Exemplos bastos sobre o funcionamento do futebol, da justiça e dos negócios em Portugal.
Ganham-se campeonatos, encomendas, obras e fundos à mesa de almoço, ao celular, na cama, com ou seu fruta, robalos ou envelops.
Fica demonstrado: podem cometer-se crimes desde que seja a favor do nosso clube, do nosso partido ou da nossa terra, aplica-se o «segredo de justiça» desde que seja para esconder o que não se pode fazer às claras e, viola-se o «segredo de justiça» se for uma forma de desbloquear a armadilha do sistema ou atingir um poderoso:
Nota: estes conteúdos resultam de links que estão livremente disponíveis na Internet, não sendo conhecida a sua origem, legalidade e integridade
21/01/2010
Batota climática
Os glaciares dos Himalaias não estão à beira de desaparecer já em 2035, como dizia o último relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o grupo de cientistas que colige o que se sabe de certo sobre o aquecimento global e os seus efeitos no planeta. O grupo, que trabalha sob a égide da ONU, emitiu ontem uma nota em que diz “lamentar a fraca aplicação dos procedimentos bem estabelecidos” no relatório de 2007.
Os cientistas foram apanhados num erro de palmatória: usaram dados especulativos que remontam a uma entrevista dada pelo cientista Syed Iqbal Hasnain à revista de divulgação científica New Scientist em 1999. Não foram publicados numa revista científi ca, não foram revistos pelos pares — nem confirmados experimentalmente.
E acabaram num relatório de 2005 do Fundo Mundial para a Natureza (também sem revisão pelos pares), que foi usado como fonte pelos cientistas que preparam o relatório sobre a Ásia do Grupo de Trabalho 2 do relatório do IPCC.
O IPCC garante agora que no próximo relatório, em 2013 ou 2014, o estado dos glaciares merecerá uma análise atenta.
in «Público» 21.01.2010
Os cientistas foram apanhados num erro de palmatória: usaram dados especulativos que remontam a uma entrevista dada pelo cientista Syed Iqbal Hasnain à revista de divulgação científica New Scientist em 1999. Não foram publicados numa revista científi ca, não foram revistos pelos pares — nem confirmados experimentalmente.
E acabaram num relatório de 2005 do Fundo Mundial para a Natureza (também sem revisão pelos pares), que foi usado como fonte pelos cientistas que preparam o relatório sobre a Ásia do Grupo de Trabalho 2 do relatório do IPCC.
O IPCC garante agora que no próximo relatório, em 2013 ou 2014, o estado dos glaciares merecerá uma análise atenta.
in «Público» 21.01.2010
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Clima
20/01/2010
19/01/2010
Outra vez não
A compra da TVI e agora o caso de Marcelo Rebelo de Sousa mostram que afinal Manuela Ferreira tinha toda a razão.
Quando a líder do PSD o denunciou, estávamos de facto a viver um processo de "asfixia democrática" com este socialismo que José Sócrates reinventa constantemente. Hoje o garrote apertou-se muito mais. Ridicularizámos Ferreira Leite pelos avisos desconfortáveis e inconvenientes.
No estado de torpor em que caímos provavelmente reagiríamos com idêntica abulia ao discurso da Cortina de Ferro de Winston Churchill quando o mundo foi alertado para a ameaça do totalitarismo soviético que ninguém queria ver.
Hoje, quando se compram estações para silenciar noticiários e se afastam comentadores influentes e incómodos da TV do Estado, chegou a altura de constatar que isto já nem sequer é o princípio do fim da liberdade.
É mesmo o fim da liberdade que foi desfigurada e exige que se lute por ela. O regime já não sente necessidade de ter tacto nas suas práticas censórias. Não se preocupa sequer em assegurar uma margem de recuo nos absurdos que pratica com a sua gestão directa de conteúdos mediáticos. Atua com a brutalidade de qualquer Pavlovitch Beria, Joseff Goebbels ou António Ferro.
Se este regime não tem o SNI ou o Secretariado Nacional de Propaganda, criou a ERC e continua com a RTP, dominadas por pessoas capazes de ler os mais subtis desejos do poder e a aplicá-los do modo mais servil. Sejam eles deixar que as delongas processuais nas investigações dos comportamentos da TVI e da ONGOING se espraiem pelos oceanos sufocantes do torpor burocrático, seja a lavrar doutrina pioneira sobre a significância semiótica do "gestalt" de jornalistas de televisão que se atrevam a ser críticos do regime, seja a criar todas as condições para a prática de censura no comentário político, como é o caso Marcelo Rebelo de Sousa.
Desta vez, foi muito mais grave do que o que lhe aconteceu na TVI com Pais do Amaral. Na altura o Professor Marcelo saiu pelo seu pé quando achou intolerável um reparo sobre os conteúdos dos seus comentários. Agora, com o caraterístico voluntarismo do regime de Sócrates, foi despedido pelo conteúdo desses comentários. Nesta fase já não é exagerado falar-se da "deriva totalitária" que Manuela Ferreira Leite detectou. É um dever denunciá-la e lutar contra ela. O regime de Sócrates, incapaz de lidar com as realidades que criou, vai continuar a tentar manipulá-las com as suas "novilínguas" e esmagando todo o "duplipensar" como Orwell descreve no "1984".
