vai a lado nenhum. Come e cala. E como o respeitinho é muito bonito, levará no pêlo se não fizer o que lhe mandarem. A Europa já percebeu que "isto" só vai assim e a vergasta já começou a zunir por cima das pátrias orelhas.
A partir de agora, Portugal sujeita-se a inspeções e verificações periódicas, metódicas e severas, tal como as putas de antigamente, que tinham de circular com um livrete de tarja amarela e de comparecer regularmente à inspecção médica. Eram punidas se não o fizessem ou não se apresentassem em condições. E arriscavam-se a ser internadas à força num hospital.
Hoje, está-se perante uma patologia do destino coletivo. Portugal meretrizou-se pelo Governo que tem tido e graças às gentes ignaras que colocaram esse Governo no poder.
Foi um país compreendido, escutado e respeitado. Hoje, não tem virtude, nem dignidade, nem merece o respeito de ninguém. Faz o trottoir europeu como pode e, numa humilhação sem precedentes, sujeita-se ao que lhe derem. Já não é uma simples questão de combate à sífilis e repressão dos proxenetas. Tornou-se imunodeficiente. Se ainda há quem se proponha tratar-lhe da saúde, é só para evitar o efeito de contágio. Foi isso que a troika veio fazer.
Vasco Graça Moura
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Opinião
03/06/2011
O álibi
Ao ver as reportagens do Congresso do PS, a pergunta que mais frequentemente me ocorreu foi como é que os Portugueses, na angustiante situação que vivemos, olhariam para aquele espetáculo.
Um espetáculo que exibia uma incómoda exuberância de meios ao mesmo tempo que revelava uma montagem atenta ao mais ínfimo pormenor (com música, abraços e lágrimas). Mas de onde, na verdade, não brotava uma só ideia, uma só preocupação com o País, uma só proposta para o futuro...
Onde, pelo contrário, era bem visível a obsessão com o poder e a preocupação em bajular o líder no seu bunker, seguindo um guião e repetindo "ad nauseam" um só argumento, com uma disciplina de fazer inveja ao PCP! Ter-se-á atingido aqui o lúgubre apogeu do "socialismo moderno", esse híbrido socrático que ficará na história por ter esvaziado o Partido Socialista de quase todos os seus valores patrimoniais e diferenciadores, reduzidos agora a um mero videoclip.
Como na história ficará também a indigência intelectual e o perfil ético de tantos "senadores" do PS que subiram ao palco para - com completo conhecimento de causa sobre o gravíssimo estado do País - acenar cinicamente aos militantes e aos Portugueses, por puro e interessado calculismo político.
O Congresso assumiu a estratégia de Sócrates que é, há muito, clara: ignorar os factos e sacudir as responsabilidades. Inventando uma boa história, que seja simples, que hipnotize as pessoas e, sobretudo que as dispense de olhar para os últimos seis anos de governação, para os números do desemprego, do défice, da dívida ou da recessão. Ou de pensar nas incontornáveis consequências de tudo isto no nosso futuro. Eis o marketing político no seu estado mais puro, e mais perverso.
Esta história começou a ser preparada logo em Janeiro, quando era por demais evidente o que se iria passar com o nosso endividamento e com as nossas finanças públicas. Sócrates lançou então o slogan "Defender Portugal", insinuando subliminarmente que os adversários do PS só podiam ser adversários de Portugal.
Montado o cenário, faltava apontar os vilões. Primeiro, o inimigo externo, e para isso diabolizou-se o FMI, qual dragão que paira ameaçadoramente sobre as nossas cabeças, e contra o qual o herói luta com denodo. Um pouco mais tarde, com o chumbo do PEC IV, estava encontrado o inimigo interno. Um inimigo que "tira o tapete" ao nosso herói, exatamente quando este "ia salvar Portugal". Ferido, o herói não sai de cena. Ei-lo que se reergue, determinado, para mais uma batalha.
Desce o pano, e agenda-se o segundo ato para dia 5 de Junho.