Está já entre nós a asfixia democrática e a deriva totalitária. Na DREN, na RTP, na ERC, na TVI e noutros sítios. Como disse Sir Winston no discurso da Cortina de Ferro: "We surely, ladies and gentlemen, I put it to you, surely, we must not let it happen again", o que quer apenas dizer: outra vez não. .
Mário Crespo, jornalista
in «Jornal de Notícias», 19.01.2010
Quando a líder do PSD o denunciou, estávamos de facto a viver um processo de "asfixia democrática" com este socialismo que José Sócrates reinventa constantemente. Hoje o garrote apertou-se muito mais. Ridicularizámos Ferreira Leite pelos avisos desconfortáveis e inconvenientes.
No estado de torpor em que caímos provavelmente reagiríamos com idêntica abulia ao discurso da Cortina de Ferro de Winston Churchill quando o mundo foi alertado para a ameaça do totalitarismo soviético que ninguém queria ver.
Hoje, quando se compram estações para silenciar noticiários e se afastam comentadores influentes e incómodos da TV do Estado, chegou a altura de constatar que isto já nem sequer é o princípio do fim da liberdade.
É mesmo o fim da liberdade que foi desfigurada e exige que se lute por ela. O regime já não sente necessidade de ter tacto nas suas práticas censórias. Não se preocupa sequer em assegurar uma margem de recuo nos absurdos que pratica com a sua gestão directa de conteúdos mediáticos. Atua com a brutalidade de qualquer Pavlovitch Beria, Joseff Goebbels ou António Ferro.
Se este regime não tem o SNI ou o Secretariado Nacional de Propaganda, criou a ERC e continua com a RTP, dominadas por pessoas capazes de ler os mais subtis desejos do poder e a aplicá-los do modo mais servil. Sejam eles deixar que as delongas processuais nas investigações dos comportamentos da TVI e da ONGOING se espraiem pelos oceanos sufocantes do torpor burocrático, seja a lavrar doutrina pioneira sobre a significância semiótica do "gestalt" de jornalistas de televisão que se atrevam a ser críticos do regime, seja a criar todas as condições para a prática de censura no comentário político, como é o caso Marcelo Rebelo de Sousa.
Desta vez, foi muito mais grave do que o que lhe aconteceu na TVI com Pais do Amaral. Na altura o Professor Marcelo saiu pelo seu pé quando achou intolerável um reparo sobre os conteúdos dos seus comentários. Agora, com o caraterístico voluntarismo do regime de Sócrates, foi despedido pelo conteúdo desses comentários. Nesta fase já não é exagerado falar-se da "deriva totalitária" que Manuela Ferreira Leite detectou. É um dever denunciá-la e lutar contra ela. O regime de Sócrates, incapaz de lidar com as realidades que criou, vai continuar a tentar manipulá-las com as suas "novilínguas" e esmagando todo o "duplipensar" como Orwell descreve no "1984".
Está já entre nós a asfixia democrática e a deriva totalitária. Na DREN, na RTP, na ERC, na TVI e noutros sítios. Como disse Sir Winston no discurso da Cortina de Ferro: "We surely, ladies and gentlemen, I put it to you, surely, we must not let it happen again", o que quer apenas dizer: outra vez não. .
Mário Crespo, jornalista
in «Jornal de Notícias», 19.01.2010
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Socialismo
A grande birra
Em breve iremos assistir, no nosso país, a um conflito explosivo entre o Governo e uma parte da sociedade. De um lado a necessidade do Governo aprovar um orçamento de austeridade que contrarie o crescente défice público - aumentando provavelmente os impostos e reduzindo a despesa pública -, o que irá obrigar a novos sacrifícios. Do outro lado temos uma parte da população que, nos últimos anos, se habituou a consumir facilmente, vivendo na ilusão de que a riqueza não provém do esforço e do trabalho. Este conflito não surge por acaso, uma vez que se criou a fantasia de que o bem-estar e a felicidade, em lugar de serem procurados pelo indivíduo, deveriam ser reivindicados ao Estado; tratando-se de um direito.
Dito de outro modo, a sociedade infantilizou-se e o Estado assumiu um papel paternalista de quem tudo se espera.
Há mais de trinta anos que o conteúdo do discurso político fala quase exclusivamente em direitos, olvidando os deveres. Ao longo do tempo criou-se, no inconsciente colectivo, a ideia errada de que qualquer frustração do indivíduo se devia a um direito que ainda não estava conquistado, e a solução libertadora residia em reivindicá-lo. Confunde-se, pois, direitos com aspirações. E, mesmo que sejam dadas todas as oportunidades, se porventura houver alguém que não alcança uma aspiração, isso raramente é atribuído a um fracasso pessoal, mas a uma discriminação, mesmo que muitas vezes nem sequer tenha havido qualquer esforço para se obter sucesso.
O profundo desequilíbrio que se criou entre direitos e deveres é uma das causas do nosso atraso e da falta de competitividade. Porém, raramente se ouve no discurso político o elogio do dever: o dever de valorizar o trabalho, ser justo, solidário, cumpridor, honesto, responsável, etc. Estas são virtudes associadas a uma visão do mundo antiquada, ultrapassada e opressora do homem. Mas, ao contrário do que se pensa, estes são os alicerces de uma sociedade madura, responsável e que se projecta não apenas no presente, mas também no futuro.