Há que reconhecer: tudo isto foi muito bem planeado, teatralizado e concretizado, de modo a que esta fábula funcione não só como um álibi para Sócrates mas, também, como uma "cassete" de campanha.
Montada a história, trata-se agora de repeti-la. É como se todos os dirigentes socialistas passassem a falar pelo teleponto do próprio Sócrates, como se todos tivessem esse teleponto dentro da própria cabeça - e isso, como vimos, funciona, pelo menos em mundos como o da "bolha" do Congresso de Matosinhos.
A força da história avalia-se pelo modo como deforma os factos e maquilha a realidade. Em Matosinhos, ela foi muito eficaz para esconder aquilo que na verdade mais perturba os socialistas: esta é a terceira vez que o FMI é chamado a intervir em Portugal, e, sendo verdade que veio sempre a pedido de governos liderados pelo PS, esta é a primeira vez em que vem devido a erros de governação do próprio PS.
Isto nunca tinha, de facto, acontecido: em 1977/78 o FMI veio por causa dos "excessos" revolucionários, e em 1983/84 para corrigir os deslizes do governo de direita, da Aliança Democrática. Em ambas as situações o PS apareceu, com a coragem de Mário Soares, a corrigir os erros de governações anteriores e a defender o interesse nacional. Desta vez é diferente: o FMI é chamado a Portugal justamente devido à acção de um governo do PS, dirigido pelo seu secretário-geral.
Para grandes males, grandes desculpas? É o que parece. Esta história inventada pelos conselheiros de Sócrates vai fazendo o seu caminho. Espalha-se com mais desenvoltura que um programa eleitoral, e consegue fazer com que muita gente, sem dar por isso, acredite no inacreditável: num dia o nosso primeiro-ministro estava "quase a conseguir salvar-nos", e no dia seguinte o chumbo do PEC IV abriu um buraco de 80 mil milhões de euros...
Não consigo conformar-me com este modo de "fazer política". Sofro, como milhares de socialistas, e certamente muitos mais portugueses, com este tipo de comportamento que joga no "vale tudo" para permanecer no poder. Ao arrepio de todos os valores, ignorando as mais elementares regras da ética, transformando a política num mero exercício de propaganda que se avalia por um único resultado: continuar no poder.
O Partido Socialista ficou reduzido ao álibi de Sócrates. Um secretário-geral que deu sem dúvida provas como candidato eficaz, mas que também já as deu como governante medíocre, conduzindo o País à bancarrota e à mais grave crise que o País já conheceu desde o 25 de Abril de 1974.
Foi com estes dados que o PS saiu do Congresso, à espera de um milagre eleitoral no próximo dia 5 de Junho. Mário Soares falava prudentemente, aqui no DN de anteontem, no risco de um duche gelado que entretanto o PS corre. Mas mesmo que tal não aconteça, não haja ilusões: ganhe ou perca, no dia seguinte às eleições este PS do álibi vai estar como estava na véspera - com uma mão-cheia de nada e outra de coisa nenhuma. Talvez, finalmente, a olhar para o abismo onde nos conduziu. E quanto a Portugal, o que será de nós?
Manuel Maria Carrilho
in «DN» 14.04.2011
Um espetáculo que exibia uma incómoda exuberância de meios ao mesmo tempo que revelava uma montagem atenta ao mais ínfimo pormenor (com música, abraços e lágrimas). Mas de onde, na verdade, não brotava uma só ideia, uma só preocupação com o País, uma só proposta para o futuro...
Onde, pelo contrário, era bem visível a obsessão com o poder e a preocupação em bajular o líder no seu bunker, seguindo um guião e repetindo "ad nauseam" um só argumento, com uma disciplina de fazer inveja ao PCP! Ter-se-á atingido aqui o lúgubre apogeu do "socialismo moderno", esse híbrido socrático que ficará na história por ter esvaziado o Partido Socialista de quase todos os seus valores patrimoniais e diferenciadores, reduzidos agora a um mero videoclip.
Como na história ficará também a indigência intelectual e o perfil ético de tantos "senadores" do PS que subiram ao palco para - com completo conhecimento de causa sobre o gravíssimo estado do País - acenar cinicamente aos militantes e aos Portugueses, por puro e interessado calculismo político.