O paternalismo patológico, por parte do Estado, é inimigo da solidariedade, tornando as pessoas excessivamente autocentradas, preocupando-se mais em exigir o que merecem do que com o que podem oferecer aos outros. Somos confrontados com uma camada social cada vez mais infantilizada, dependente de subsídios do Estado, incapaz de se bastar a si própria e de criar riqueza que possa ser partilhada com os outros. Em vez de se incitar a ambição positiva e autonomia, fomenta-se a miséria e a regressão a um estado de dependência.
A nossa sociedade não tem vindo a ser preparada para os sacrifícios que a presente crise económica irá obrigar. Pelo contrário, foi iludida com um consumismo desenfreado, sustentado por um crédito abundante que agora acabou. Com isto disseminou-se uma síndrome de baixa tolerância à frustração, surgindo a percepção de que tudo se poderia alcançar de forma fácil e instantânea.
Diante da nossa actual realidade económica e social, é fundamental que haja coragem política para se explicar ao povo que a riqueza, a justiça e o progresso não podem ser alcançados apenas com o esforço de alguns. Todos devem participar nesse projecto; todos temos a obrigação e o dever de lutar para que Portugal se torne num país mais rico e desenvolvido.
Não obstante este facto, alguém terá de reverter esta hipnose colectiva. Alguém terá de explicar que tudo foi uma fantasia; tudo foi um engano. Chegou a altura de abandonar o discurso, alicerçado na esperança pueril, de que tudo irá melhorar. É tempo de fazer sacrifícios. Mas, se a sociedade foi infantilizada, isso não se aceita facilmente sem que haja uma grande birra.
Pedro Afonso, Médico psiquiatra
in «Público», 19.01.2009
Dito de outro modo, a sociedade infantilizou-se e o Estado assumiu um papel paternalista de quem tudo se espera.
Há mais de trinta anos que o conteúdo do discurso político fala quase exclusivamente em direitos, olvidando os deveres. Ao longo do tempo criou-se, no inconsciente colectivo, a ideia errada de que qualquer frustração do indivíduo se devia a um direito que ainda não estava conquistado, e a solução libertadora residia em reivindicá-lo. Confunde-se, pois, direitos com aspirações. E, mesmo que sejam dadas todas as oportunidades, se porventura houver alguém que não alcança uma aspiração, isso raramente é atribuído a um fracasso pessoal, mas a uma discriminação, mesmo que muitas vezes nem sequer tenha havido qualquer esforço para se obter sucesso.
O profundo desequilíbrio que se criou entre direitos e deveres é uma das causas do nosso atraso e da falta de competitividade. Porém, raramente se ouve no discurso político o elogio do dever: o dever de valorizar o trabalho, ser justo, solidário, cumpridor, honesto, responsável, etc. Estas são virtudes associadas a uma visão do mundo antiquada, ultrapassada e opressora do homem. Mas, ao contrário do que se pensa, estes são os alicerces de uma sociedade madura, responsável e que se projecta não apenas no presente, mas também no futuro.
O paternalismo patológico, por parte do Estado, é inimigo da solidariedade, tornando as pessoas excessivamente autocentradas, preocupando-se mais em exigir o que merecem do que com o que podem oferecer aos outros. Somos confrontados com uma camada social cada vez mais infantilizada, dependente de subsídios do Estado, incapaz de se bastar a si própria e de criar riqueza que possa ser partilhada com os outros. Em vez de se incitar a ambição positiva e autonomia, fomenta-se a miséria e a regressão a um estado de dependência.
A nossa sociedade não tem vindo a ser preparada para os sacrifícios que a presente crise económica irá obrigar. Pelo contrário, foi iludida com um consumismo desenfreado, sustentado por um crédito abundante que agora acabou. Com isto disseminou-se uma síndrome de baixa tolerância à frustração, surgindo a percepção de que tudo se poderia alcançar de forma fácil e instantânea.
Diante da nossa actual realidade económica e social, é fundamental que haja coragem política para se explicar ao povo que a riqueza, a justiça e o progresso não podem ser alcançados apenas com o esforço de alguns. Todos devem participar nesse projecto; todos temos a obrigação e o dever de lutar para que Portugal se torne num país mais rico e desenvolvido.
Não obstante este facto, alguém terá de reverter esta hipnose colectiva. Alguém terá de explicar que tudo foi uma fantasia; tudo foi um engano. Chegou a altura de abandonar o discurso, alicerçado na esperança pueril, de que tudo irá melhorar. É tempo de fazer sacrifícios. Mas, se a sociedade foi infantilizada, isso não se aceita facilmente sem que haja uma grande birra.
Pedro Afonso, Médico psiquiatra
in «Público», 19.01.2009
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Socialismo
18/01/2010
Quantos são?
Valentim dos Santos de Loureiro (Calde, 24 de Dezembro de 1938) é um empresário, político e dirigente desportivo português.
Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar. Juntou-se ao exército sobre o regime salazarista e, anos depois, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que, alegadamente, matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Major Batatas" ).
Foi desgraduado de capitão para soldado e expulso, com desonra, do exército.Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução.
Desviou, alegadamente, 40.000 contos ao BCP com uma transação com um cheque em dólares americanos sobre um banco que não existia.
Atualmente, é cônsul "honorário" da Guiné-Bissau e tem usado esse título para, alegadamente, falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol que compra e vende numa tipologia de negócio pouco digna.
Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do Boavista F.C. entre 1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de 2006.
Atualmente (2008), é presidente da Assembleia Geral na mesma instituição.
Na política, foi militante do Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993 aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001. Após ser desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos.