O Congresso assumiu a estratégia de Sócrates que é, há muito, clara: ignorar os factos e sacudir as responsabilidades. Inventando uma boa história, que seja simples, que hipnotize as pessoas e, sobretudo que as dispense de olhar para os últimos seis anos de governação, para os números do desemprego, do défice, da dívida ou da recessão. Ou de pensar nas incontornáveis consequências de tudo isto no nosso futuro. Eis o marketing político no seu estado mais puro, e mais perverso.
Esta história começou a ser preparada logo em Janeiro, quando era por demais evidente o que se iria passar com o nosso endividamento e com as nossas finanças públicas. Sócrates lançou então o slogan "Defender Portugal", insinuando subliminarmente que os adversários do PS só podiam ser adversários de Portugal.
Montado o cenário, faltava apontar os vilões. Primeiro, o inimigo externo, e para isso diabolizou-se o FMI, qual dragão que paira ameaçadoramente sobre as nossas cabeças, e contra o qual o herói luta com denodo. Um pouco mais tarde, com o chumbo do PEC IV, estava encontrado o inimigo interno. Um inimigo que "tira o tapete" ao nosso herói, exatamente quando este "ia salvar Portugal". Ferido, o herói não sai de cena. Ei-lo que se reergue, determinado, para mais uma batalha.
Desce o pano, e agenda-se o segundo ato para dia 5 de Junho.
Há que reconhecer: tudo isto foi muito bem planeado, teatralizado e concretizado, de modo a que esta fábula funcione não só como um álibi para Sócrates mas, também, como uma "cassete" de campanha.
Montada a história, trata-se agora de repeti-la. É como se todos os dirigentes socialistas passassem a falar pelo teleponto do próprio Sócrates, como se todos tivessem esse teleponto dentro da própria cabeça - e isso, como vimos, funciona, pelo menos em mundos como o da "bolha" do Congresso de Matosinhos.
A força da história avalia-se pelo modo como deforma os factos e maquilha a realidade. Em Matosinhos, ela foi muito eficaz para esconder aquilo que na verdade mais perturba os socialistas: esta é a terceira vez que o FMI é chamado a intervir em Portugal, e, sendo verdade que veio sempre a pedido de governos liderados pelo PS, esta é a primeira vez em que vem devido a erros de governação do próprio PS.
Isto nunca tinha, de facto, acontecido: em 1977/78 o FMI veio por causa dos "excessos" revolucionários, e em 1983/84 para corrigir os deslizes do governo de direita, da Aliança Democrática. Em ambas as situações o PS apareceu, com a coragem de Mário Soares, a corrigir os erros de governações anteriores e a defender o interesse nacional. Desta vez é diferente: o FMI é chamado a Portugal justamente devido à acção de um governo do PS, dirigido pelo seu secretário-geral.
Para grandes males, grandes desculpas? É o que parece. Esta história inventada pelos conselheiros de Sócrates vai fazendo o seu caminho. Espalha-se com mais desenvoltura que um programa eleitoral, e consegue fazer com que muita gente, sem dar por isso, acredite no inacreditável: num dia o nosso primeiro-ministro estava "quase a conseguir salvar-nos", e no dia seguinte o chumbo do PEC IV abriu um buraco de 80 mil milhões de euros...
Não consigo conformar-me com este modo de "fazer política". Sofro, como milhares de socialistas, e certamente muitos mais portugueses, com este tipo de comportamento que joga no "vale tudo" para permanecer no poder. Ao arrepio de todos os valores, ignorando as mais elementares regras da ética, transformando a política num mero exercício de propaganda que se avalia por um único resultado: continuar no poder.
O Partido Socialista ficou reduzido ao álibi de Sócrates. Um secretário-geral que deu sem dúvida provas como candidato eficaz, mas que também já as deu como governante medíocre, conduzindo o País à bancarrota e à mais grave crise que o País já conheceu desde o 25 de Abril de 1974.
Foi com estes dados que o PS saiu do Congresso, à espera de um milagre eleitoral no próximo dia 5 de Junho. Mário Soares falava prudentemente, aqui no DN de anteontem, no risco de um duche gelado que entretanto o PS corre. Mas mesmo que tal não aconteça, não haja ilusões: ganhe ou perca, no dia seguinte às eleições este PS do álibi vai estar como estava na véspera - com uma mão-cheia de nada e outra de coisa nenhuma. Talvez, finalmente, a olhar para o abismo onde nos conduziu. E quanto a Portugal, o que será de nós?
Manuel Maria Carrilho
in «DN» 14.04.2011
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Opinião,
Socialismo
À procura de emprego
Num congresso internacional de medicina.
O médico alemão diz:
Na Alemanha, fazemos transplantes de dedo. Em 4 semanas o paciente está procurando emprego.
O médico espanhol afirma:
A medicina espanhola é tão avançada que conseguimos fazer um transplante de cérebro. Em 6 semanas o paciente está procurando emprego.
O médico russo diz:
Fazemos um transplante de peito. Em 1 semana o camarada pode procurar emprego.
O médico grego disse:
Temos um trabalho de recuperação de bêbados. Em 15 dias o indivíduo pode procurar emprego.
O médico português diz orgulhoso:
Isso não é nada! Em Portugal, nós arranjamos um homem sem cérebro, sem consciência, sem peito, mentiroso, corrupto e elegêmo-lo primeiro-ministro.
Em 3 anos o país inteiro está à procura de emprego.
O médico alemão diz:
Na Alemanha, fazemos transplantes de dedo. Em 4 semanas o paciente está procurando emprego.
O médico espanhol afirma:
A medicina espanhola é tão avançada que conseguimos fazer um transplante de cérebro. Em 6 semanas o paciente está procurando emprego.
O médico russo diz:
Fazemos um transplante de peito. Em 1 semana o camarada pode procurar emprego.
O médico grego disse:
Temos um trabalho de recuperação de bêbados. Em 15 dias o indivíduo pode procurar emprego.
O médico português diz orgulhoso:
Isso não é nada! Em Portugal, nós arranjamos um homem sem cérebro, sem consciência, sem peito, mentiroso, corrupto e elegêmo-lo primeiro-ministro.
Em 3 anos o país inteiro está à procura de emprego.
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Socialismo
02/06/2011
2 milhões de desempregados
Se os emigrantes portugueses espalhados pelo mundo regressassem ao país;
Se todos os desempregados fossem contados e os números não fossem aldrabados;
Se os que não trabalham fossem todos contados;
O número verdadeiro de desempregados seria de 2 milhões!
O número verdadeiro de desempregados seria de 2 milhões!
É obra, tanto socialismo, tanta pobreza.
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Economia,
Socialismo
Porque não voto em ti
Tu podes dizer que te perseguiram, que te fizeram a cama, que te tramaram, que as tuas intenções eram as melhores e que querias evitar a todo o custo a ajuda externa.
Tudo isso até pode ser verdade mas olha que me fazes lembrar o Vale e Azevedo.
Tens de me explicar como conseguiste tornar o PS no "teu partido".
Assim é que é: 93% de apoio !!!
Tu és o líder, tu és o chefe, tu és o comandante, tu és o pai, o filho, o espírito santo.
O partido és tu e é teu.
Zé, assim não vamos lá. Que consigas enganar os "crentes" é uma coisa, agora querer enganar outra vez a gente é outra.
Oh Zé. Tu lixaste a gente, deixaste-nos na merda, pá.
Vai pró caraças, mas estás a querer fazer-nos de estúpidos ?
Será que não tens vergonha, será que não tens um pingo de humildade para que caias em ti e reconheças os teus pecados e os teus erros?
Repara só:
- 600 000 desempregados;
- bancarrota;
- faturas elevadíssimas a vencer nos próximos anos;
- uma imagem péssima do país no estrangeiro: caloteiros, calaceiros, vigaristas, trapaceiros, corruptos, mentirosos, malandros, estúpidos, teimosos, etc.;
- as reformas todas por fazer, as nossas empresas, bancos e empresários mal vistos e mal cotados;
- uma dívida pública astronómica;
- a nossa indústria desamparada;
e etc, etc....