Foi ainda Presidente da Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A.
Em Julho de 2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como Apito Dourado.
Foi recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, motivos que alegam os seus "serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores". Um gesto subjectivo da parte de alguns, tendo em conta o historial negro do indivíduo.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre (em 18.01.2010).
Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sem o terminar. Juntou-se ao exército sobre o regime salazarista e, anos depois, foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a vender munições ao PAIGC que, alegadamente, matavam os nossos soldados na Guiné. Foi também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio (ficando posteriormente conhecido por muitos como o "Major Batatas" ).
Foi desgraduado de capitão para soldado e expulso, com desonra, do exército.Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo Conselho da Revolução.
Desviou, alegadamente, 40.000 contos ao BCP com uma transação com um cheque em dólares americanos sobre um banco que não existia.
Atualmente, é cônsul "honorário" da Guiné-Bissau e tem usado esse título para, alegadamente, falsificar certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol que compra e vende numa tipologia de negócio pouco digna.
Distinguiu-se como dirigente desportivo, tendo sido presidente do Boavista F.C. entre 1972 e 1995 e presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) até Agosto de 2006.
Atualmente (2008), é presidente da Assembleia Geral na mesma instituição.
Na política, foi militante do Partido Social-Democrata, tendo sido presidente da Comissão Política Distrital do PSD/Porto. Assumiu um papel activo quando em 1993 aceitou ser candidato à Presidência da Câmara Municipal de Gondomar, vencendo as eleições desse ano, e as de 1997 e 2001. Após ser desfiliado do PSD por ser acusado de práticas ilícitas enquanto autarca, venceu novamente as eleições de 2005, com a lista independente «Gondomar no Coração», que alcançou 57,5% dos votos.
Foi ainda Presidente da Junta Metropolitana do Porto, entre 2001 e 2005 e Presidente do Conselho de Administração da Empresa Metro do Porto, S.A.
Em Julho de 2008 foi sentenciado a 3 anos de prisão suspensa, no âmbito do processo judicial conhecido como Apito Dourado.
Foi recentemente condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, motivos que alegam os seus "serviços relevantes a Portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da cultura portuguesa, sua história e seus valores". Um gesto subjectivo da parte de alguns, tendo em conta o historial negro do indivíduo.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre (em 18.01.2010).
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Negociatas
17/01/2010
À velocidade da luz
O ex-ministro do Equipamento Social Jorge Coelho e o ex-secretário de Estado das Obras Públicas Luís Parreirão foram ouvidos pelas autoridades na investigação judicial à transferência de verbas para o Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (CNEMA), em Santarém.
Segundo a Lusa, os dois ex-governantes foram ouvidos há poucos dias pelas autoridades num caso que remonta a 2001, no âmbito das negociações entre a Câmara de Santarém, a Estradas de Portugal e o CNEMA, que pertence à Confederação de Agricultores de Portugal (CAP).
Em comunicado enviado à agência Lusa, o ex-governante Jorge Coelho rejeitou “qualquer ligação a esta questão“, minimizando o seu papel nas negociações que decorreram.
A investigação, que já motivou buscas da Polícia Judiciária na CAP e na Câmara de Santarém, está relacionada com alegadas verbas que a autarquia, na ocasião liderada pelo socialista José Miguel Noras, deveria ter transferido para o CNEMA para ajudar a consolidar o passivo da sociedade, que tinha várias dívidas devido à construção do equipamento.
in "O Ribatejo"
Um caso de Justiça à velocidade da luz!
Segundo a Lusa, os dois ex-governantes foram ouvidos há poucos dias pelas autoridades num caso que remonta a 2001, no âmbito das negociações entre a Câmara de Santarém, a Estradas de Portugal e o CNEMA, que pertence à Confederação de Agricultores de Portugal (CAP).
Em comunicado enviado à agência Lusa, o ex-governante Jorge Coelho rejeitou “qualquer ligação a esta questão“, minimizando o seu papel nas negociações que decorreram.
A investigação, que já motivou buscas da Polícia Judiciária na CAP e na Câmara de Santarém, está relacionada com alegadas verbas que a autarquia, na ocasião liderada pelo socialista José Miguel Noras, deveria ter transferido para o CNEMA para ajudar a consolidar o passivo da sociedade, que tinha várias dívidas devido à construção do equipamento.
in "O Ribatejo"
Um caso de Justiça à velocidade da luz!
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Socialismo
Contra a situação
O pré-candidato canhoto às presidenciais portuguesas de 2011, já disse «cobras-e-lagartos» sobre os seus camaradas:
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Socialismo
Chinesices
Internet e socialismos, de todos os sabores, repelem-se mutuamente:
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Comunismo,
Socialismo
16/01/2010
15/01/2010
O clima sempre mudou
A Oscilação do Atlântico Norte - North Atlantic Oscillation (NAO) é uma gangorra (ou balancé) irregular de mudanças na pressão atmosférica entre a alta contínua sobre as Ilhas dos Açores, no Atlântico, e uma baixa que permanece sobre a Islândia. As mudanças da NAO fazem parte da complexa dinâmica entre oceano e atmosfera no Atlântico Norte, que ainda hoje é pouco compreendida.