Tu que tiveste uma maioria, que tiveste as condições que poucos tiveram, lembra-te que quando te elegemos em 2005 nós estávamos fartos de Durões, Santanas, de
sermos desgovernados e tu, sim tu, puseste-nos na miséria pá.
Oh Zé, deixa-me que te explique isto a ver se entra na tua cabeça.
Tu já não serves para representar os nossos interesses, tu estás avariado, estragado, queimado, fora de prazo.
A tua teimosia, a tua estupidez, a tua soberba demonstrou um gajo que não
sabe negociar, que não sabe gerir, que não sabe o que é um país, que não sabe o
que é ser-se integro e o que é servir.
Tens de me explicar como conseguiste tornar o PS no "teu partido".
Assim é que é: 93% de apoio !!!
Tu és o líder, tu és o chefe, tu és o comandante, tu és o pai, o filho, o espírito santo.
O partido és tu e é teu.
Zé, assim não vamos lá. Que consigas enganar os "crentes" é uma coisa, agora querer enganar outra vez a gente é outra.
Oh Zé. Tu lixaste a gente, deixaste-nos na merda, pá.
Vai pró caraças, mas estás a querer fazer-nos de estúpidos ?
Será que não tens vergonha, será que não tens um pingo de humildade para que caias em ti e reconheças os teus pecados e os teus erros?
Repara só:
- 600 000 desempregados;
- bancarrota;
- faturas elevadíssimas a vencer nos próximos anos;
- uma imagem péssima do país no estrangeiro: caloteiros, calaceiros, vigaristas, trapaceiros, corruptos, mentirosos, malandros, estúpidos, teimosos, etc.;
- as reformas todas por fazer, as nossas empresas, bancos e empresários mal vistos e mal cotados;
- uma dívida pública astronómica;
- a nossa indústria desamparada;
e etc, etc....
Tu que tiveste uma maioria, que tiveste as condições que poucos tiveram, lembra-te que quando te elegemos em 2005 nós estávamos fartos de Durões, Santanas, de
sermos desgovernados e tu, sim tu, puseste-nos na miséria pá.
Oh Zé, deixa-me que te explique isto a ver se entra na tua cabeça.
Tu já não serves para representar os nossos interesses, tu estás avariado, estragado, queimado, fora de prazo.
A tua teimosia, a tua estupidez, a tua soberba demonstrou um gajo que não
sabe negociar, que não sabe gerir, que não sabe o que é um país, que não sabe o
que é ser-se integro e o que é servir.
O que tu tens é um grande patuá. Só que não chegou para os mercados !!!
O que pensariam de nós se voltasses a ser parte do problema, tu que foste, e és
o problema.
Uma coisa te garanto: em ti não voto!
Este é um Desígnio Nacional: por-te na prateleira, na galeria dos notáveis que nos enganaram.
Olha Zé não estou nada porreiro pá e quero que vás pró Bordalo.
O que pensariam de nós se voltasses a ser parte do problema, tu que foste, e és
o problema.
Uma coisa te garanto: em ti não voto!
Este é um Desígnio Nacional: por-te na prateleira, na galeria dos notáveis que nos enganaram.
Olha Zé não estou nada porreiro pá e quero que vás pró Bordalo.
António Dejosé
(leitor)
(leitor)
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Opinião
01/06/2011
31/05/2011
Christine Lagarde
Christine Lagarde, ex-ministra das Finanças de França, à pergunta sobre um pedido de José Sócrates para uma renegociação da dívida portuguesa, caso hipoteticamente viesse a ser Diretora-Geral do FMI, respondeu com toda a clareza que se possa esperar.
... E vai ser!
... E vai ser!
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Economia
30/05/2011
Piada a recordar
Um grande empresário português marca uma audiência com José Sócrates,na Residência Oficial do Primeiro-Ministro.
Enquanto aguarda, encontra Armando Vara que o recebe com muitos abraços.