Mas a NAO tem importância crítica, pois afeta a posição e a força de tormentas no Atlântico Norte, que levam chuva para a Europa e partes da Eurásia. Quando a baixa pressão persiste sobre a Islândia e a alta pressão se forma próximo a Portugal e os Açores, ventos de oeste persistem sobre o Atlântico Norte, tempestades de inverno são fortes, chuvas na Europa Setentrional são abundantes e temperaturas de inverno são amenas. Inverta-se o índice de "alto" para "baixo", quando a pressão é alta no norte e baixa no sul, e a Europa sofre com temperaturas muito mais frias de inverno enquanto os ventos de oeste ficam mais fracos. Um ar extremamente frio sopra do sul e do oeste do Pólo Norte e da Sibéria.
Ninguém conseguiu ainda prever as alterações da NAO, que pode permanecer em "alta" ou em "baixa" por sete anos ou mais, até mesmo por décadas, mas às vezes está sujeita a mudanças rápidas.
Há outro gradiente de pressão que também afeta os invernos da Europa. Durante "baixas" extremas, formam-se sistemas de alta pressão constante entre a Groenlândia e a Escandinávia. As temperaturas ficam então acima da média na Groenlândia e muito mais baixas do que o normal tanto no norte da Europa quanto no leste da América do Norte. Quando a pressão sobre a Groenlândia é mais baixa do que na Europa, invertem-se as temperaturas, e os invernos europeus são mais amenos. Essa "baixa na Groenlândia" deve ter persistido durante os séculos de aquecimento.
O comportamento da NAO depende de muitos factores complexos, entre eles as temperaturas da superfície da água no Atlântico, das águas mornas na Corrente do Golfo e dos poderosos mergulhos perto do sul da Groenlândia, que fazem com que grandes quantidades de água pesada, salgada, da Corrente do Golfo afundem bem abaixo da superfície dos oceanos para abastecer a corrente transportadora do oceano que circula água pelos mares do mundo. Existem ligações claras entre a NAO e as rotações complexas da oscilação no Pacífico Sul, que geram os fenómenos El Niño e La Niña, mas eles ainda não foram muito bem definidos.
….
A Pequena Idade do Gelo
Durante os séculos XIII a XVIII houve um evento curioso nas latitudes médias. A temperatura média do planeta chegou a 1°C neste período. Um enfraquecimento na atividade solar e um aumento da actividade vulcânica foram as causas apontadas para este fenómeno.
Ciclos de fraca atividade solar durante este período foram notados por diversos observadores. Para se ter uma ideia, durante o período de 1645 à 1715, o Sol só apareceu 50 vezes, enquanto o normal seria de 40 a 50 mil para aquelas latitudes.
Período Quente Medieval
O período do século X ao XIV foi um período atipicamente quente para a Europa. Este aumento na temperatura foi o resultado de uma mudança na circulação local devido à alteração na salinidade do oceano Atlântico Norte.
Este período foi confirmado através de observações geológicas na Islândia que comprovaram que neste período não havia gelo. Além disso, os Vikings tiraram proveito deste período em que os mares nórdicos não estavam congelados e conquistaram várias terras na região.
O colapso da Mesopotâmia (aproximadamente 2000 a.C.)
O Império Mesopotâmio foi um dos mais prósperos durante os anos de 3000 a.C. e 1500 a.C. sob o governo da dinastia Akkad.
Durante o governo de Sargon de Akkad, por volta de 1130 a.C., começou o declínio deste império, graças ao clima. Os Mesopotâmios foram os primeiros a desenvolver uma agricultura de irrigação, por viverem em um ambiente árido (actualmente o Oriente Médio).
Os rios Tigre e Eufrates são alimentados pelo regime de ventos e mantinham um bom nível para a irrigação. Porém, conforme os anos passavam, o nível dos rios foi diminuindo, causando perdas nas colheitas e uma migração em massa da população para regiões mais ao sul, o que levou ao fim do império. Evidências geológicas e medições com instrumentação moderna apontam que o nível destes rios diminui em mais de 50% quando as águas do Nordeste do Oceano Atlântico encontram-se mais frias, alterando o padrão de circulação local.E foi o que de facto ocorreu naquela época.
in “Brian Fagan – Aquecimento Global”
Mas a NAO tem importância crítica, pois afeta a posição e a força de tormentas no Atlântico Norte, que levam chuva para a Europa e partes da Eurásia. Quando a baixa pressão persiste sobre a Islândia e a alta pressão se forma próximo a Portugal e os Açores, ventos de oeste persistem sobre o Atlântico Norte, tempestades de inverno são fortes, chuvas na Europa Setentrional são abundantes e temperaturas de inverno são amenas. Inverta-se o índice de "alto" para "baixo", quando a pressão é alta no norte e baixa no sul, e a Europa sofre com temperaturas muito mais frias de inverno enquanto os ventos de oeste ficam mais fracos. Um ar extremamente frio sopra do sul e do oeste do Pólo Norte e da Sibéria.
Ninguém conseguiu ainda prever as alterações da NAO, que pode permanecer em "alta" ou em "baixa" por sete anos ou mais, até mesmo por décadas, mas às vezes está sujeita a mudanças rápidas.
Há outro gradiente de pressão que também afeta os invernos da Europa. Durante "baixas" extremas, formam-se sistemas de alta pressão constante entre a Groenlândia e a Escandinávia. As temperaturas ficam então acima da média na Groenlândia e muito mais baixas do que o normal tanto no norte da Europa quanto no leste da América do Norte. Quando a pressão sobre a Groenlândia é mais baixa do que na Europa, invertem-se as temperaturas, e os invernos europeus são mais amenos. Essa "baixa na Groenlândia" deve ter persistido durante os séculos de aquecimento.