Quando é recebido pelo Primeiro-Ministro, sente falta da carteira e resolve abordar o assunto com o PM:
- Não sei como lhe hei-de dizer, Senhor Primeiro-Ministro, mas a minha carteira acabou de desaparecer!
E continuou:
- Tenho a certeza de que estava com ela ao entrar na sala de espera. Tive o cuidado de a guardar bem, após apresentar o BI ao segurança. Não quero fazer nenhuma insinuação, mas a única pessoa com quem estive depois disso foi o dr. Armando Vara, que está aqui na sala de espera ao lado.
O Primeiro-Ministro retira-se do gabinete. Pouco tempo depois, regressa com a carteira na mão.
Reconhecendo a sua carteira, o empresário comenta:
- Espero não ter causado nenhum problema pessoal entre o Senhor Primeiro-Ministro e o dr. Armando Vara.
Ao que José Sócrates responde:
- Não se preocupe! Ele nem percebeu!...
Enquanto aguarda, encontra Armando Vara que o recebe com muitos abraços.
Quando é recebido pelo Primeiro-Ministro, sente falta da carteira e resolve abordar o assunto com o PM:
- Não sei como lhe hei-de dizer, Senhor Primeiro-Ministro, mas a minha carteira acabou de desaparecer!
E continuou:
- Tenho a certeza de que estava com ela ao entrar na sala de espera. Tive o cuidado de a guardar bem, após apresentar o BI ao segurança. Não quero fazer nenhuma insinuação, mas a única pessoa com quem estive depois disso foi o dr. Armando Vara, que está aqui na sala de espera ao lado.
O Primeiro-Ministro retira-se do gabinete. Pouco tempo depois, regressa com a carteira na mão.
Reconhecendo a sua carteira, o empresário comenta:
- Espero não ter causado nenhum problema pessoal entre o Senhor Primeiro-Ministro e o dr. Armando Vara.
Ao que José Sócrates responde:
- Não se preocupe! Ele nem percebeu!...
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Negociatas
28/05/2011
Pioneiro da fotografia na Golegã
O Estúdio de Fotografia Carlos Relvas, na Golegã. A obra imperdível e tardiamente reconhecida de um pioneiro português (1838-1894).
A não perder!
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Fotografia
27/05/2011
26/05/2011
25/05/2011
O dia da Umidade Africana
A 25 de Maio comemora-se o Dia da Unidade Africana.
Com a verdadeira Umidade Africana, aqui está a nossa homenagem aos leitores de África!
Com a verdadeira Umidade Africana, aqui está a nossa homenagem aos leitores de África!
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My God
24/05/2011
FHM Calendar 2011, Indigo Bay, Mozambique
Indigo Bay, Moçambique na FHM: uma vista sobre o paraíso!
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My God
23/05/2011
Parque Escolar
É assim que se contraem dívidas (climatizar igloos):
“ …conceitos típicos dos EUA nos anos 60. Uma vez que instalámos ar condicionado, não deixamos abrir as janelas para não perturbar o sistema…”
Importa ouvir o idiota que explica como se dinamiza a construção civil.
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Negociatas,
Televisão
22/05/2011
Excerto do debate... Portas x Sócrates
Esta diz tudo!
Excerto do debate na TVI entre Paulo Portas e José Sócrates.
Paulo Portas: "O senhor disse que nunca seria primeiro-ministro com o FMI."
José Sócrates: "Não foi isso que eu disse. O que eu disse é que não estava disponível para ser primeiro-ministro com o FMI."
Judite de Sousa: "Não é a mesma coisa?"
José Sócrates: "Não. É diferente."
Excerto do debate na TVI entre Paulo Portas e José Sócrates.
Paulo Portas: "O senhor disse que nunca seria primeiro-ministro com o FMI."
José Sócrates: "Não foi isso que eu disse. O que eu disse é que não estava disponível para ser primeiro-ministro com o FMI."
Judite de Sousa: "Não é a mesma coisa?"
José Sócrates: "Não. É diferente."
21/05/2011
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