O comportamento da NAO depende de muitos factores complexos, entre eles as temperaturas da superfície da água no Atlântico, das águas mornas na Corrente do Golfo e dos poderosos mergulhos perto do sul da Groenlândia, que fazem com que grandes quantidades de água pesada, salgada, da Corrente do Golfo afundem bem abaixo da superfície dos oceanos para abastecer a corrente transportadora do oceano que circula água pelos mares do mundo. Existem ligações claras entre a NAO e as rotações complexas da oscilação no Pacífico Sul, que geram os fenómenos El Niño e La Niña, mas eles ainda não foram muito bem definidos.
….
A Pequena Idade do Gelo
Durante os séculos XIII a XVIII houve um evento curioso nas latitudes médias. A temperatura média do planeta chegou a 1°C neste período. Um enfraquecimento na atividade solar e um aumento da actividade vulcânica foram as causas apontadas para este fenómeno.
Ciclos de fraca atividade solar durante este período foram notados por diversos observadores. Para se ter uma ideia, durante o período de 1645 à 1715, o Sol só apareceu 50 vezes, enquanto o normal seria de 40 a 50 mil para aquelas latitudes.
Período Quente Medieval
O período do século X ao XIV foi um período atipicamente quente para a Europa. Este aumento na temperatura foi o resultado de uma mudança na circulação local devido à alteração na salinidade do oceano Atlântico Norte.
Este período foi confirmado através de observações geológicas na Islândia que comprovaram que neste período não havia gelo. Além disso, os Vikings tiraram proveito deste período em que os mares nórdicos não estavam congelados e conquistaram várias terras na região.
O colapso da Mesopotâmia (aproximadamente 2000 a.C.)
O Império Mesopotâmio foi um dos mais prósperos durante os anos de 3000 a.C. e 1500 a.C. sob o governo da dinastia Akkad.
Durante o governo de Sargon de Akkad, por volta de 1130 a.C., começou o declínio deste império, graças ao clima. Os Mesopotâmios foram os primeiros a desenvolver uma agricultura de irrigação, por viverem em um ambiente árido (actualmente o Oriente Médio).
Os rios Tigre e Eufrates são alimentados pelo regime de ventos e mantinham um bom nível para a irrigação. Porém, conforme os anos passavam, o nível dos rios foi diminuindo, causando perdas nas colheitas e uma migração em massa da população para regiões mais ao sul, o que levou ao fim do império. Evidências geológicas e medições com instrumentação moderna apontam que o nível destes rios diminui em mais de 50% quando as águas do Nordeste do Oceano Atlântico encontram-se mais frias, alterando o padrão de circulação local.E foi o que de facto ocorreu naquela época.
in “Brian Fagan – Aquecimento Global”
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Clima
10/01/2010
Turras estúpidos
FLECs, incapazes de distinguir guerra e desporto, acabam de dar um tiro no próprio pé!
Eis o que dizem os turras, responsáveis pelo ataque à seleção nacional de futebol do Togo:
"Os dois pedestais do nosso Movimento de Liberação são a qualidade das nossas ações e um determinismo para a Liberação Total de Cabinda sempre irrepreensível. Somos as Forças emergentes da Mudança para a vossa inteira satisfação.
O nosso Programa de combate já muito variada continuamente é adaptado às necessidades crescentes dos nossos agressores e invasores vindos das savanas austrais Angolanas.
Graças à uma organização militar de qualidade, tivemos êxito a estabelecer-se sobre um setor muito disputado.
A FLEC/Posição Militar é o movimento nacional do todos Cabindêses e aberto aos todos os Horizontes com todos os que trabalham realmente para a Liberdade Real, a Justiça Equitativa e a Paz efetiva.
Sabemos fazer a diferença, os nossos militantes e novos aderindo reconhecem-o.
O Conselho CentralForças de Libertação do Estado de Cabinda/Posição Militar"
Eis o que dizem os turras, responsáveis pelo ataque à seleção nacional de futebol do Togo:
"Os dois pedestais do nosso Movimento de Liberação são a qualidade das nossas ações e um determinismo para a Liberação Total de Cabinda sempre irrepreensível. Somos as Forças emergentes da Mudança para a vossa inteira satisfação.
O nosso Programa de combate já muito variada continuamente é adaptado às necessidades crescentes dos nossos agressores e invasores vindos das savanas austrais Angolanas.
Graças à uma organização militar de qualidade, tivemos êxito a estabelecer-se sobre um setor muito disputado.
A FLEC/Posição Militar é o movimento nacional do todos Cabindêses e aberto aos todos os Horizontes com todos os que trabalham realmente para a Liberdade Real, a Justiça Equitativa e a Paz efetiva.
Sabemos fazer a diferença, os nossos militantes e novos aderindo reconhecem-o.
O Conselho CentralForças de Libertação do Estado de Cabinda/Posição Militar"
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Terrorismo,
Tribalismo
Primitivo Hezbollah
Cada cavadela cada minhoca!
Cada vez que o intelectual abre a boca... entra mosca.
Um Hezbollah lusitano.
Cada vez que o intelectual abre a boca... entra mosca.
Um Hezbollah lusitano.
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Comunismo
09/01/2010
Plano\nclinado
Há, semanalmente, um excelente debate no canal de TV português SIC Notícias: "Plano Inclinado" é o seu nome.
Tem a participação permanente de Henrique Medina Carreira, João Duque e Nuno Crato e com um especialista convidado, sob a mui sábia moderação de Mário Crespo.
A não perder, aos sábados, pela 22 horas (excertos):
Tem a participação permanente de Henrique Medina Carreira, João Duque e Nuno Crato e com um especialista convidado, sob a mui sábia moderação de Mário Crespo.
A não perder, aos sábados, pela 22 horas (excertos):
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Televisão
É a economia, estúpido
O divertido secretário de Estado do Emprego (da Educação) de Portugal, Valter Lemos, comentou a divulgação do extraordinário valor de 10,3% de desemprego com uma excelente explicação:
«Apesar da taxa de desemprego em Portugal estar acima da média europeia, a evolução da situação económica portuguesa não é pior do que a evolução da situação na Europa.»
Corre um abaixo-assinado de desempregados voluntariando-se para ajudar o senhor Lemos e alterar as estatísticas.
Interessante é recordar esta cantilena (censurada)!
«Apesar da taxa de desemprego em Portugal estar acima da média europeia, a evolução da situação económica portuguesa não é pior do que a evolução da situação na Europa.»
Corre um abaixo-assinado de desempregados voluntariando-se para ajudar o senhor Lemos e alterar as estatísticas.
Interessante é recordar esta cantilena (censurada)!
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Socialismo
Dossiê climático
O conhecido político português, já reformado, Mário Soares, faz episódicos e divertidos comentários sobre matérias que não domina.
O seu tradicional fraco domínio de dossiês e de línguas estrangeiras, explicará melhor porque fez este fabuloso comentário a propósito da Cimeira de Copenhaga sobre Clima:
(...)
Prevê-se agora que, a continuar assim, o aquecimento mundial até ao final do século subirá 3 graus ou mais. Iremos ter uma subida regular das águas do mar, não de centímetros mas de metros. O que fará desaparecer algumas ilhas e recuar as zonas costeiras de certos países marítimos, como o nosso. Os excessos climáticos, chuvas torrenciais, ventos ciclópicos, tsunamis, furacões, tremores de terra e, por outro lado, secas, calor excessivo, desertificação, decréscimo das florestas, sensível diminuição da biodiversidade, vão tornar-se frequentes. Não é uma perspectiva agradável para ninguém, sobretudo para as jovens gerações. (...)
Para conhecer melhor a biografia deste autoridade climática, valerá a pena ler o livro de um seu grande amigo.
O seu tradicional fraco domínio de dossiês e de línguas estrangeiras, explicará melhor porque fez este fabuloso comentário a propósito da Cimeira de Copenhaga sobre Clima:
(...)
Prevê-se agora que, a continuar assim, o aquecimento mundial até ao final do século subirá 3 graus ou mais. Iremos ter uma subida regular das águas do mar, não de centímetros mas de metros. O que fará desaparecer algumas ilhas e recuar as zonas costeiras de certos países marítimos, como o nosso. Os excessos climáticos, chuvas torrenciais, ventos ciclópicos, tsunamis, furacões, tremores de terra e, por outro lado, secas, calor excessivo, desertificação, decréscimo das florestas, sensível diminuição da biodiversidade, vão tornar-se frequentes. Não é uma perspectiva agradável para ninguém, sobretudo para as jovens gerações. (...)
Para conhecer melhor a biografia deste autoridade climática, valerá a pena ler o livro de um seu grande amigo.
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Clima,
Socialismo
07/01/2010
O cego
O Zé diz que vê luz ao fim do túnel e tem a certeza de que não é um combóio.
Pergunta o jornalista: Se vê luz sem fazer nada, porque irá espatifar milhões num TGV entre Poceirão e Badajoz?
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Negociatas,
Socialismo
Censuras
Continua de baixa médica (stress de guerra) a grande amiga do outro. Daqui lhe mandamos votos de rápidas melhoras e regresso em força para pôr a boca no trombone!
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Negociatas,
Socialismo
Triunfo dos porcos
Em Moçambique, a nomenklatura apropria-se da riqueza coletiva e da ajuda internacional que não chega aos explorados de outrora e de agora. Para alimentar o "estou pidir", insiste-se que o país é o mais pobre do Mundo e está sujeito a todas as calamidades, cheias e secas, cobras e lagartos.
Dizia-se em 1975: A Luta Continua. Abaixo o colonialismo. Abaixo a exploração do Homem pelo Homem. Abaixo a Poligamia. Abaixo a Corrupção. Abaixo o Amiguismo.Abaixa!
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Socialismo
Podia ser pior, podia, mas é transparente!
O senhor Jacob Gedleyihlekisa Zuma, de 67 anos e presidente da República da África do Sul, acaba de casar com a senhorita Tobeka Madiba, de 38 anos, no que constitui o seu quinto poli-casamento.
A juntar às atuais 3 primeiras-damas, duas outras mulheres foram casadas com este insigne estadista africano, uma quarta divorciou-se e outra, com queixas do inferno em que se transformou a sua vida de casada, suicidou-se.
O presidente da República da África do Sul, que terá pelo menos 19 filhos, declarou que assume a poligamia com toda a transparência, criticando aqules que se dizem monogâmicos e possuem amantes.
Em todo o caso, como líder do ANC, dá um sinal de modernidade e de esquerda...
A juntar às atuais 3 primeiras-damas, duas outras mulheres foram casadas com este insigne estadista africano, uma quarta divorciou-se e outra, com queixas do inferno em que se transformou a sua vida de casada, suicidou-se.
O presidente da República da África do Sul, que terá pelo menos 19 filhos, declarou que assume a poligamia com toda a transparência, criticando aqules que se dizem monogâmicos e possuem amantes.
Em todo o caso, como líder do ANC, dá um sinal de modernidade e de esquerda...
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Colonialismo,
Poligamia,
Tribalismo
Feudalismo teocrático
Já arrependidos de derrubarem o Xá da Pérsia (1979), os iranianos lutam na rua contra a ditadura feudal e teocrática dos ayatollahs (foto: el Pais). Nem de esquerda nem de direita: um atraso, seguramente.
O próximo muro a cair!
O próximo muro a cair!
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Fundamentalismo
Socialismo e caminho da escravidão
Frederick von Hayek (Viena, 8 de Maio de 1899 — Freiburg im Breisgau, 23 de Março de 1992), Prémio Nobel de Economia em 1974, é o autor do indispensável livro «O Caminho da Servidão» [Road to Serfdom, 1944] em que afirma: "alguns economistas acreditam que um êxito real só será obtido mediante a execução rigorosa de um vasto programa de obras públicas. Isso poderia provocar restrições muito mais graves na esfera da concorrência e, ao fazer experiências desse género, teremos de usar de extrema cautela para evitar que toda a atividade económica venha a depender cada vez mais da alocação e do volume dos gastos governamentais."
O caminho socialista para o desemprego e a servidão!
O caminho socialista para o desemprego e a servidão!
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Socialismo
Revisita ao Paraíso Socialista
O filme alemão «Good Bye Lenin!» (2003) é retrato humorístico da vida na Alemanha de Leste, dita República Democrática Alemã, que desabou há 20 anos.
Para alguns, a teoria estava certa mas a prática errada.
Ora, a queda da fronteira desse "paraíso" ou montra do socialismo real foi a confirmação do falhanço sistemático em todos os países (Rússia, Polónia, Hungria, Bulgária, Roménia, Cuba, China, Mongólia, Moçambique, Angola, Coreia, Vietnam, etc.). Estupidez, terror, ditadura, mortes, guerra, fome, miséria, gulag.
Uma demonstração matemática do teorema "se a teoria falha em todos os locais é porque está errada, QED!
Para alguns, a teoria estava certa mas a prática errada.
Ora, a queda da fronteira desse "paraíso" ou montra do socialismo real foi a confirmação do falhanço sistemático em todos os países (Rússia, Polónia, Hungria, Bulgária, Roménia, Cuba, China, Mongólia, Moçambique, Angola, Coreia, Vietnam, etc.). Estupidez, terror, ditadura, mortes, guerra, fome, miséria, gulag.
Uma demonstração matemática do teorema "se a teoria falha em todos os locais é porque está errada, QED!
Do tempo dos dinossauros
Volta e meia, do fundo do glaciar da História, ouvem-se vozes reclamando contra a exploração dos trabalhadores.
Curiososas aclamações vindas da parte de quem mais contribuiu para destruir a econonomia portuguesa, de quem combateu os "monopólios" e esmagou as empresas portuguesas perante a concorrência internacional: CUF, Lisnave, Sines, Cimentos, Banca.....
Curiososas aclamações vindas da parte de quem mais contribuiu para destruir a econonomia portuguesa, de quem combateu os "monopólios" e esmagou as empresas portuguesas perante a concorrência internacional: CUF, Lisnave, Sines, Cimentos, Banca.....
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Comunismo
Do Sol Nascente
Os renovados representantes dos trabalhadores continuam alerta conduzindo a Revolução Mundial do Proletariado, contra a miserável exploração capitalista.
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Comunismo
Profissão: Pai
Andava eu de fraldas e já conhecia o Albino falava em nome de todos os paizinhos portugueses.
Um pai 100% no Ministério.
Para variar, não se pode ter uma Mãe-mor e engraçadinha?
Um pai 100% no Ministério.
Para variar, não se pode ter uma Mãe-mor e engraçadinha?
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Socialismo
Candidato: Santinho
Depois de ter endividado o país com orçamentos limianos para estar bem com deus e com o diabo, de dar empregos a todo o tipo de boys e de deixar tudo num pântano ("Quando o engenheiro Guterres falou no pântano, não era apenas o pântano político, mais importante que isso era o pântano económico em que o país já estava", Daniel Bessa dixit), eis que querem levá-lo de regresso, como candidato presidencial da esquerda troca-tintas.
Vade retro. Longe, mas longe, que os Refugiados precisam da ajuda do santinho.
Vade retro. Longe, mas longe, que os Refugiados precisam da ajuda do santinho.
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Socialismo
06/01/2010
Consciência tranquila
Declarações aos microfones:
O sucateiro andava perdido por Lisboa e, daí, eu emprestei-lhe o meu GPS. Agradeceu-me com uma caixa de Robá-los que, em abono da verdade, até nem eram frescos.
O sucateiro andava perdido por Lisboa e, daí, eu emprestei-lhe o meu GPS. Agradeceu-me com uma caixa de Robá-los que, em abono da verdade, até nem eram frescos.
Estou de consciência tranquila (a mim não me apanham eles).
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Negociatas,
Socialismo
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